<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848</id><updated>2012-02-16T11:28:36.238Z</updated><title type='text'>fire walk with me .</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://trustanyone.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>141</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6807488796812719316</id><published>2010-12-31T16:57:00.005Z</published><updated>2010-12-31T17:23:18.163Z</updated><title type='text'>lost the girl .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Em 2010 perdi a rapariga que habitava em mim. Que respirava, se contorcia, equilibrava, desequilibrava inconsequentemente, que deixava escapar terreno, que construía outro tanto. Pela primeira vez fui invadida por uma sorte qualquer, num tornado de sucessos constantes, de realizações plenas. Foi assolapada e completamente atropelada pos cascatas de concretizações, de projectos a meio e alto gás, por mim. E sei que o devo a mim. Ao preciso momento que parei e decidi interromper mais uma descida abrupta aos infernos da minha mente. E aí se deve a mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;Nesse mesmo limiar, na decisão tornada efectiva, deixou de depender de mim. Desprendi-me do meu alter ego, encontrei outro, (sempre o tive?), ou deixei simplesmente de o ter? Para sempre? Sei que iniciando esse novo dia a dia uma força incontornável apoderou-se da minha vida, e concedeu-lhe o que ela sempre carecera mas nunca encontrara: um sentido. Um rumo. Um fio à meada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;Acabou por ser tão assombroso que me custava a digerir. Atitudes, momentos, metas, objectivos. Para mim era mais um. Mais uma. Olha outra. Mas foram-se somando. Será que por tal se tornaram vulgares? Não pode. Houve um hiato sim. Onde pude descansar. E quiçá parar. Esperando. Ajeitando. Estagnando. E esse mesmo todo que tantas vezes nos custa a assimilar. Que a troco de algo o tornamos em nada. É esse o significado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 102);font-family:verdana;" &gt;Mas naqueles palavras, naquele encarniçado instante, em que saltava juntamente com ela, consegui finalmente, sentir dentro de mim, pulsando descompassadamente, o mérito do fim. Naquele preciso momento em que a interrompia, alterando a letra: ‘looks like I lost the girl’. E gritava, a minha voz sobrepunha-se a qualquer fileira, ali a segunda fila, eu sentia o que mais ninguem poderia sentir por mim. O fim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E do fim se edifica um início. É este início que vivo agora, minuto a minuto, mês a mês. Agrupando-se e desmultiplicando-se por entre agrestes ramos, cheios de mim por vezes, mas sobretudo meus.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TR4QqeYXg4I/AAAAAAAAAZA/L16B8ie_93k/s1600/IMG_0013_a_a.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TR4QqeYXg4I/AAAAAAAAAZA/L16B8ie_93k/s400/IMG_0013_a_a.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556897312117588866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;2010 foi um ano imenso. A ele devo o salto, esse mesmo catapultar que tanto precisava. merecia. pensava. imaginava. queria. Nele cortei com laços, dilacerei em sangue, apreendi em seco. Sofrendo uma indigestão que me corroía a alma mas que me impulsionou para onde pertenço. Em 2010 perdi-me.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TR4NzRpQlcI/AAAAAAAAAY4/6rALqmxsQhY/s1600/blog_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TR4NzRpQlcI/AAAAAAAAAY4/6rALqmxsQhY/s400/blog_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556894164782716354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Watch as the wings unfold&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6807488796812719316?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6807488796812719316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6807488796812719316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/12/lost-girl.html' title='lost the girl .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TR4QqeYXg4I/AAAAAAAAAZA/L16B8ie_93k/s72-c/IMG_0013_a_a.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-3686511250036100020</id><published>2010-10-03T17:13:00.004+01:00</published><updated>2010-10-04T00:30:37.650+01:00</updated><title type='text'>[         ]</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Perdi o sentido. A mim, a este espaço, deixado ao abandono, ao acaso. De uma inspiração repentina, depressa solidificada, assente em pilares juvenis porém voluptuosos.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Perdi o sentido ao passado, ao que tive, e ao que fui. Sinto-me a boiar sobre mim, a boiar sobre tudo, e sobretudo sobre nada. Vejo-me inacessível, flutuando entre o vazio que habita o círculo que roda à minha volta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Did all this work for some piece of mind?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Observo-me como um todo desintegrado em mil partes, como uma mera partícula esvoaçando sem destino. Como um assombro absorvendo tudo o que viveu, digerindo através de um canal longo, largo e interminável, engolindo em vez de desmembrando. Consolidando seriamente a noção de obrigação, de uma rotina repetida metodicamente, essa mesmo perseguidora de um final sem fim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Tapo os ouvidos, fecho a boca, grito histericamente implodindo os meus órgãos internos, nada se ouve, nada se mantém. Momentos em que clamo silêncio, que odeio o menor ruído (oh mas não abomino sempre?), que desejo a morte a quem se atreve a ultrapassar a barreira que imponho. Para fora de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;E depois perco o sentido, perdi-o, sei-o.  Detenho conhecimento de. Nada faz sentido mas eu permaneço. Incólume, imaculada. Vendo tudo a girar e eu a deixar-me rodar com eles. Com o que se move ou o que permanece simplesmente inactivo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;There's no change&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;There's nowhere to stay .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;É como se o tudo que se abateu sobre mim me tornasse imóvel, um singelo inerte que percorre um processo inteiro sem reagir, acumulando-se nos recantos poeirentos. Assistindo a um trânsito congestionado de tarefas e deveres. Onde o tempo não tem lugar. Onde eu não tenho lugar.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TKi2uI8DAoI/AAAAAAAAAYs/MXaNCraZ8M4/s1600/javiera.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 297px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TKi2uI8DAoI/AAAAAAAAAYs/MXaNCraZ8M4/s400/javiera.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523865846759490178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-3686511250036100020?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3686511250036100020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3686511250036100020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/10/blog-post.html' title='[         ]'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/TKi2uI8DAoI/AAAAAAAAAYs/MXaNCraZ8M4/s72-c/javiera.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5529353866421524848</id><published>2010-05-24T00:00:00.008+01:00</published><updated>2010-05-24T00:20:53.320+01:00</updated><title type='text'>you've broke my heart .</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;" You didn’t break my heart. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;You’re nothing but a self-absorbed. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Self-indulgent. Little brat.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;And our affair on set was nothing but a showmance .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S_m25MHwmRI/AAAAAAAAAX0/sZCDsriUuiI/s1600/jenny+6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S_m25MHwmRI/AAAAAAAAAX0/sZCDsriUuiI/s400/jenny+6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474607915668117778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;And when i said that you’ve broke my heart...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...i wasn’t talking about you darling . "&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5529353866421524848?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5529353866421524848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5529353866421524848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/05/youve-broke-my-heart.html' title='you&apos;ve broke my heart .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S_m25MHwmRI/AAAAAAAAAX0/sZCDsriUuiI/s72-c/jenny+6.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6335590827599471798</id><published>2010-05-08T19:09:00.008+01:00</published><updated>2010-05-08T20:46:27.326+01:00</updated><title type='text'>[i'm] not stubborn .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É como se fosse uma saturação. Como se fosse uma tremenda apatia. Mas como se essa apatia fosse única e dominante. Como se fosse ela própria rainha do número infinitesimal de segundos que compõe um momento. Como se fossem eles por si próprios eclodir contra uma muralha de ferro, de aço revestido a cerâmica. Porém onde a temperatura não se mantinha nos 450ºC, antes oscilava entre os -30ºC e os 500ºC. Por aí. Subindo e descendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;Como se não fosse possível prosseguir, andar, percorrer, preencher. Como se todo o desequilíbrio contido fosse apenas vomitado interiormente, e o vómito fosse ocupando as lacunas. Como se a raiva tomasse forma e essa fosse a de um monstro azul, pertubador, como aquele que aparece no Mulholand Drive.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;It's a common thing, to be out of line&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;But it's getting old, by the fifteenth time...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;E foi como se a cada dia que passasse, eu sentisse algo a crescer, dentro de mim, a condensar e a evaporar, dia após dia. Hora após hora. Como se cada dia fosse destinado a mais uma mudança de estado, de fase. Letárgica, orgânica. Como se algo fizesse falta. Como se simplesmente nada interessasse, estimulasse o vulcão adormecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Foi como se a chuva, o vento, as folhas, os autocarros, os assuntos temáticos, a mera companhia aos demais, a chamada confraternização, não tivessem lugar. Como se se tivessem afundado num vazio cada vez mais profundo e afastando-se do porto onde o meu corpo repousava. Afagando a mente, sentindo a falta deles, desenhados num círculo perfeito, que abrira outrora um poço colossal em mim. Guiando a minha alma numa resignação absolutista, carecendo da presença heterogénea. Onde se poderia escutar ao fundo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;' Everything is perfect now '&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;E onde daríamos as mãos, baloiçando histericamente na melodia, tal qual nos conhecem, circunscrevendo um círculo imperfeito. Aquele que se quebrou face à irreversibilidade da vida. Da nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;i'm still travelling . i'm still travelling .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;É como se mesmo aquela minha luta, assente num fundamentado ideal, me concedesse tudo e me fizesse encarar o exterior como dispensável. Edificando a certeza da força apaixonada em tudo o que me envolve e constitui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;take your time, make up your mind&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;though it won't change the world, you'll be more inclined&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;to have a point of view, that makes it through&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;And keeps [me] travelling, keeps [me] travelling .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É como se simplesmente confirmasse que o todo está em mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S-WtJK3mYrI/AAAAAAAAAXs/MOjUtJx4naY/s1600/508050173_1db93e6cf1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 290px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S-WtJK3mYrI/AAAAAAAAAXs/MOjUtJx4naY/s400/508050173_1db93e6cf1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468967695559320242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;"&gt;[i] can't live life being second best&lt;br /&gt;The critics talk of stubbornness&lt;br /&gt;But [i'm] just passionate, [i'm] just &lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;passionate .&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6335590827599471798?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6335590827599471798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6335590827599471798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/05/im-not-stubborn.html' title='[i&apos;m] not stubborn .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S-WtJK3mYrI/AAAAAAAAAXs/MOjUtJx4naY/s72-c/508050173_1db93e6cf1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6505220832568302727</id><published>2010-04-22T02:10:00.004+01:00</published><updated>2012-01-02T17:41:24.284Z</updated><title type='text'>ghosts .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;"&gt;É um aroma meio intenso que por vezes me assola, penetra dentro de mim, pelos meus poros, como se sempre me tivesse pertencido. É como se cheirasse a minha camisa, a minha saia, ou mesmo as minhas meias, e sentisse esse perfume, forte. É como se na abertura do meu soutien ele também se repercutisse e tivesse impregnado. Apenas na abertura porque ele desconhecia o fecho. Aroma doce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;"&gt;i'm talking to fools .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;"&gt;E nesse encanto hostil encontrei o bloqueio parado, o fosso cismado, na minha mais etérea vontade. Vendo o desejo oscilar, precário, na impossibilidade de um desaire genético. De uma infeliz coincidência, numa mal-formação andrógena. Renegada, perdida, esquecida. Deixada sempre para o dia seguinte. Aquele que nunca veio. Baptizando fantasmas, destruindo fugas no subconsciente. Na gruta da minha saciedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;"&gt;talking to walls .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana;"&gt;Busca. Procura. Saudosismos, virtuosismos. Paciências, tolerâncias, aquelas que começam a esgotar-se. Saturações. E a visão, o sentido, como se fosse uma ilha completamente isolada no oceano, onde eu distendesse as minhas pernas e elevasse estrategicamente o meu pé direito. Assente num sapato de salto alto preto, envernizado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;"&gt;story died . truth inside .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;"&gt;‘aos olhos de Sabina, tudo era permitido. Jovem incauta, jovem indolente, a slut without being a whore, what’s the difference?, quelque chose, s’il vous plait. Angariar partículas infinitesimais. Qual a distinção? Wharever. Espelho colocado de frente para a cama, desfeita, embrulhada, amassada, whatever. E a consumação do acto quebrando em frente a esse tal espelho, estilhaçando o veneno, estancando o sangue da perda. Da liberdade, do ser, do consumo, integração humana. Optimização do ventre animal. Ela. Com o seu chapéu preto, bebendo whiskey.  Sem cola, com gelo. Esticando as pernas, rasgando as suas meias pretas até ao joelho, que estalavam de cada vez que ela se contorcia na corda da sua submissão. Que perdiam a ligação de cada vez que ela se deixava cair. Cair. cair.’&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;story died . pain inside .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;E assim se enrolava ela nos mantos do seu leito, sentindo o cheiro, o cheiro, cada vez mais doce e forte. Todo aquele aroma que a ofegantemente excitava. Já não mais Sabina, eu. Sabina um dia serei eu, quando tudo se colmatar. No todo que ainda não quis ocupar. Estupidamente, fulgurantemente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S8-idK5ZQzI/AAAAAAAAAXk/CvfNnlUQPag/s1600/blog+prox.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S8-idK5ZQzI/AAAAAAAAAXk/CvfNnlUQPag/s400/blog+prox.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462763495048692530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;it's over .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Completamente enlameada pela soberba da sua inquietude, chamou, acalmou. Oh vil natureza humana, a dita da humanidade que de nada tem que mereça ter esse nome. Nojo, vergonha, nacional, internacional. Necessidade de dissecar, torturar, esventrar o ‘outro’ para própria ocupação existencial. Porque o vazio que habita na maior parte dos seres humanos tende a clamar por uma ocupação em tempo recorde e conduz à extorsão virtual, social e pessoal do outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(204, 102, 204);"&gt;Quando a mesquinhez humana se faz ouvir, derramando a sua sórdida lava viscosa por entre outras ‘peças’ humanas, outros jogadores no mesmo campo, estes não podem mais que eclodir os seus fantasmas, vomitar, os seus fantasmas, evaporar os seus....fantasmas. Dissertando ao acaso, num vácuo sugado para dentro desta bola gigante que ainda continua a rodar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;i’m talking to ghosts .&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);"&gt;P.S: Parece que abandonei este espaço mas não. Até me sinto mal de nunca mais ter escrito nada. Não abandonei, longe disso. E agora prometo, que irá mudar =)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6505220832568302727?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6505220832568302727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6505220832568302727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/04/ghosts.html' title='ghosts .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S8-idK5ZQzI/AAAAAAAAAXk/CvfNnlUQPag/s72-c/blog+prox.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-8117050774473438145</id><published>2010-03-04T20:01:00.019Z</published><updated>2010-03-04T23:06:37.196Z</updated><title type='text'>erase . rewind .</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;&lt;br /&gt;Porque tudo é assim mas mantemos a dificuldade em acreditá-lo. Aceitá-lo. Encará-lo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;‘Olhou-me nos olhos como quem olha para uma certeza florescida em terra sã, bravia, indomável. Percorreu o olhar por esse castelo de arbustos encadeados, robustos, impenetráveis. Parou nos meus lábios, como sempre o faz. Continuou. Atirou uma pedra de granizo frágil contra esse escudo sereno. Eu acomodei-me à forma dessa interrogação’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51); font-weight: bold;"&gt;What do you want?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;E naquela passadeira rolante deixei o meu coração saltar, eclodir, serpentear, permiti que fosse o arguido de um julgamento sem juiz. ‘Tudo bem, está tudo bem’. Saí, parei. Adormeci retoricamente em mim, constatei essa tensão crescer exponencialmente por entre os meus soldados guarnecidos a fel, absorvi essa base &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;e&lt;/span&gt; levantada a um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;x&lt;/span&gt; quadrado. Estagnei. Não passa, não passa. Não entra. Não entra. Não engole, não flui. Estagnei. Nos nervos da minha subconsciência, no vómito do dia seguinte. E encontrei o meu coração vomitado em mil estilhaços no vão de um recipiente qualquer. Tumultuado. Não parado. Batendo cada vez mais compassadamente, fora de mim. Desta feita, longe de mim, paralelamente ao meu corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Nada .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;Uma vez ela, uma personagem de uma ficção televisiva qualquer, disse que não era o coração que doía porque o coração não dói. Era mesmo o seu estomâgo, esse âmago que trabalha 24 horas por dia, centrado bem debaixo do seu peito. Era esse que mirrava, desaparecia, batia, pulsava. Era aí que se sentia a efervescência do desencanto, da desilusão, da dor desmembrada.&lt;br /&gt;Sentido-lhe o desespero na emoção libertada, fui obrigada a concordar. Na competência da sua representação, senti-me reconhecida. Como quem atravessa uma rua e é cordialmente cumprimentada quando alcança o lado requerido, ‘Então tudo bem? Há quanto tempo!’. Está tudo, tudo bem. Aqui do lado do meu coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;i'm hanging on a thread that's bound to drop .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 51);"&gt;E como as marés que abrandam e descem, concedendo vazão a uma nova preia-mar, senti as ondas resvalarem do meu corpo, levemente me abandonando, como que me afagando lentamente, rebentando vagarosamente, espalhando a sua espuma branca pelo meu peito, barriga e coxas. Senti o equilíbrio bater à porta da minha tensão e aguardar tranquilamente a abertura dessa muralha. Senti-o penetrar e dissecá-la, docemente, quase sem se notar. De um momento para o outro. Tal e qual a minha bipolaridade me permite. Contudo senti acima de tudo, que podemos ser totalmente direccionados, consumidos e digeridos, por essa máquina egoísta que é a nossa orgânica existencial. Que todos os órgãos que constituem o nosso corpo se unem, como numa orgia musical, e se sistematizam num musical periódico, melódico, harmonioso. Onde a nossa racionalidade é apenas conduzida a ouvi-lo, inocentemente, incoerentemente, impotentemente. Como mera espectadora de si própria. Como mera observação de um reflexo no espelho.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S5AWA2EKS0I/AAAAAAAAAXU/cCEzQDD2ZJ8/s1600-h/Lykke%2BLi.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S5AWA2EKS0I/AAAAAAAAAXU/cCEzQDD2ZJ8/s400/Lykke%2BLi.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444876153259707202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;E analisando esse reflexo, ela identificou as notas soltas de uma composição maldita, que caminhava a passos largos para o túnel da auto-destruição, e dilacerou-as, atingindo-as com tiros certeiros em cada vértebra responsável pelo caos instalado. Residente nela, alimentando-se como uma ténia sarcástica, rindo-se do pobre corpo que habitou à má fé. Ela a razão, foi mais alta, foi mais forte no seu preto no branco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;but i'll always choose the black in front of white .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;E aí é como se te tivesse escrito, como se nos tivesse escrito, numa folha de papel em branco, e fosse diariamente e como mais força, apagando com uma borracha rectangular de cor branca, essas linhas dispersas, difusas na minha turbulenta inconstância. Na minha ambígua insegurança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);"&gt;Até ao dia que apagarei totalmente, de uma vez só.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;E assim. Volto atrás. A ti, meu amor. A mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 0);"&gt;and when it hurts the most i’ll push a little more .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i’m back where i started at . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 0);"&gt; you know.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;i’m a little lost .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S5AWMEj_93I/AAAAAAAAAXc/c0vXjP7gG0s/s1600-h/fim+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 325px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S5AWMEj_93I/AAAAAAAAAXc/c0vXjP7gG0s/s400/fim+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444876346129905522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;5 anos feitos no dia 15 de Fevereiro. Espero que este post esteja à altura de tamanha data. Não me foi possível escrever no dia, mas não consigo deixar passar em branco. Cinco anos de construção de um canto que é só meu. E cada vez mais meu.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-8117050774473438145?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/8117050774473438145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/8117050774473438145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/03/erase-rewind.html' title='erase . rewind .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S5AWA2EKS0I/AAAAAAAAAXU/cCEzQDD2ZJ8/s72-c/Lykke%2BLi.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-2085758708893736589</id><published>2010-02-10T01:37:00.014Z</published><updated>2010-02-10T13:28:46.520Z</updated><title type='text'>Lars...Lars...Lars....</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Lars Von Trier nascido em København em 30 de abril de 1956 é um cineasta dinamarquês, conhecido por ter fundado o movimento Dogma 95 com Thomas Vinterberg, um manifesto com 10 regras de realização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Depois de filmes como Breaking the Waves, Idioterne, Dancer in the Dark, Dogville e Manderlay, Trier escreveu/realizou Antichrist. Nas salas de cinema actualmente, encontra-se esta sua última obra, estranhamente aos meus olhos estreada nos cinemas. Visionei-o há sensivelmente dois meses e não esperava que tivesse honras de aparecer em cartaz. É tão complicado hoje em dia acreditar sequer que filmes de nomes como Trier façam dinheiro no nosso país que fiquei surpresa, contudo saúdo o acontecimento e escrevo a propósito desta estreia. Há muito que poderia ter falado de Lars mas agora materializa-se a vontade.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IQSQLgU2I/AAAAAAAAAXM/6tX07CFHoNg/s1600-h/lars+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IQSQLgU2I/AAAAAAAAAXM/6tX07CFHoNg/s400/lars+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436425605956522850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;É complicado dissertar acerca dele ignorando as suas obras e muito mais dificil será apreender Antichrist sem saber o que levou Lars a fazê-lo e sem conhecer a sua caminhada anterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Antes de mais Antichrist é redenção.  Exorcisão do seu autor, libertação de demónios, uma obra extremamente auto-centrada e até autobiográfica, egoísta. No limiar da sua necessidade, ele próprio revelou que já foi uma sorte ter conseguido realizar este filme. Saído de uma depressão profunda, Lars lança-se no objectivo de expulsar o seu veneno, dar cor, vida e forma ao seu tormento. E daqui resultou Antichrist. Um filme &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;de&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;para&lt;/span&gt; Lars Von Trier.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;(e como eu gosto de dizer...) um prologue (em francês)...um dos mais belos e perfeitos prólogos feitos na história do cinema, Händel, Lascia Ch’io Pianga, um homem, uma mulher, uma criança, neve, um boneco de peluche e sexo. Seguem-se quatro capítulos, quatro etapas: Grief. Pain (Chaos reigns). Despair (gynocide). The Three Beggars. E um epílogo. Três animais. Muito do imaginário e da força do feminino face ao masculino encontra reflexo na obra de David Lynch. Então aqui denota-se um paralelismo. Há muito de lynchiano na caracterização dos animais de Trier. Há muito no exorcismo, na fantasia, no terror de Trier que encontra aconchego em Lynch.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IQAxh5WoI/AAAAAAAAAXE/yZz1GkK666c/s1600-h/lars4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 206px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IQAxh5WoI/AAAAAAAAAXE/yZz1GkK666c/s400/lars4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436425305671162498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Uma interpretação fantástica de Charlotte Gainsbourg. E novamente, meu Lars...Lars...Lars. é um manipulador. Constante. Manipulou-me até ao choro convulsivo em Dancer in the Dark, dilacerou inteligência no brilhante final de Dogville, deixou-me um amargo na existência em Breaking the Waves. Onde Antichrist se relaciona com eles? Não se intercepta. Não se cruza sequer. É um trabalho aparte, indomável, forte, insidioso. Não são as meras transmutações mentais em ejaculações de sangue ou cortes genitais a sangue (e vista) frio, que fazem de Antichrist um filme censurável ou complicado de digerir. É o quão tormentoso foi o processo que Trier atravessou para vomitar os seus demónios e transfigurá-los em tela, sem pincel. O quão sacrificou ele para colocar dois actores atrás do seu próprio sangue estagnado.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IPy_2ujwI/AAAAAAAAAW8/wffa7W0OxoA/s1600-h/lars+1+ela.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 246px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IPy_2ujwI/AAAAAAAAAW8/wffa7W0OxoA/s400/lars+1+ela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436425068998463234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Aqui ele não manipula, aqui é ele o manipulado. Por si e para si. Mas onde se encaixa este Antichrist que agora estreia em Portugal e foi vaiado e incompreendido em Cannes? Encaixa-se na singular concepção de filme quase. O quase obra de arte. Não se conecta com as suas anteriores obras porque muito distinto é mas muito aquém fica do envolvimento visceral que elas transmitem. Antichrist estreia numa altura em que a palavra gratuito sai da boca dos críticos como se intensifica a necessidade de realizadores como James Cameron fazerem milhões. Dinheiro, poder, transcendentalidade. E estas onde se cortam?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Não acredito que Lars tenha chegado a um ponto estanque. Continuo a esperar que ele me incendeie a existência mas não a custa do seu próprio sofrimento. Pain and sorrow. Sem observar a sua garmonbozia prostrada aos meus pés. Não. &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(153, 153, 255);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IPXpfff9I/AAAAAAAAAW0/LVjfzRtzyy0/s1600-h/lars3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 229px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IPXpfff9I/AAAAAAAAAW0/LVjfzRtzyy0/s400/lars3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436424599138959314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Sim eu gosto muito de Lars Von Trier, ele me revolve, consegue mexer comigo...mesmo que eu não queira ou não consiga racionalizar conscientemente. Existe algo na misogenia e na sua pretensão artística que consegue quase o impossível. Porque me sintonizo no meu desepero. E infelizmente aqui, ele não o conseguiu. (também em nenhuma obra como Dancer in the Dark me senti tão humilhada emocionalmente). Sim. É essa mesma pancada psicológica que almejo. E Antichrist sem deixar de ser um notável filme, reduz-se ao grief que Trier fez de si. E ele sabe-o. Resta-me apenas a pena de não aceitarem que um carismático realizador faça porque o faça. E o obriguem a proferir o tão ingrato ‘i’m the best film director in the world’, que fala &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;per si&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IPHQ9bLaI/AAAAAAAAAWs/tMDL5zCFsGo/s1600-h/antichrist_poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 294px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IPHQ9bLaI/AAAAAAAAAWs/tMDL5zCFsGo/s400/antichrist_poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436424317675711906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Em Cannes este objecto cinematográfico foi alvo de alguma celeuma. Aqui deixo o momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);"&gt;http://www.festival-cannes.com/en/mediaPlayer/9902.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;e mais algumas páginas interesssantes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;http://cinecartaz.publico.pt/noticias.asp?id=249953&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;http://aeiou.expresso.pt/quem-e-lars-von-trier-cujo-filme-anticristo-estreia-hoje=f559277&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-2085758708893736589?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2085758708893736589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2085758708893736589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/02/larslarslars.html' title='Lars...Lars...Lars....'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S3IQSQLgU2I/AAAAAAAAAXM/6tX07CFHoNg/s72-c/lars+2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-3925231953445225348</id><published>2010-01-31T18:04:00.014Z</published><updated>2010-02-01T21:06:33.329Z</updated><title type='text'>de battre mon coeur s'est arrêté .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Dói-me o coração. Tal como ele disse, ‘doi-me o coração’, mas eu respondi ‘o coração não dói’. Dói-me a dor da soturnidade a pulsar dentro de mim. Tic tac tic tac. Como um relógio de corda acertado de hora em hora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Uma. Duas. Três. Quatro. Cinco. Seis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;Invariavelmente pára. Ele interrompe-se fugazmente nos meus meandros carnais. Por vezes acordo num esgar instantâneo, outras vezes apercebo-me que é como se ele tivesse parado dentro de mim. A respiração, a transformação, o coração. Aí não me dói. Aí pára. Assemelha-se a uma passadeira rolante estagnada. Como se cessasse bruscamente o movimento enquanto tivesse a andar nela confiante do meu destino. E fico parada. Não se sente nada, é como se a lava que percorre o meu corpo evaporasse. Fragmentando-se numa massa gasosa, preenchendo os meus compartimentos desgastados. É como se inspirar e expirar se confundissem e fundissem num só movimento. E eu sentisse a morte em mim. Muito mais do que acordar afoita desenhando quadrados no chão. Fugindo deles, evitando quebrar com a sua queda. É como se aquele espaço vazio no meio deles não fosse a minha única salvação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Sinto uma paragem cardíaca quando acordo .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Olho para ela. Penso nela. Revejo-me nela. Nos seus grandes olhos azuis. Não os meus, os dela. No seu entrelaçar de mente e corpo. É como se quando estive deitada naquele sofá, e me contorcesse suplicante como ela, estivesse não mais que a comunicar etereamente, no ar, no olhar. Como se só pudesse ser assim. Já nem se trata de conseguir ser. Só pudesse ser assim. E depois recolho-me nela, escondo-me atrás da sua imagem em mim, ela é o meu escudo. É como se eu a conseguisse encarnar e ela deixasse de ser uma mera personagem e fosse eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;we will touch the highest point of our communal nature . [ all vanities and pretentions will be set aside ]&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S2XLYYQgc7I/AAAAAAAAAWk/tfQWzzcr-QE/s1600-h/jenny+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 246px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S2XLYYQgc7I/AAAAAAAAAWk/tfQWzzcr-QE/s400/jenny+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432972145181356978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;É como se eu também crescesse voluptuosa como a Couleurs dos M83. Ela cresce, invade, ela torna-se autónoma. Todavia eu não consigo. Fico ali no limiar. A subir, subir, por entres cordas débeis, escarpadas, brilhantes. Mas nunca alcanço o topo. O topo. O topo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;So why don’t you lick my soul?&lt;/span&gt; Get rid of my ghost .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Exorcisar. Escrever. Libertar. É isso que eu faço. Dói-me o coração como se tivesse equilibrada numa fileira de bonecos numa feira popular e miúdos de 13 anos andassem a fazer tiro ao alvo. Um deles acerta. E eu caio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;Sinto uma dor profunda no lado esquerdo da minha luta quando desperto .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Imagens difusas. Entregas que não sucedem. Chansons d’amour que não me envolvem mas um minuto. Ma memoire sale. Intitula-se assim. A cena? Perfeita. Contudo é a melodia, é a força que se exponencia ruidosamente como se eleva em mim a imperfeição de sintonizar o impossível de equilibrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;A quoi bon les sanglots inonder les coussins?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;E eu fico ali, lutando contra o nada, observando o tudo. ‘what do you want?’, perguntam-lhe. Os seus olhos azuis respondem. Será que os meus olhos castanhos igualmente se manifestam? Respostas. Respostas. Perguntas. Perguntas. Pergunta-me. Talvez eu te responda. Ou talvez ela te responda por mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Lave&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Ma mémoire sale dans son fleuve de boue&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Du bout de ta langue nettoie moi partout&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Et ne laisse pas la moindre trace&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;De tout ce qui me lie et qui me lasse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Hélas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Chasse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Traque-la en moi, ce n'est qu'en moi qu'elle vit&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Et lorsque tu la tiendras au bout de ton fusil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;N'écoute pas si elle t'implore&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Tu sais qu'elle doit mourir d'une deuxième mort&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Alors...tue-la&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;...encore&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Pleure&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Je l'ai fait avant toi et ça ne sert à rien&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;A quoi bon les sanglots, inonder les coussins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;J'ai essayé, j'ai essayé&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Mais j'ai le coeur sec et les yeux gonflés&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Mais j'ai le coeur sec et les yeux gonflés&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Alors brêle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Brêle quand tu t'enlises dans mon grand lit de glace&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Mon lit comme une banquise qui fond quand tu m'enlaces&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Plus rien n'est triste, plus rien n'est grave&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;Si j'ai ton corps comme un torrent de lave&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;e é como se estes 54 segundos fossem dos mais derradeiros na história da música. como se este intervalo 3:19-4:13, valesse o que valesse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Ma mémoire sale dans son fleuve de boue&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Lave&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Lave&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Ma mémoire sa dans son fleuve de boue&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lave&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S2XLSOCUb5I/AAAAAAAAAWc/g8FBEhfrO8E/s1600-h/jenny2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 189px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S2XLSOCUb5I/AAAAAAAAAWc/g8FBEhfrO8E/s400/jenny2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432972039358279570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);"&gt;Em cada pequeno patamar em que ela se distende. Salta. Eclode. Cresce.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Como os singelos patamares que derrubo contigo. Longe de ti. Lado a lado. Numa visão lateral. E porquê?  Não sei. Não sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-3925231953445225348?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3925231953445225348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3925231953445225348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/01/de-battre-mon-coeur-sest-arrete.html' title='de battre mon coeur s&apos;est arrêté .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S2XLYYQgc7I/AAAAAAAAAWk/tfQWzzcr-QE/s72-c/jenny+1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7479871210709431178</id><published>2010-01-14T18:23:00.007Z</published><updated>2010-01-14T22:33:40.633Z</updated><title type='text'>pain and sorrow .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Quando é que o fogo realmente começa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;O que é necessariamente permissível entre o sentir e o  emergir? Existe uma fronteira ténue, semi-cerrada, entre o âmago da revolução e o bloqueio verbal. Entre o silêncio ensurdecedor que cala as pequenas erupções intersticiais. Onde nos encontramos frente a frente e calamos encarecidamente esse suplicar malicioso. Observando a luxúria percorrer o nosso clímax existencial, vertendo a lava do nosso querer. Permitindo a essa mesma corrente de poder, prosseguir incólume, virgem, imune. A uma dor que dilacera os primeiros gritos de raiva, arquitectando uma explosão imerecida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;Chaos [ . reigns . ]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Nessa barreira reside a culpa condenada, o vazio dependente, que nos arrasta, organizando-nos, numa árvore de censuras patéticas. Onde sair de nós implica fugir deles, no exterior, acarreta despirmos a nossa armadura feita de fel. E aí, procuramos o alimento que nos sustente nessa frágil linha, garmonbozia. Soando initerruptamente nas teias do controlo, vasculhando aleatoriamente as emoções de uma humanidade violada.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S09hZEDe6LI/AAAAAAAAAWU/IxBXfLArQ_s/s1600-h/garmonbozia02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 354px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S09hZEDe6LI/AAAAAAAAAWU/IxBXfLArQ_s/s400/garmonbozia02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426663159217711282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;Daqui, do alto da minha garmonbozia, consumo, recolho, rejeito, explodo. Demonstro, evidencio, exponho. Exponho a ti, meu amor sereno, dor e sofrimento. Envolvência e pena, sangue que não cedo, fixação que não destruo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;Como eu gostava que esse limite entre sentir e eclodir fosse tão simples e legítimo como a desilusão de não encontrar o reconforto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;I want all my garmonbozia .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7479871210709431178?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7479871210709431178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7479871210709431178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/01/pain-and-sorrow.html' title='pain and sorrow .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S09hZEDe6LI/AAAAAAAAAWU/IxBXfLArQ_s/s72-c/garmonbozia02.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-9175381939059033738</id><published>2010-01-07T17:31:00.012Z</published><updated>2010-01-07T19:43:30.467Z</updated><title type='text'>2009</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Não, não foi esquecido, renegado, ignorado. O tempo, que destrói tudo e nada corrói, intacto, estralhaça a oportunidade. Contudo 2009 está aqui, esteve aqui. E assim se apresenta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 102, 0); font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;......&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Porque mais que Gent. Muito mais que capítulos recobertos de bolor e teias de aranha. De força e suor. Sim. Manteiga e pipocas, gomas em formas de ursinho, misturadas, não necessariamente por esta ordem, oh so creepy, ‘Je ne peux vivre sans toi’, mon amour mon ami. Mundo, paz, equilíbrio, descoberta. Paz. Já mencionei? Vontade. Organização. Luta. Determinação. Noite. Neve, flocos de neve, cobrindo o meu peito, o meu sensaboroso arrastar, lali, ‘et je ne sais pas pourquoi’, puna. Objectivos. Vida. Mesmo na minha dianteira. Ver antes de interiorizar. Mel, doce, tranquilidade. Nós. A rolha que me saltou das mãos no exacto momento em que ele derrapou em mim. E sim um ano que se iniciou nos marcos erráticos da sociedade, nos marcos estagnantes da sobriedade. Do que tem de ser e do que é. Saltou. Inundou. Entrei. Clamei ‘show me some revolution’. E ele, concedeu-me.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);font-family:verdana;" &gt;É isso que queres? -  indagou ele&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);font-family:verdana;" &gt;Sim. – respondi eu&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0YlUmGz2tI/AAAAAAAAAU8/rzVnw5owCDU/s1600-h/patrick.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0YlUmGz2tI/AAAAAAAAAU8/rzVnw5owCDU/s400/patrick.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424063836971064018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Et je sais très bien pourquoi. Ah ah ah ah ah ah.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0YmTVDSWRI/AAAAAAAAAVE/5stHMMACHVQ/s1600-h/monamourmonami.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 279px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0YmTVDSWRI/AAAAAAAAAVE/5stHMMACHVQ/s400/monamourmonami.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424064914724641042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;E aí instalou-se, 'segura lá', a utopia, a frustração, a força inimaginável, desafio, suporte, eu suportei sempre, eu levei sempre, sem olhar sem sentir. Simplesmente vivi a revolução sem perguntar sem questionar a dor, cor, temor que dançavam dentro de mim. Não havia tempo. Não houve. Melhor assim? Revolução. Simplesmente nem reflectir, prosseguir, respirar, ceder forças, as que existiam e não existiam. Turn it up turn it up turn it up turn it up. Turn it up turn it up turn it up turn it up. Turn me on. Sempre, sempre em mente com a frase, cantarolando, enviesando, ‘ganhei o que eu queria’. Imaginando ser um polvo espaçoso, um lunático ser dos mares que guardava em si a voz da necessidade, encaixada em si num molusco diário. Guardada para um dia, ela, a voz, a vida, soltar.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0Yoq8xVgxI/AAAAAAAAAVM/8nvOwbnGgiY/s1600-h/DSCF0200.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0Yoq8xVgxI/AAAAAAAAAVM/8nvOwbnGgiY/s400/DSCF0200.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424067519547015954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;E o tempo passou para fora e para dentro de mim. E eu escrevi, pensei, recalquei, engoli, sufoquei, dentro de mim, mesmo no interior desse vulcão em ebulição, apresentei, preparei, madruguei, continuamente. Lutei, revolvi, arrumei, desfiz. Iludi, desiludi. E viajei, arrastando atrás de mim um corpo imóvel, um corpo que apenas concebia o presente. E lá em Gent sim, hello Gent, como quase o ouço interceptar, clamei, continuei, dia após dia, noite após noite, sem pensar, sem parar. Parar, parar, parar. Não. E aprendi. Na maior das fossas existenciais, aprendi que na avidez do nosso encontro pode residir a mais obscura forma de o adiarmos. Adiarmo-nos a nós mesmos. Para quê estarmos? Para quê sermos? Lidar. Aprender a ultrapassar fronteiras, aprender a ser no vínculo e na obrigatoriedade do outro ser. Do exterior. Lidar, gerir, qual exterior, vomitar, eclodir, lançar as nossas mais primárias vísceras em círculo concêntrico. Fugir, saltar fora, como eles dizem. Costumizar o impossível. E encontrei a resposta, o pânico, vendo o meu corpo crescer, aumentar, vendo a minha saciedade desmoronar no patamar ao lado, o mais distante, encarando apenas que essa revolução, essa mesmo que tanto exigi, mostrava-me agora a visão da minha tão desejada evasão. E quando a reconheci e quando a encetei pela primeira e derradeira vez,  foi-me ilustrado que ela não existe gratuitamente, que ela não se dispõe involuntariamente. Provei-lhe o sabor mas antes de tudo visionei o caminho para a alcançar vorazmente.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;fuck the pain away .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;Très bien mais now go. Corre, não desiste. E eu continuei, sem tempo, a perder, a ganhar. Madrugadas. Dores. Muitas dores, muitas dúvidas. E Lisboa oh minha Lisboa....senti em ti aquilo que quiseste que eu sentisse. E oh felicidade das felicidades, fui feliz. E oh, sarcasmos dos sarcasmos, a identidade estava lá intacta. Mas num novo corpo, numa nova mente. Numa nova forma de exteriorizar, num novo interior, num novo enquadrar, num castelo arquitectado e crescendo dentro de mim. Onde as ligações se intercruzavam e abriam alas para o eterno e ansiado mundo. O meu. E sem parar, sem questionar, sem quase respirar, ofegantemente, 2009, passou por mim, nem se despediu porque é como se tivesse parado dentro de mim, enraizado nos meus holes, é como se simplesmente formasse parte do meu sangue. É como se parte de mim fosse 2009. E 2009 fosse eu.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0Yp5YhBkhI/AAAAAAAAAVU/j1LigDxesY0/s1600-h/DSC_0121.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0Yp5YhBkhI/AAAAAAAAAVU/j1LigDxesY0/s400/DSC_0121.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424068867024589330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;e como a música é tão importante para mim quanto essa tal de vida e/ou evasão, 2009 foi um ano muito recheado. Pretendo compilar e colocar disponível um certo volume, mas como ainda não tive oportunidade de tal, adianto o nome das mesmas. Estas músicas iniciam-se apenas na época Gent. São uma mistura de músicas mais pessoais com músicas que simplesmente marcaram o momento. Deles e de mim. Ou só deles. Ou só de mim. Mais à frente, refiro alguns dos albuns que considero do ano e que rechearam os meus momentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;1. Kid Cudi - Day and night&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;2. Lylli Allen – The Fear&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;3. Stars -  Life Effect&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;4. Depeche mode -  Wrong&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;5. Bat for Lashes - Trophy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;6. Lali Puna- Together in electric dreams&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;7. Phoenix- If i ever feel better&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;8. Garbage - You look so fine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;9. Justice – Genesis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;10. MIA - Paper Plans&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;11. Hercules &amp;amp; Love Affair- Blind&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;12. Royksopp - Sombre Detune&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;13. The Strokes - Last Nite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;14. Yeah Yeah Yeahs- Hysteric&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;15. The Whitest Boy Alive – Courage&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;16. The Notwist- One step inside doesn’t mean you understand&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;17. Patrick Wolf – Bloodbeat&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;18. The Organ – Let the bells ring&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;19. The Notwist – This room&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;20. Phoenix – Lisztomania&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;21. Grizzly Bear – Two weeks&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;22. The Notwist - Consequence&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;23. Telepathe- Can’t stand it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;24. Patrick Wolf – Vulture &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;25. Animal Collective – My girls&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;26. Animal Collective – Daily routine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;27. Animal Collective - Bluish&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;28. Hercules &amp;amp; love affair – Iris&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;29. Patrick Wolf – Hard times&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;30. Junior Boys – Sneak a picture&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;31. Au Revoir Simone- Last One&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;32. Placebo -  Happy you’re gone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;33. Passion Pit – Smile upon me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;34. Thievery Corporation -  Só com você&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;35.     Placebo - Astray Heart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;36.     Empire of the Sun - We are the people&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;37.     Lilly Allen - Fuck You&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;38.     M83 - Couleurs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;39.     Kings of Convenience - Mrs. Cold&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;40.     Depeche Mode - Fragile Tension&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;41.     Peaches - Fuck the pain away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;42.     David Lynch - Star Eyes (i can catch you)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;43.     Royksopp -  What Else is There&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;44.     Bebel Gilberto feat Telefon Te Aviv - All Around&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;45.     Michael Jackson - Billy Jean&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;e aqui acabou Gent. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Depois temos albuns do ano sim. sem qualquer ordem específica:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Au Revoir Simone - Still Night Still Light&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Animal Collective - Merriweather Post Pavilion&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Kings of Convenience - Declaration of Dependence&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Depeche Mode - Sounds of Universe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Placebo - Battle for the Sun&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;The xx - the xx&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Junior Boys - Begone Dull Care&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Cold Cave - Love Comes Close&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Patrick Wolf - Bachelor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Soap &amp;amp; Skin - Lovetune for vacuum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Telepathe - Dance Mother&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Yeah Yeah Yeahs -  It's Blitz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;The Whitest Boy Alive - Rules&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Phoenix - Wolfgang Amadeus Phoenix&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Passion Pit - Chunk of Change&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;e sem mesmo qualquer ordem. Patrick Wolf foi provavelmente o mais 'meu' e Depeche Mode o mais corrido no mp3. A minha música do ano foi a Hard Times de Patrick. Por isso sem qualquer tipo de ordem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-9175381939059033738?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/9175381939059033738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/9175381939059033738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2010/01/2009.html' title='2009'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/S0YlUmGz2tI/AAAAAAAAAU8/rzVnw5owCDU/s72-c/patrick.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6575054481034030892</id><published>2009-12-20T18:50:00.010Z</published><updated>2009-12-21T19:41:27.193Z</updated><title type='text'>a dúvida .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Era como um balão almost prestes a rebentar, sempre no limite das suas viscerais tensões superficiais, era como se a vida estagnasse, pressurizasse, decaísse. Era como se um reino de encantar se equilibrasse e construísse sobre pilares sarcásticos e débeis acompanhados por uma voz humana. Era como se simplesmente carne e espiríto fossem automaticamente separados, indo de encontro a uma tômbola pesada mas volátil. Como se a sua armadura não fosse de vidro mas de um metal fundível a -20ºC. Era como se esses mesmos castelos, idiotas nas sua mais vulgar e primária concepção, fossem tão seguros como desenraizados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;[vox humana]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:verdana;" &gt;Era como se a alma, veículo de consumo humano em intempérie sadiana, fosse amolgada e consumida por uma ténue fronteira temida. Era como se apenas o medo, essa palavra maldita, ofuscasse esse ponto de encontro onde a neura se reconciliava com a confiança. Se complementava, sossegava, reconfortava. Sem sequer ponderar na hipótese de engodo, falácia, mentira, ilusão. Sem iludir a própria desilusão arquitectada por um corpo saudável mas desgastado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;I haunted a basketmaker's shop&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Spending days ripping pictures from magazines&lt;br /&gt;taping them to the walls of &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;my prison&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;I remember walking by the sand, each knob represented a different frequency range&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;and I remember holding the hand of the skeleton prince and he swept me into his arms&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;and he. he had tremolo deep in the back of his black eye sockets&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;and he said&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;"Do you want to come away with me into the pitch black pool?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;And I said: &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"I don't know, I don't know, I don't know..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Sy5zELO0b7I/AAAAAAAAAU0/1mMiClfmaZw/s1600-h/vox+humana.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 280px; height: 280px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Sy5zELO0b7I/AAAAAAAAAU0/1mMiClfmaZw/s400/vox+humana.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417393917344903090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Photocopied.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;The wind ripped through the trees and all the stained-glass windows rattled&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;I haunted a basketmaker's shop in 1927&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;And on the beach in the summer there were thunderstorms constantly&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;and they were unpredictable.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;nobody knew when they would come and nobody knew &lt;span style="font-style: italic;"&gt;how long they'd last&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Sometimes they'd only last &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;five minutes&lt;/span&gt;. and sometimes.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; weeks&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;I haunted a basketmaker's shop because I had nowhere to go&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;one long weekend&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Stained-glass windows turning off and on and the tremolo in the back dark corners&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;cobwebs stripped, mildewed&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I remember acoustic guitars and bells, I remember the cathedral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I remember cassettes, cathedral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I remember cassette cathedral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I remember cassette cathedral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;E naquele repouso inóspito, árido, desprovido de um quente recolher, de um macio acordar, de um pleno adormecer, fundiu-se o corpo com a necessidade de prosseguir, de apenas viver, dia após dia, num verdadeiro conhecimento, de uma pressão inigualável mas ultrapassável. E dado esse passo, essa redoma circunstancial, essa bolha no limiar da explosão rebenta assim, arrastando atrás de si, pedaços de uma vivência desaforada, de uma experiência desafortunada, de uma errada entrega corporal, de um negativo impresso em carne viva. Onde o sangue escorria, o sangue não estancava. De um vermelho vivo atroz, de uma força e fluidez apreciáveis, mais do que aceitáveis, correntes mas estrondosas. Onde aquele rio de sangue inundava o meu dedo e me catapultava para o novo mas antes de tudo, o próximo patamar. Aquele. Onde toda aquela voz suplantava o ócio, o que é e que tem de ser. Ópio da mente humana, vender a sua identidade a si própria a troco de uma consciência sustentada, que não mais pode ser alcançada senão através de um suicídio existencial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;E nesse mesmo corpo repousou a mente, agastada e dilacerada, retorcendo os membros e absorvendo os resquícios da bolha eclodida, pairando sob o ar, pairando sob si, adornando a apatia e o vácuo, instantaneamente surgidos como mero resultado dessa libertação. Recolocando-os e orientado-os para entre eles de novo recomeçar o hábito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:verdana;" &gt;Onde o metal cristalizava em vidro novamente. Inexoravelmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6575054481034030892?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6575054481034030892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6575054481034030892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/12/duvida.html' title='a dúvida .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Sy5zELO0b7I/AAAAAAAAAU0/1mMiClfmaZw/s72-c/vox+humana.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6442620021553969802</id><published>2009-12-01T22:59:00.010Z</published><updated>2009-12-01T23:40:00.687Z</updated><title type='text'>Chapter VI</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);"&gt;. silence. all around .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Levantei-me, ele elevou o olhar, fitou-me fixamente, enroscou-se na minha mão. Eu ajoelhei-me perante ele, deixei-o enrolar-se na minha despedida, observei-o. Ele observou-me. Mutuamente envolvemo-nos no olhar, suspendemos o tempo, equilibrámo-nos na confiança. Pertencíamos um ao outro. Parei, estagnei, perdi. Lágrimas de felicidade, lágrimas de dor. De uma dor que teimosamente mantenho em aberto, em suspenso, à espera de um dia maldito que me invadirá a alma, dilacerando-me as visceras e destruindo-me a existência. Ele retrocedeu, estranhou o meu desespero traduzido em lágrimas que inundavam o seu corpo, deixando-me repousar sobre o seu peito. Parti, deixei-o. Para um precoce regressar. Virou-me as costas. Parti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255); font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SxWgygVvESI/AAAAAAAAAUs/QbikfOH4od8/s1600/P8020062.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SxWgygVvESI/AAAAAAAAAUs/QbikfOH4od8/s400/P8020062.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410407316890521890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 51);"&gt;Um virar de esquina mais aliviante de sempre. Um descanso perpétuo, uma ansiedade sossegada. Como isto pode ser? Sendo. Quando a luz ao fundo do túnel representa paz, representa vontade, desejo, hamonia. Desci. Carreguei, suportei. Com uma força indubitavelmente aumentada num novo corpo que agora me pertencia. Entrei. E nessa viagem revisitei, ansiando cada segundo desse mês, todavia descansando os meus membros acelerados. Reencontrei. De uma forma inimaginável, houve alegria em reencontrar, em bradar, clamando um regresso temporário. Prossegui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;Gent . Parte VI .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;E agora que o caminho parecia tão simples, agora nesse derradeiro alcançar, fugia-me por entre os dedos a oportunidade de ser apenas. De absorver. Como sempre quis. De tentar, de me deixar conduzir pelas ruas da harmonia. De estabilizar. Apesar de um dia a dia estúpido já coberto pelo bolor que me circundava. Apesar de pequenos desvios, contudo facilmente ultrapassáveis. Ali, onde tudo convergia secretamente, onde o sentimento de pertença, de empatia, de amizade falavam mais alto, onde o nível e o reconhecimento ganhavam lugar, onde simplesmente essa simplicidade residiam, ali, era o meu lugar. Aquele que outrora reneguei, aquele que fui impelida a considerar como frágil e efemero aquele que podia ter sido meu desde o início. Aquele que me furtaram, aquele que ignorei. Será que ele permanecia escondido atrás de uma porta semi-cerrada ? Ou totalmente cerrada ? Será que mesmo com esta nova força eu não poderia arrombá-la, reduzindo a pó todo o resquício inglório ? Talvez. Penso que nunca saberei essa resposta. Ou talvez sim. Sei porém, que até ali, tudo fora errado, wrong, too wrong, e que aquele mundo para mim arquitectado, encerrou em si cada desnível de uma paz mais que merecida. De uma vida. De uma experiência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;E que esta melodia ouvida inicialmente acabava por se repetir intrinsecamente, agregando-se a uma moral que sempre intitulou esta história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong . wrong . wrong .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I was born with the wrong sign. In the wrong house. With the wrong ascendancy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I took the wrong road that led to the wrong tendencies.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I was in the wrong place at the wrong time for the wrong reason and the wrong rhyme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;On the wrong day of the wrong week. I used the wrong method with the wrong technique.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;There's something wrong with me chemically. Something wrong with me inherently.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;The wrong mix in the wrong genes. I reached the wrong ends by the wrong means.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;It was the wrong plan. In the wrong hands.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;With the wrong theory for the wrong man.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;The wrong lies, on the wrong vibes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;The wrong questions with the wrong replies.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I was marching to the wrong drum with the wrong scum, pissing out the wrong energy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;Using all the wrong lines and the wrong signs with the wrong intensity.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I was on the wrong page of the wrong book with the wrong rendition of the wrong hook.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;Made the wrong move, every wrong night.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;With the wrong tune played till it sounded right yeah.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong, wrong&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Too long&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Too long&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Too long&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Too long&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Wrong &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Too long&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I was born with the wrong sign in the wrong house with the wrong ascendancy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I took the wrong road that led to the wrong tendencies.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I was in the wrong place at the wrong time for the wrong reason and the wrong rhyme&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;On the wrong day of the wrong week.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;I used the wrong method with the wrong technique&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Wrong&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E nesse ponto, nesse mesmo ponto, outra melodia avançava pé ante pé até mim, colmatava os espaços em branco, os vazios, os holes que se multiplicavam no meu espirito, consumia-me uma possibilidade de absorção, de simplesmente paz. Onde quem ri por último ri melhor. De um envolver diário, de um sorriso estrutural, de duas personalidades complementares que me abriam alas para esse mesmo paraíso existencial. De uma postura estável e de uma postura apaixonada. De vocês e de mim.  De algo que uma vez mais na minha vida teve de ser interrompido. De nós. De um momento em que estico as pernas e transpiro equilíbrio por todos os meus poros, em que deito e comigo deita a minha vontade, em que abro o desejo ao tem&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;po, permitindo-me evadir serenamente, suavemente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Em que paro, em que tão somente paro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E vivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;After all all i have in my mind is just silence all around&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;A thousand times i´ve tried to find pieces of dreams, visions and sounds&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;And I pray for better days&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Do you know how it is without anyone, do you know&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Anyone?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SxWgQ1O43II/AAAAAAAAAUk/s68sDoNOXwg/s1600/P8050093.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SxWgQ1O43II/AAAAAAAAAUk/s68sDoNOXwg/s400/P8050093.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410406738383395970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;E num vácuo sugado para dentro de mim, num vulcão a eclodir dentro das minhas vísceras, no encontrar sub-humano de fora para dentro, dentro para fora, encerrei, aqui nesta Lisboa que me pertence, que me envolve. Aqui fecho à chave Gent atrás do tempo, Gent atrás de mim, atrás de uma injustiça, behind my back, in my back, um sonoro silêncio dentro de mim e por fora intrínsecamente fora de mim. Exterior-interior. Conexão ousada. Sub-divisão aleatória. After all, all i have in my heart are the pieces that i found. Shades of blue, swimming in the moon, counting the stars all around. I say a prayer for better days. E eles alcançaram-me. Depois de uma inefável guerra que não foi ganha. Adiante. Um hole que se esvaziou preenchendo-se. Aqui estou. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Do you know how it is without anyone?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;do you know anyone?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Don't let it go&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Never forget that when i think of you&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;You're not alone.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;eu .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6442620021553969802?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6442620021553969802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6442620021553969802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/12/chapter-vi.html' title='Chapter VI'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SxWgygVvESI/AAAAAAAAAUs/QbikfOH4od8/s72-c/P8020062.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5947305924706124490</id><published>2009-10-25T15:28:00.010Z</published><updated>2009-10-25T20:04:31.031Z</updated><title type='text'>Chapter V</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;E a ansiedade queimava um corpo já agastado, semi-destruído pelos dias, pelos meses, pelas horas e milésimos de segundo. Repentinamente após aquela partida mais que desejada, a partir daquele dia no calendário mais que continuamente adiado e esperado, o espírito fundia-se com o corpo na plenitude de um oxigénio limpo, um azoto inerte, um efusivo suspirar. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Anything you said to me was lost in ether overseas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; and timing changes everything when i was right . &lt;/span&gt;Alívio, pele ressequida por um suor oculto, ardida por um fogo invisível, afinal, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fire walk with me&lt;/span&gt; .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Calma, harmonia, reorganização. Re-posição, ajuste, a uma nova realidade. À minha realidade, totalmente e fortuitamente roubada, violada. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;only you can make you happy oh . &lt;/span&gt;Naquele instante ela&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;lentamente caminhava para mim, debruçava-se sobre mim, sorria-me como que troçava da minha ignorância. Da minha falta de senso, da minha perda, má sorte, falta de sorte. Onde tudo foi wrong.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Gent. Parte V .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Continuação de momentos, continuação de um emaranhado de raivas e incompreensões, de injustiças diárias com as quais tinha de lidar obrigatoriamente, necessariamente, impotentemente, imponentemente. Que me incendiaram a carne, a tolerância, que desafiaram os limites. Confronto. Tempo. Que me fugiu. Que operou entusiasticamente uma derivada parcial no meu peito, que me simultaneamente agrediu. Perda. De sentidos, de noções. De cores, de sabores. Confronto. Again. A necessidade de conciliar, a urgência em vingar, em vencer, em dar. O momento que aconteceu e não aconteceu. Ela. Sempre a mesma. Mudança? Nunca! Sempre a mesma. Eu a ter que saber lidar. Continuamente. Periodicamente, um cansaço incomensurável. Inviável, impossível. Não. Mais que possível. Muito mas muito desgaste. Felicidade. A saia branca e eu dormindo sobre a cama com o leve susurrar do vento, a percorrer o meu corpo. O pleno adormecer numa displicência sugada para dentro de um vulcão adormecido. Eu. Azul, rosa, branco. Branco, branco, branco. Necessidade, extase. Era para ser. Contornar. Teve de ser. Aceitar. Injustiça. Perfeição. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The same freedom you feel is what's been blowing in my sail, since i arrived here . &lt;/span&gt;Que estava mais perto que nunca, que me acenava entusiasticamente. Saber esperar, saber ser dentro desse contexto já saturado e impregnado de um sensaboroso acordar. Acordar para mais um círculo vicioso de contar os dias e as horas para, finalmente, partir. De deslizar sobre o espaço que foi suspenso. Por mim. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;it's all or nothing .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Lisboa . Parte I .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana;" &gt;E indiscutível parte. Insolúvel, estraçalhada e submersa. Nunca. A mesma. Eu que verti o passar dos minutos em pequenos tiques de corda. Entreguei-me. A ele, que me cedeu a glória. Esforço, concretização. Mesmo que mal tenha dado conta que esses mesmos minutos trespassaram a minha mente. Sucesso. Descanso. O merecido e eterno. Pertenças, too beautifull to fuck, ele. A casa, ela. Eles. Momentos, reencontros. Um correr para a plataforma brutal, cómico, auspicioso. Porque lá cheguei e fui recebida de braços abertos. Uma emoção inesquecível. Os segundos, as altitudes a atropelaram-se, o meu estomâgo a eclodir pela boca. Ansiedade a mais, quase estado pós-morten. Quase morte. Quase morri. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Didn’t know you had it in you so be hurt at all . &lt;/span&gt;Pela primeira vez, em quatro meses e meio essa ânsia de viver, de sentir, de me entregar, de pisar a minha terra assolapou-me, revolvendo-me os sentidos e apoderando-se da minha embriaguez mental, masturbando-me o auto-controle. Troçando da minha própria intensidade, essa que hibernou por quase cinco meses. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;You waited too long &lt;/span&gt;. Enclausurando-se no restícios dos meus compartimentos internos, semi-cerrando um êmbolo hermeticamente fechado. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;You should’ve hook me &lt;/span&gt;. Onde toda a minha fúria de viver e a minha consistência se expandiam, ganhavam espaço, tempo e local. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;You lost control and you lost your tongue&lt;/span&gt; . Onde tudo foi possível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;You were fronting because you knew you’d find yourself vulnerable aroud  me .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;E foi aí que a Mrs. Cold cedeu e cedeu bem. Foi aí que esse muro de gelo se derreteu e se tornou vulnerável a uma realidade que sempre lhe pertenceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:verdana;" &gt;Nothing you can say is gonna change the way i feel .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuRy0QhtmkI/AAAAAAAAATw/9wVX8Qk4Uvs/s1600-h/P8010006.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuRy0QhtmkI/AAAAAAAAATw/9wVX8Qk4Uvs/s400/P8010006.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396564495611828802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5947305924706124490?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5947305924706124490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5947305924706124490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/10/chapter-v.html' title='Chapter V'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuRy0QhtmkI/AAAAAAAAATw/9wVX8Qk4Uvs/s72-c/P8010006.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7499217473987420838</id><published>2009-10-11T20:35:00.005+01:00</published><updated>2009-10-11T23:24:15.496+01:00</updated><title type='text'>Chapter IV</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Am&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;sterdam….amsterdam…..amsterdam….&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StI1vGrqqEI/AAAAAAAAATg/DkxAN2YasfU/s1600-h/CIMG3578.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StI1vGrqqEI/AAAAAAAAATg/DkxAN2YasfU/s400/CIMG3578.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391430787279792194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;i'm getting lost in your curls . i'm drawing pictures on your skin .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;so soft it twirls .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Uma cidade multicultural, mas também uma fonte inesperada de sensações, diferenças, atitudes, um novo mundo dentro do mesmo mundo, uma cidade dentro de um pais. Amsterdam tem uma magia especial não oculta pela sua conhecida liberalização em drogas e prostituição. Ali, a liberalização é de mente, de espiríto, de diferença aceite, de personalidades, de liberdade. Ali respira-se liberdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I don’t mean to seem like i care about material things. Like a social status.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I just want four walls and adobe slats &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;for my girls .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Várias cores entrecuzavam-se em ruas, avenidas, iluminavam bicicletas, pontes, rios, canais, lojinhas, flores. Havia um encanto peculiar em cada esquina e em cada moradia. Uma arquitectura que reflectia na perfeição todo o universo latente, uma originalidade que fervia à flor da pele, da pele de Amsterdam. Eram luzes, cheiros, sabores e toques. Toques em algoritmos não evidentes que nos levaram por um escuro, porém brilhante túnel posicionado ao longo da nossa curiosidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;when it’s just precisely tuned . that’s how it comes out so nice .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;E porque Amsterdam soa a Animal Collective....&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StI1KLOw8HI/AAAAAAAAATY/FHXjnTtLTJM/s1600-h/CIMG3570.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StI1KLOw8HI/AAAAAAAAATY/FHXjnTtLTJM/s400/CIMG3570.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391430152845586546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;E sorrateiramente absorvi momentos, identifiquei uma mudança súbita que agora mexia comigo, me desafiava, colmatava os espaços deixados em branco, vazios, por ocupar, deixava-me à merce de uma reviravolta que clamava por uma osmose rápida. Sem tempo nem lugar para escolhas nem perguntas. E agora nada mais fazia confusão. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;This moment is yours and you can give it to someone else.&lt;/span&gt; Agora tudo se misturava em palácios ílicitos, em fontes que jorravam uma água divina enebriada por uma red light efusiva, gritante, premente. Que apenas lá se localizava, deixando espaço a todas as questões existenciais mais evidentes que podiam existir. Onde tudo tinha lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Gent . Parte IV .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Up uneven steps and talking's hard &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Um rol de experiências por provar. Um redemoinho de sensações eternamente adiadas, já recalcadas, ignoradas como que impensáveis. De um momento para o outro, parando para reflectir no meio desse turbilhão, encontrei o meu corpo simultaneamente adulterado e submerso nesse tsunami de novidade. i've been wasting all my time. Parecia que tudo era para ser tudo apenas naquele singelo instante, como se tudo lhe fosse dado a absorver como quem engole um meteorito agastado pelo tempo mas como que fosse antes do mais concedido em uma overdose. Em catadupa. Porque o que ele atravessou antes de tudo foi uma avalanche de sensações inimitáveis, incomparáveis, indissiocriáticas. with the devil in the details .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;if i ever feel better....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Momentos, pessoas, minhas pessoas. Envolvida pelo ambiente de uma cidade por demais atraente, o desejo assolapou-me abrindo alas para um sentimento de compreensão e acompanhamento. Invadiu-me, preenchendo-me os sentidos, redescobrindo em mim os pontos de cruzamento entre a empatia e a amizade, recuperando em mim esse sentimento de pertença a alguém, a alguéns que antes de tudo me compreendem e me aceitam. you always smile upon me and i smile upon you...too. Na loucura, no desequilíbrio. and i've got no energy to fight. Na insanidade dos arrastantes, na perfeição de momentos. No ridicularizar de falsas profecias, de mal-entendidos na matéria que mais não fizeram que lançar ignorantemente faíscas de pretensão que teimavam em não queimar no inferno que os viu nascer. i can't stand to watch this . going down . De farpas que não me atravessaram, de circunstâncias que me surpreenderam, de vinganças que não me escaparam. he's a fuking pantomime . the devil in the details .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;happy you're gone .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E ali , naquele dia, saí, no meu corpo imune dilacerei, vestígios de uma humilhação imperdoável, de um envolvimento dispensável, de uma novela de episódios insólitos, balanciei o meu corpo ao som delas, ouvi-as como que a ecoar no meu espírito, deitei-me ao longo daquele canal, respirando, tão somente. i'm the one to forget. the one you won't regret . Pela primeira vez expirando o ar puro, a harmonia que renascia das cinzas, que sempre ali residiu e que agora não me castrava o inspirar. Que agora me fazia viver. i know you think that you know me. cause it's been a long time. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;so let me go. cause you don't.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;and you'll never &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;know&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Da Ressureição.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StIz8SzbFWI/AAAAAAAAATQ/lNNRwBAXpL8/s1600-h/278.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 224px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StIz8SzbFWI/AAAAAAAAATQ/lNNRwBAXpL8/s400/278.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391428814848595298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7499217473987420838?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7499217473987420838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7499217473987420838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/10/chapter-iv.html' title='Chapter IV'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StI1vGrqqEI/AAAAAAAAATg/DkxAN2YasfU/s72-c/CIMG3578.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6988027230880346762</id><published>2009-09-23T18:00:00.001+01:00</published><updated>2009-09-25T20:45:06.345+01:00</updated><title type='text'>Chapter III [hard]</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;Give me hard times . I’ll work harder . Harder .&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Em Patrick Wolf tudo foi hard. Bachelor foi o seu último album, que reflecte essencialmente um ultrapassar de algum desvio menos satisfatório na sua vida. Bachelor consegue ser consistente e autónomo, traduz a força, irreverência e desespero do músico, salientando o seu aspecto mais selvagem em busca de um horizonte perdido. Paz. Harmonia. Equilíbrio. Estabilidade. Realização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrpYqgPnr8I/AAAAAAAAATI/vCVfO8xfM2I/s1600-h/Patrick%2BWolf1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 269px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrpYqgPnr8I/AAAAAAAAATI/vCVfO8xfM2I/s400/Patrick%2BWolf1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384713791708049346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;" &gt;I'll work harder . harder .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;for resolution .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;Porque as vezes quando tudo é hard é possível vislumbrar a luz que nos guia ao fundo do túnel. Quando essa luz apenas depende de si, a satisfação em devorar barreiras é enorme. Quando essa luz se balanceia em vertiginosas teias de aranha, criadas e transformadas por um exterior sujo e dispensável, torna-se quase impossível encará-lo como um mero ´hard times´. Porque automaticamente deixam de ser hard times. E passam a ser &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;no times&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;Gent. Parte III .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;´eram gritos irreflectidos no espaço. Um espaço que não me pertencia. Eram risos, vozes, entregas. Era ele, esse ser dos infernos, era eu a ser totalmente estúpida. Para comigo, para com o momento. Era uma sala saturada, um vácuo que me sugava para dentro, sem hesitar. Era um controle perdido em pequenos derrames de insanidade, era um extase de desespero. Divided nation . In sedation . Desespero pela falta que ele, ela, ele e ela me faziam, agonia por ver demais, ser demais, ansia por viver. Somente ser. Sem direito a treguas. A contratos assinados em falso. Daí a minha revolta. O meu contrasenso. Fui imprópria, nao para o exterior mas para com a grua que sustentava a minha loucura. Louca, fui louca. ´Porque ela é uma desequilibrada, porque ela crasha quando não é o centro das atenções´.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div face="verdana" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Sombre Detune .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrF3qaWCqhI/AAAAAAAAAS4/MwlPnZ2H9yY/s1600-h/blog3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrF3qaWCqhI/AAAAAAAAAS4/MwlPnZ2H9yY/s400/blog3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382214600194435602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 51);font-family:verdana;" &gt;Qual atenção, qual conhecimento de causa, julgou-me como se a podridão que o habita lhe concedesse tamanha clarividência. We have grown up to ignore . Mediocrity applauded . Porque nele apenas reside o vazio, pulsações dirigidas por instintos animais, colapsos temperamentais, desinteresse. Porque com aquela postura ele só perdeu, o paraíso no inferno, ´o mundo que não foi cor-de-rosa´, a desordem em encontrar uma ordem na sua fome. E depois eram elas, meros seres não-habitados, vagueando pelo meio do seu falecimento, seres que à partida morreram à nascença. Seres que se arrastavam atrás de copos, atrás de alcool vertido, atrás de si mesmas, ignorando que nunca se poderiam encontrar numa planície tão estéril. Who keeps score?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 51);"&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ignorance is still adored&lt;/span&gt; .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Show me some revolution .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrpYcNgJlOI/AAAAAAAAATA/KiYldMQtvJ0/s1600-h/blog+6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrpYcNgJlOI/AAAAAAAAATA/KiYldMQtvJ0/s400/blog+6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384713546158937314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E mais uma vez pequei. Não no interior do meu compartimento selado a carvão, riscado a azul. Fui eu, agi como eu. Acreditei em mim, venci por mim. Heteredoxo? Meu. Esvaí. Sabem o que significa dilacerar? Cortei. Como quem corta um tomate, esventrei a minha dor, distribui a minha insensatez. Aprendi. A ser, a mostrar, a discernir. Courage . A perder, a moldar. Dividi. O relativo do absoluto. Hesitei na escolha. Devorei o meu hard times. Engoli em seco. This battle will be won! Observei-a. Reflecti acerca do meu acto irreflectido, ponderei, senti pena. Mero arrependimento. Mera perdição. Recalquei. A sua ignorância, a sua linearidade. What are we going to do about this? Ultrapassei, criei. E saí, ilesa pela porta dos fundos, como se a minha identidade não tivesse sido atropelada por um veículo a 200 km/h. No matter what we say,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" &gt; no matter what we think . Lutei. Revolvi. Distingui. Suportei. This battle will be won! E no fundo venci. Ela foi ganha. flow sweetly . hang heavy .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Harder .  harder . harder . &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;now&lt;/span&gt;!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Num dia a dia insuportável fui sempre superior. If they only see you with their fear . Fui sempre eu. Fui sempre o que sou. Num quotidiano sufocante afoguei a minha revolta, exorcisando ofegante essa solidão pontual, abafando um vulcão que teimava em eclodir através da minha boca, do meu peito, do meu estômago, sobretudo através dele, perante ele adormecendo, sacrificando. And they only hear you with their pride . Porque esse sacrificio eu fui obrigada a efectuar , essa demora fui eu que suportei. Mesmo quando a minha pele efervescia em eczemas, cortes, cores, mesmo quando o sangue corria abruptamente de mim sem razão, sem origem. because i feel blind .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I will never read your stupid map . &lt;span style="font-style: italic;"&gt;So don't call me incomplete&lt;/span&gt; .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:verdana;" &gt;Mesmo quando o cinismo e a imundice rodeavam o mundo que me circundava, por entre cada riso, cada confidência, cada noite, consegui sempre superar, esperando a sua partida, a partida de um inferno que inesperadamente tomou conta da minha realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;it's a hard lesson . &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;oh let me learn!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrF3Jr7bJtI/AAAAAAAAASw/csHZvJjNFkM/s1600-h/b%C3%A7og4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrF3Jr7bJtI/AAAAAAAAASw/csHZvJjNFkM/s400/b%C3%A7og4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382214037978949330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6988027230880346762?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6988027230880346762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6988027230880346762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/09/chapter-iii-hard.html' title='Chapter III [hard]'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SrpYqgPnr8I/AAAAAAAAATI/vCVfO8xfM2I/s72-c/Patrick%2BWolf1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6736578820642734436</id><published>2009-09-08T17:24:00.005+01:00</published><updated>2009-09-08T17:47:09.221+01:00</updated><title type='text'>Chapter II</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Inesperadamente entre risos, personalidades, injustiças, noites, aromas, diferenças e cedências, assomou no horizonte temporal uma descontinuidade. No meu adormecido subconsciente formou-se uma indefinida vontade de ser. De conhecer. De possuir. Ganhou forma e relevo na inconstância do meu desejo. Do meu querer. Do meu consciente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;' . Era como se fosse a personificação do diabo, do ser do mal, porque incutido foi, intrínseco se estabelece, maligno se assimila. Assim ficou a interiorização, a imagem, a verdade. Porque a verdade pode ser verdade a qualquer momento mesmo que se baseie na mentira e nela cresça, crie raízes, se distancie ou se alimente. Dessa forma, ele foi absorvido, pela sua mente, pelo seu eu, por algo que apenas era sem qualquer tipo de interrogação metafísica. Estavam no seu local habitual, onde umas varandas brancas se entrecruzavam com blocos beges, onde escadas faziam ligação a andares todos eles claros, amplos, limpos, aparentemente limpos, muito ofuscantes na sua pureza, virgens. Ela estava ali, e naquele consciente, naquele segundo que passava, ele aproximava-se dela, e ela desligava mais do que ela própria já desligara do mundo, deixando-se conduzir por aquela imagem masculina e somente desejando que ele a consumisse. Porque era a raiz do mal, era a língua do ser das trevas que ela ansiava ardentemente que a percorresse sofregamente, intensamente, lascivamente. Porque a luxúria da sua intempérie batailliana clamava desesperadamente por aquela entrega, entrega essa que nunca sucedeu contudo agora se estabelecia, se vivia, mais do que se imaginava, se perdia, se integrava, se dilacerava em sangue, suor e dor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;Ele acompanhava-a linearmente no seu deleite temporário e nesse recôndito espaço incluso, libertava as hormonas que o destruíam, que deslizavam sobre as suas veias, que escorregavam em espiral por todos os seus interstícios corporais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I’m not like all the other girls.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I can´t take it like the other girls.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;I won’t share it like the other girls.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;That you used to know.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;E ali ela esvaía-se no seu eu sem pudor nem arrependimento, e ele apenas vertia, expulsava o veneno que o mantinha de pé, e novamente se erguia calmamente sobre si mesmo. O mal tinha-a possuído e ela apenas queria ceder à tentação porque nela podia sobreviver e aprender na emoção, ganhar na razão, perder na tentação .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Quando percorreu o seu compartimento, procurando peças soltas, e tentando aligeirar o espaço e o tempo que lhe restava, conseguia interiorizar limpidamente o quão circunstancial tinha sido a sua vivência nocturna. Porém quando o seu olhar se cruzou com o dele, ali, ela sabia que havia mais.'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Gent. Parte II.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;E nessa melodia metafórica, irreal, impossível, nessa  mentira quotidiana formava-se um crescente sentimento de equílibrio, de felicidade, de adulteração dessa mesma noção de harmonia. Acreditava-se no amanha apenas porque se vivia. Tolerava-se o exterior, circundavam-se as colinas respeitosamente estagnantes porque sim. Porque aquela paz, aquele viver, eram preenchidos, porque a falta de tempo aí se reencontrava com a ansiedade em catadupa com a curiosidade. Porque o tal mal, essa origem, essa forma humana, adoptava cada vez mais um espaço militarmente estável e apaixonante. Porque era o que se sentia ser do que propriamente o que se sentia por esse inferno. Porque o inferno transmutava-se em paraíso, falso, inconsciente, contudo palpável para a realidade. Porque aquele momento era o momento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;´e por entre pontes, abdicações, criações e ficções, mantinha-se o desconhecido, mantinham-se as indiscrições, as partilhas, as vivências. Continuava-se a respirar a mesma proporção de azoto e oxigénio que saturava o nosso psíquico e que preenchia, esvaziando, a nossa necessidade intelectual, temporal, local. Num espaço que cada vez mais fugia de mim.´&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(153, 0, 0);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SqaH99mhNKI/AAAAAAAAASo/UEOf9ybUyzc/s1600-h/DSC00389.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SqaH99mhNKI/AAAAAAAAASo/UEOf9ybUyzc/s400/DSC00389.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379136303518528674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6736578820642734436?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6736578820642734436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6736578820642734436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/09/chapter-ii.html' title='Chapter II'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SqaH99mhNKI/AAAAAAAAASo/UEOf9ybUyzc/s72-c/DSC00389.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-1188118842467046981</id><published>2009-08-23T17:01:00.005+01:00</published><updated>2009-08-24T22:07:40.470+01:00</updated><title type='text'>Chapter I</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;and thats what makes my life so fucking fantastic .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);"&gt;Um cheiro. Imenso. Um aroma que se perpetua pelas ruas, vielas, pelos soalhos quentes, húmidos, pelas moradias encarriladas segundo uma ordem harmoniosa, pelo constante, pelo plano. Planar visao. Por mim que entrei naquele carro sem saber para onde ia, partindo totalmente ao desconhecido. Receando uma desilusao premente mas nao ignorando aquele aroma que agora penetrava no meu espirito, entranhava-se na minha roupa, me possuía. Era um cheiro que a ele pertencia. A ela. Era o rosto da minha nova realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Wrong. Wrong. Wrong.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);"&gt;Cheguei, a minha intemperie repousou sobre o arbusto da minha malograda sorte e caimos, juntos, na encruzilhada que agora se fechava a nossa frente. Cai. Mas revolvi. Revolvi sempre. Nao me calei. Nao quis consentir um fado daquele tamanho. Nao era justo. E durante dias lutei. Debrucei. Era a minha identidade que agora ganhava forma, uma nova circuncisao, uma nova aparencia. E nesse redemoinho visceral acabei por sucumbir, deixar-me levar, escorregar pela espiral que agora se apresentava diante de mim. Mais uma vez perdi o tempo, o meu tempo, fugiu sem eu dar conta, nao tive simplesmente tempo para reflectir. Fui sugada, completamente envolvida na minha nova realidade. Em pequenos momentos, pequenas instancias, pequenas diferencas de personalidade. Onde tudo parecia errado, porem onde eu propria cedia uma oportunidade a minha insanidade.  E nesta nova etapa mergulhei. Profundamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;Gent. Parte I. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;Uma janela aberta, uma claridade exacerbada, uma calma continua, um espaço por conquistar. Onde lentamente e selectivamente repousei os meus pilares, onde concedi espaço.  Novas noites, outras noites. Jantares, turcos, tailandeses, bares belgas. Outros sorrisos, outras atitudes. Legitimas? Sim. Mas nem sempre toleraveis, correctas. Duas semanas demasiadamente intensas. Ajustes. Como o meu corpo a um novo quotidiano. A um esforço diario que me consumia as forças. Onde cresci e metamorfosiei. Onde moldei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 51);"&gt;Moldar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;too wrong .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Questões. A musica diaria enquanto ela conduzia airosamente, uma mente efervescente, uma postura atraente, agradavel, decidida, aberta. Postura essa que se complementava com a sua companheira de casa, de trabalho, de viagens, de partilhas, essencialmente de empatia, uma postura airosa complementar a uma postura calma, ponderada, racional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Onde tudo quebrava e parecia assustadoramente real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Porque nao havia uma fuga, havia uma continuaçao, com outras realidades, uma fusao com um novo mundo. Que em tudo parecia me alcançar, dando-me calma, como me dando agitaçao, orientando-me, como me revolvendo. Fazendo-me esquecer toda a injustiça, toda a ardua investida para vencer diariamente todas as batalhas, fazendo-me aceitar a minha sina, o contratempo, o obstaculo, fazendo-me simplesmente habituar a algo que seria impensavel se ele nao existisse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E permitindo-me evadir, invadir outros territorios em mim, que jamais pensei que pudessem ser albaroados.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SpF3YJfJmmI/AAAAAAAAASg/FlIMHbnt1uQ/s1600-h/P3060031.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SpF3YJfJmmI/AAAAAAAAASg/FlIMHbnt1uQ/s400/P3060031.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373207087176850018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-1188118842467046981?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1188118842467046981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1188118842467046981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/08/parte-i.html' title='Chapter I'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SpF3YJfJmmI/AAAAAAAAASg/FlIMHbnt1uQ/s72-c/P3060031.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-864110800178040956</id><published>2009-04-04T17:54:00.006+01:00</published><updated>2009-04-07T00:21:49.171+01:00</updated><title type='text'>life.effect</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;. completely out of control . i deserve that . sorry for the inconvenience .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Fevereiro. Não foi? Um mês. Passaram mais. Lamento. Enxorrada. Quase que não a sinto. Foi. É. Continua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Vida. Naquele preciso momento senti-a. Patamar. Atinji-o. Sentei-me. Senti. Sentir ou persuadir? Consciência ou obrigação? Sabes o que não me sustenta? Eu mesma. Mas ali fui eu. Ali mesmo. Na perda, da derrota, nas mil batalhas volvidas, na dor, no cansaço, na guerra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Duas batalhas perdidas, uma guerra ganha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;E ali tudo descaiu em cima de mim. Ali tudo era meu. Ali eu era eu. Convergiu. Ponto gravítico. Ascenção. Cor, odor, sabor. Sabes? Não. Foi demais. Porque naquele instante eu somente segui a linha. Sendo eu, sofrendo por mim e comigo acordando, comigo sonhando, arquitectando, formando, construindo. Se senti o peso? Foi demasiada força, determinação, discernimento. Naquele redemoinho de sensações fui eu sempre. Encontrei-me e a mim me prendi. Com uma corda débil. Prossegui, lutei, con&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;segui. E agora aqui estou&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;eu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;I never felt the pain but one day it came a little. Realize my fate.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);"&gt;Shut it down. Increase the pressure .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Estranho. Cartas, premoniçoes, futuros. Ditados. Criados. No fundo não houve tempo, suspiro, acção. Não houve minuto. Houve paz? Houve guerra. Houve algo que eu sempre precisei, clamei e me foi concedido. Felicidade? Extase? Não. Foi sobretudo estranho. Sobrenatural. Porque não houve tempo e assim simplesmente só pude lançar os meus braços no ar e carregar, segurar, suportar todo esse peso, como se apenas me fosse lançado. Segurei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;E continuei a levar com mais e mais toneladas. De confusão, ambiguidade, contra-senso, de surrealismo. Porque nele morei e quero continuar a residir. Foi estranho sim. Foi algo mais que incompreensivel. Se calhar mereci, se calhar teve  mesmo de ser assim. Se calhar é esta a prova que eu preciso de ultrapassar para ser eu. De&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;vez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana;" &gt;Cheguei. Aqui cheguei. Aqui fiquei. Aqui estou. Não houve tempo nem espaço e eu nunca soube viver sem ele. Sem eles. E aqui nem questionei. Vivi. Respirei. Mergulhei. Essa a palavra certa. Mergulhei. Profundamente. E agora aqui estou eu. E é quase inacreditável. Porém não chega a sê-lo pois no limiar do significado da palavra ‘quase’ vive a ilusão de um sentimento de pertença suspenso. Já não é preciso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:verdana;" &gt;Todavia se for a reflectir, sim. So strange. Pode-se dizer uma avalanche que em tudo se assemelhava a um sonho. Pesadelo. Nightmare. What love does. Proferi-o várias vezes. What love does. Caminhei, sentei, mudei, dilacerei, esgotei, aniquilei, recalquei, suspirei, reclamei, perdi, ganhei. E de um momento para o outro continuei a precisar de saltar barreiras, de saltar cada vez mais alto. E fui consumida por um mar de fel, oceano de mel, pintas-me por cima, pintas-me por cima. Como foi possível pensá-lo, reflecti-lo, não, vivê-lo. Sabes? Era apenas. Era o momento. Da minha vontade? Talvez o erro seja sempre o mesmo, seja sempre meu, talvez haja uma culpa e seja minha. Talvez sempre a atracção pelo errado e a prepotência que tudo tem que ser como eu quero. Que tudo tem que ser quando eu quero. Mesmo que seja evidente a dissonância entre exterior e interior. Eu. Mas porque não pode ser perfeito ao meu jeito? Porque o tempo não pode dar o seu tempo? Poder ser apenas ele? Afinal não pode. Não comigo. Porque qualquer momento tem de correr mal, porque qualquer vertigem tem de ser colocada de parte. Porque qualquer pender leve da cabeça para trás é interpretado da forma errada. Porque qualquer característica comportamental é considerada dispensável, é deitada fora, num lixo. Será que eu sou esse lixo? Será que é esse o meu permanente futuro? Estou cansada de origens distorcidas, de consequências vincadas, de poemas destruídos, de um momento que não se mantém porque na realidade nunca existiu. Talvez o problema não seja meu. Porém queria acreditar que é. Queria. Eu juro a mim mesma que queria. Qual o problema dentro da minha visceral orgânica que não me deixa simplesmente equilibrar na corda que sustenta a minha existência? What’s a girl to do? Onde está esta resposta? Estará na abertura que aquela ponta de cigarro operou naquele vestido de linho branco? Bege? Estará por detrás dessa porta? Será através dela que se distenderá o meu mundo, onde basicamente grito, enfureço, balanceio, danço, agito os musculos, as vértebras, as veias, onde salto tentando atingir a qualquer custo esse climax que só eu o atinjo, sozinha, completamente sozinha, out of control, onde canto, grito, sonho, agarro-me às colunas, rebolo, chão acima, colxão abaixo, distendo a consciência, vertendo ódio nas paredes, derramando sangue sobre as minhas pernas. Acalmando-me em seguida, debruçando-me sobre mim própria. Sentando, rodando parada. Observando. Os estilhaços que me compõe e me cortam, friamente, sem dó nem piedade, num planeta estéril, condenado, ausente, voraz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Now it’s dark .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Porque nem a minha libertinagem insana me concedeu paz, paz nesse amplo campo de satisfação, que é o desejo. Que nem o senti porque nem memória dele o tenho. Não será sempre assim? Para que serve a memória se não para ser selectiva, não para apagar momentos que apenas se viveram naquele segundo e nele deixaram de existir? Porventura no meio dos meus filmes estúpidos encontrei algum resto de discernimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;One step inside doesn’t mean you understand .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Mas no meio dessa lúxuria em vão, desse poço grotesco de dor, de sexo, de inflamáveis ilusões, mentiras, perdas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;One step inside doesn’t mean i’m yours .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-family:verdana;" &gt;Sei. Sei porque assim o sou. Que ele existe, em mim. Está dentro de mim. Mas constantemente foge e me engana. Não o entendo. Sei que também não tenho que o entender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;I don’t know what you can save me from .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;E t&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;alvez nunca o alcance. Mesmo que seja óbvio que só o conseguirei quando o possuir. Quando ele for eu e eu for ele. Quando essa relação deixar de ser cordial para ser passional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;Ele sempre ele. Ela sempre ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);font-family:verdana;" &gt;E no fim. No fim resulto sempre eu. Eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;I will never read your stupid map. So don’t call me incomplete.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;You’re th&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;e &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;freak&lt;/span&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-864110800178040956?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/864110800178040956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/864110800178040956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2009/04/lifeeffect.html' title='life.effect'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-231032656210173492</id><published>2008-12-31T19:28:00.006Z</published><updated>2009-01-08T02:40:51.718Z</updated><title type='text'>. we won't return here .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Desta vez não há muito a dizer. Desta vez não consigo porque me amarga a boca recitar o ano. Porque também apaguei vários fragmentos e vivências de mim e assim recordá-lo pode soar a falso dado que me perco a tentar juntar as peças desconexas. Porque hoje sinto algo que me alimenta o espírito apesar de todo e qualquer percalço existencial. Apesar dos objectivos nem sempre tudo se alinha na mesma vertente mas isso sucede a qualquer um. Conflitos exteriores e interiores. Porém apesar de ter concluído o ano passado com outras perspectivas para o futuro, desconhecia que 2008 nunca poderia ser &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nada&lt;/span&gt; a partir do momento em que eu mesma não era eu própria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Com 2008 eu aprendi muito. Aparte de todo e qualquer amargo de boca. Com 2008 eu aprendi que o caminho não é sair de mim, e fugir sem destino. Que a fuga se deve processar apenas dentro de mim e deve ser limitada por barreiras que só eu as posso traçar. E ultrapassar. Senti-o como duas etapas, quase divididas pelos 6 meses que ditam os dois semestres do ano, em que num eu lutei e perdi-me, tentando a todo o custo encontrar-me sem sucesso e em que noutro eu fui basicamente ajudada a a encontrar um caminho. Pelo exterior sim mas eu também soube reconhecer-lhe o cheiro, a cor e o sabor e agarrei-o a mim. Sinto e sei que a partir de um dado momento comecei a ser eu novamente, a encarar o mundo como ele é, a aceitar-me e....sim. Não posso negar que me apaixonei perdidamente pela pessoa que eu era em 2007. Que eu fui. E tentei a todo o custo apaixonar-me outra vez. Mas como poderia apaixonar-me por alguém que não estava presente? Agora sim, isso é possível. E sei-o, sei que são tudo momentos, sei que nada poderá ser o que era, sei que sabores e odores não se repetem, sei que as coisas nunca serão as mesmas. Que eu nunca mais estudarei ER1 ou PEQ1 a ouvir &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Au Revoir Simone&lt;/span&gt;, que eu nunca mais sentirei o meu corpo deitado sobre esta cama que se distende atrás d mim da forma como eu senti. Sei que a plenitude espiritual que me invadiu nunca vai me alcançar de igual forma. Contudo sei que existem outras formas, e que não devo, porque erro grave o é, desejar o mesmo, ver o mesmo, quando ele não existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Agora eu sou eu sim. E esse eu tem tantas sombras e feitios que me permitirá, sem sombra de dúvida, viver na panóplia de instantes e vivências que só eu terei possibilidade de oferecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Do Equilíbrio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;it's time to grin and bear&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;you've been told they don't know&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;you've been told their hands are tied&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;we won't return.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SVvJER6qg0I/AAAAAAAAASA/qAvMDwtAaG8/s1600-h/lali+puna.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 389px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SVvJER6qg0I/AAAAAAAAASA/qAvMDwtAaG8/s400/lali+puna.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286039663015527234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Bom 2009 a todos. Que este ano seja para vocês aquilo que eu sinto para mim. E o momento é agora. É amanha. Do Futuro ainda não reza a história. E o presente é tudo aquilo que temos. Como certo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;P.S: Adivinha-se e conhece-se com toda a certeza que estes dois meses serão complicados e impossíveis. Por tal, e como se isso já não sucedesse, é com pena minha que 2009 vai ter de esperar por um post até Fevereiro. Nada posso fazer. A vida chama por mim mas no imediato e neste imediado eu não posso falhar. Obrigada pela atenção, obrigada pelas inúmeras visitas ao blog, obrigada simplesmente às pessoas que aqui vem e se interessam. Sejam elas do outro lado do oceano ou que morem a 30 m de mim. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-231032656210173492?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/231032656210173492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/231032656210173492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/12/we-wont-return-here.html' title='. we won&apos;t return here .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SVvJER6qg0I/AAAAAAAAASA/qAvMDwtAaG8/s72-c/lali+puna.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5055394561636196520</id><published>2008-12-05T17:31:00.017Z</published><updated>2008-12-07T02:59:49.818Z</updated><title type='text'>.the past is a grotesque animal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;. 'Ela entrou numa esfera de papel banco, opaco, transparente, papel de cartão sujo, branco-sujo, bege, redondo, abaulado, em espiral, fechado e concêntrico. Entrou e viu azul. Era uma cor límpida, era uma necessidade premente. Naquele momento todo o impulso era mandatoriamente permitido até mesmo o mais vertiginoso, pois nela se concentrava toda a sede de vida. A recuperação da alma, a caminhada para o altar. Ela atingiu-o, subiu através de todas as vertentes que se dispunham no caminho, seguiu dirigida pelo seu instinto, pela sua fome, pela sua descentralização. Afinal todo o seu corpo esvaía-se sobre o seu próprio eixo, qual Nin em tempos de desespero narcisista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;. but even apocalypse is fleeting there's no death . no ugly world .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Ela visionou, alcançou, sentiu e viveu. Pôde(possivelmente pela primeira vez na vida) assistir ao seu equilíbrio, desenhado sobre o chão, sobre as paredes do seu quarto, pelo azul claro, pelo cheiro da madeira, pelo seu repouso. Observou-o. Completou-a. Ela era outra. Ela era apenas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Será possível uma felicidade maior?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Ela não reflectiu seriamente sobre tal, na realidade isso não interessava, naquele instante tudo lhe parecia para sempre porque ela, tal como a dimensão do tempo, eram para sempre. Naquele momento nada mais importava, se o exterior a poderia incomodar, se simplesmente ela saísse de si e escorregasse sobre o abismo da impossibilidade, ele a existir localizar-se-ia a 1000 km do seu ponto de abrigo. Do seu ‘eu’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Enquanto ela vivia nela mesma, ela respirava e transpirava sublimação. Sublimação do ser, do ter, do fazer, do querer. Era tudo concomitantemente adaptável. A diferença na sua vulgaridade mais próxima assemelhava-se à sua essência. Ali ela era ela. Contudo viveu nessa moradia tempos infinitos ignorando esse facto, o que a conduziu a sucumbir ao primeiro chamamento de uma doce tentação. A da &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;emoção&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Que a experiência dita as regras ela já detinha conhecimento. Porém dentro dela a atracção pela emoção sempre foi mais forte. Era o elo entre o eu e o não-eu. De entre os arbustos quotidianos que dividiam uma floresta amena de sensações e inquietudes, surgiu uma porta. Uma transposição entre um terreno ambientado ao seu 'eu' e uma possível ultrapassagem nesse ambiente criado. Ela riu-se. Gargalhou ao olhar para a porta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Let's just have some fun&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Let's tear this shit apart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Let's tear the fucking house apart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Let's tear our fucking bodies apart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;But let's just have some fun.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Soletrou as seguintes palavras: ’se eu a transpor vou-me divertir, vou apenas viver(e como por vezes viver pode ter tantas facetas e como pode ser tão cómico).’ Abriu-a. Entrou. Prosseguiu. Desceu. Subiu. Retrocedeu. E quando parou constatou que estava lado a lado a si mesma. Aí rodou sobre o seu eixo e apelou à sua consciência. Ela tinha fugido de si própria.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/STl5p_GD7ZI/AAAAAAAAANE/bVw9py9Ll60/s1600-h/smorton3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 316px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/STl5p_GD7ZI/AAAAAAAAANE/bVw9py9Ll60/s400/smorton3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276382200659701138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Naquele preciso momento deu-se o clique. Depois de ter aberto aquela porta ela nunca mais conseguiu regressar a si. Dançou, desequilibrou-se sobre a corda bamba que ainda a sustinha sobre a sua existência e foi-se debruçando, em vão, sobre todas as aleatórias respostas que pretendia encontrar. Esforçou-se. Ai ela esforçou-se. Mas dali não saiu mais. Ela tinha-se perdido no parque de emoções que ridicularizou, subestimando-o ao ponto dele agora a controlar intrinsecamente. Todavia ela não foi assim tão sarcástica nem ingénua. Ao entrar ela sabia para o que ia, ela desejava-o compulsivamente mas o nunca poderia dominar. Aqui não era ela a dominadora. Porque no parque de diversões que é gerido pela emoção nada é controlável. Ela sabia-o. Mas estupidamente deixou-se ir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;. sometimes i wonder if you're mythologizing me like i do you &lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Uma outra esfera aproximava-se dela lentamente. Era novamente branca, feita de papel, suja. Do outro lado, havia uma cor encarnada. Ela espreitou, ela entrou. Penetrou na esfera. Nesse momento era a esfera que entrava por dentro dos seus poros e a consumia num mar de fel. Amarga inocuidade, ela vomitou a sua inteligência posta de parte, a sua perspicácia. Ela viu. Conferiu. E ao fazê-lo vomitou. De nojo, de horror, de dor. Como um seco soco no estômago. Violence! Violence! E aí, em vez de enveredar pelo oceano de angústia que teimava em inundar a sua displicência, ela retrocedeu, chafurdando peremptoriamente na lama da sua luxúria. Que vergonha teria o seu ‘eu’ sentido se a tivesse visto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt; and in its eyes you see . how completely wrong you can be .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;E continuou. Deixou-se ir. Forçou-se. Lamentou-se. Dor muita dor, confusão, muita confusão. Até chegar ao ponto de partida. Aquele que nunca quis aceitar nem interiorizar. Naquele segundo ela rodou mais uma vez sobre si e conseguiu vislumbrar espelhado no seu horizonte, a podridão do seu redor. Entre resíduos e detritos orgânicos ela encontrou a sua biologia encarcerada no seu leito humano. Sempre tinha sido assim. Ela sabia-o mas ela não o queria aceitar. b&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ut at least i author my own disaster, at least i author my own disaster. &lt;/span&gt;Porque em todos os momentos que a emoção tomava conta dela, 50% a guiavam ao reino da conjecturação profana mas outros 50% a revolviam no mesmo desespero sem causa. Porque não foi irreal tudo o que ela viveu mal atravessou a dianteira da porta, embora esse mesmo tudo tenha sido enterrado ali mesmo mal ela fechou a porta atrás de si, mal deixou de ouvir o estrondo da mesma a encerrar. Ela sabia que jamais encontraria a mesma porta porém ela cedeu, cedeu à sua insanidade e percorreu vezes sem conta o mesmo caminho procurando incessantemente o seu ‘eu’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;On the night you left i came over&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;And we peeled the freckles from our shoulders&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Our brand new coats so flushed and pink&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;And i knew your heart i couldn't win&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Cause the seasons change was a conduit&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;And we left our love in our summer skin&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;E rodeada por todo aquele amontoado de evidências e claustrofobia elementar ela ergueu-se sobre si. Concluiu que tudo aquilo que vivera tivera sido uma ilusão momentânea do seu ego, da sua procura pela palavra vida e corajosamente assumiu para si que sempre tivera sido um mero objecto &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;descartável&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;. i don't recall a single care . just greenery and humid air &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Outra esfera emergia no seu campo de visão. O mesmo branco, papel sujo, redondo, abaulado. A mesma cor do lado de dentro. Encarnada. Desta vez ela saltou, vorazmente como a sanidade corre atrás da racionalidade. Sentiu-se difusa, ambígua. Circundou-a uma panóplia de luzes incandescentes todas elas intermitentes sobre o encarnado. Andou, prosseguiu. Empoleirou-se sobre um escorrega cinzento-metálico e deixou-se deslizar. Era a sua paz que vociferava agora de alívio numa euforia grotesca, acompanhando a descida sublime dos seus membros agastados, saturados de tanta ansiedade contida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Quando ela alcançou o seu destino, sentou-se e levantou o olhar. E novamente foi possuída por um foguete de audácia. Com a chave do parque de emoções cravado na mão perguntou pelo seu ‘eu’ e sorrateiramente por debaixo de um abeto incendiado ele assomou ensonado como se não dormisse há décadas&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;. i find myself searching for old selves while speeding forward through the plate glass of maturing cells .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;E naquele preciso ponto ela ascendeu ao patamar da sua libertação adulterada e largou, num qualquer beco da sua erótica perseguição batailliana, a chave que rompia as veias dos seus pulsos, subindo de mão dadas consigo mesma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Ela finalmente encontrou o seu ‘eu. Ela finalmente reconheceu o seu ‘eu’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;Foram ainda avistadas várias encruzilhadas por onde ela caminhava contudo nada mais importava agora, porque agora ela revisitou o seu ‘eu’ e ela obteve a consagração divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;existência&lt;/span&gt;.’&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;. but you know, no matter where we are . we're always touching by underground wires .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[ . muitas desculpas pelo atraso do post . ]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5055394561636196520?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5055394561636196520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5055394561636196520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/12/past-is-grotesque-animal.html' title='.the past is a grotesque animal'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/STl5p_GD7ZI/AAAAAAAAANE/bVw9py9Ll60/s72-c/smorton3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-4747694644165560853</id><published>2008-10-30T15:56:00.009Z</published><updated>2008-10-31T00:43:24.605Z</updated><title type='text'>...só para mim.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-family:verdana;" &gt;Enquanto a chuva cai lá fora, o céu recobre-se de nuvens cizentas ocultando o sol. Aquele que me enobrece a alma. Ao que consta há 25 anos atrás, num domingo, chovia ininterruptamente. É a magia do 30.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Desde alguns séculos atrás que se festejam rituais pagãos. O chamado Halloween, dia das bruxas. Mas há mais, muito mais na beleza deste época. É o fim e o início. A morte e o renascimento. O fim do Verão, das festas do sol, da vida, daquela que apodrece. O fim e a morte. Para a resurreição. São estes os dias que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Questões astrológicas ou não, será pura coincidência que estes mesmos dias sejam regidos por escorpião? Nada é por acaso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Existe uma ligação, uma explicação, mitológica, empírica ou fantasma entre a necessidade de fim para ínicio associada as características temperamentais do escorpião. A 30 de Outubro, o aracnídeo já vai alto na constelação. Todas as estrelas de Oríon desaparecem à sua chegada. Morrem. São assassinadas, atingidas. Biaaaaaaaa, a pequena feiticeira. Eu via-a todos os dias, até as 8h da manhã! Era viciada na Bia! Ela corria e sacava do seu fio onde pendia um coração rosa, e com os seus super poderes de bruxa, lutava a favor do bem. Um dia quando a constelação de escorpião assomou no horizonte, estabeleceu-se o confronto mais dificil para ela. O mais árduo. Todas as suas energias foram postas em jogo. Eu lembro-me. Como se fosse hoje. Como eu gostava que aquelas cassetes antigas aparecessem. E eu as revesse. Bia a pequena feiticeira&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Há mais, muito mais no dia 30 que apenas o meu aniversário. É por ter nascido neste dia redondo do mês de Outubro, na mais simbólica época do ano que me regozijo. Não é por fazer 25 anos. Nunca me hei-de esquecer quando fiz 17 anos. Quase que chorei. Era demais, uma idade demais. Porque desde nova, muito nova, tive noção da minha juventude. Da minha infância, da minha pequenez. Agora já nem sinto os anos passarem. Sei que aparento uma idade que nunca mais voltará e nessa certeza sigo a minha vida. Porque são nos outros, em todos aqueles dias em que simplesmente a existência me pesa impreterivelmente, que me apercebo no quão volátil é a existência e a nossa própria vida. Porque na existência é que se perpetuam os nossos caminhos que nos fazem quer recuar, quer recordar que avançar. E hoje não, hoje eu festejo, não por ter 25 anos, não por acumular 25 anos de emoções, momentos, contactos e vivências, não por apenas ser lembrada. Hoje eu comemoro o dia 30, a beleza deste número, a importância deste fim do mês, o cheiro do halloween em 1999, 2000, em todos os dias/noites em que o coloco, hoje eu comemoro as madrugadas dos meus 16, 22 anos, comemoro a Sofia Gião e a Graça e mais elas todas que me ofereceram o ‘Adore’, comemoro o cheiro a chuva, Outono e Outubro. Comemoro acontecimentos que tiveram lugar e que nunca esquecerei. Porque da minha vida e de mim eu lembro-me a cada segundo. E é com base em todos esses motivos de comemoração citados que sou o que sou. No meu orgulho por este dia e pelo deslumbramento que há-de sempre operar em mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Viva os anos que viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;estrelas. para mim. para mim. estrelas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;são para mim. estrelas para mim. estrelas. estrelas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;para quê? para quê? para quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;estrelas para mim. só para mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;para mim. para mim. para mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;e a treva entre as estrelas....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SQnZs4Cv_zI/AAAAAAAAAJU/vO4Vasa-Vk4/s1600-h/la+la+028.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SQnZs4Cv_zI/AAAAAAAAAJU/vO4Vasa-Vk4/s400/la+la+028.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262977004540526386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-4747694644165560853?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/4747694644165560853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/4747694644165560853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/10/s-para-mim.html' title='...só para mim.'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SQnZs4Cv_zI/AAAAAAAAAJU/vO4Vasa-Vk4/s72-c/la+la+028.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-812080779167814901</id><published>2008-10-25T18:10:00.009+01:00</published><updated>2009-10-13T01:33:35.108+01:00</updated><title type='text'>. where i am .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;[ . todos estes acontecimentos tiveram lugar e tempo numa etapa anterior, essa que não me foi possível exteriorizar e por tal vêm impregnados de memórias difusas. Assim podem surgir meio adulterados, contudo somente efeitos do tempo, tempo esse que não perdoa. Mas perdoem-me, caros leitores, por mais uma interrupção. Às vezes viver implica estagnar. Em certos campos. Implica apreender. Para depois expulsar .]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;Entrei na ilusão de uma disponibilidade perdida. Inexistente mas antes de tudo renegada. Adiada, ultrapassada. Numa excitante mas enclausurante displicência. Onde aguardei e assinei mil tratados de paz e recompensa. Interior antes de tudo exterior. Indissiocriática mas possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;E afinal o que é possível?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Dor, muita dor. Dor onde, que ela não se sente? Humor muito humor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;Vertigem. Da minha insanidade. Loucura? Reneguei-a. Verdade? Não tive culpa nem acção. Foi assim....calmamente, levemente. Se senti? Sim, aos poucos fui sentindo. Mas nunca acreditei. Por vezes é necessário que encaremos da forma oposta para tudo se desenvolver da forma certa. Certa? Desejável, merecível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Tudo começou exactamente no mesmo dia em que terminou. Lembraste? Claro que não. Foi exactamente no dia 27 de Setembro de 2007 que o meu ano terminou. Sem hesitar ele amparou-me de uma forma notória. Estabilidade, palavra que encaixa na minha agenda de desejos na perfeição, estado pelo qual até sou capaz de vender o meu sangue. Porque a anemia que se estabeleceria nesse compartimento febril seria contra-atacada pela serenidade esgotante da minha necessidade. E assim tudo seria mais fácil. Mas não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Ele veio! Ele chegou. Podia e farei um excerto, monólogo ou mesmo argumento, uma experiência de vida e emoções, do quanto pode ser um arraial. Ou do que significa. É incrível. Porque na realidade existem mesmo coisas fantásticas e coisas que nunca mudam. E nessa madrugada mudou. E mais uma vez, sim, deu-se o clique e eu deixei de ser louca para ser intensa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Se me pergunto porquê? Pergunto. Todavia não me incomodou. Não roçou a minha pertinente curiosidade. Aconteceu. Antes agora que no passado, teria sido muito pior. Durante aquele espaço eu fui deixando réstias da minha infelicidade, da tragédia que se abateu sobre a minha consciência, e sim, eu terminei um ano e comecei outro. Exactamente no mesmo dia. 27 de Setembro. Claro que não te lembras. Mas nesse dia deu-se o clique, a viragem. O fim e o início.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Continuou. Abateu-se sobre mim um temporal. De vivências, emoções, contactos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Continuou, continua, até agora. Só que agora eu paro. E até sonho. E nestes sonhos encontro-me em cem mil encruzilhadas. Se as reconheço como cantos da minha personalidade dilacerante? Oh a ambiguidade não me permite a ascenção a tal posto. Cor, cor, dor. Rima? Continuas a não ser necessário. Mas nestes sonhos e nesta minha análise interior chego a conclusões que não me sustentam. Não me encontro nestas questões, nestas linhas, nestas duplicidades, nestes desejos. Não. Mesmo que sejam legítimos e perfeitamente adaptáveis, não. Eu não sou assim. Ou não sou aquela que tem de ter para ser. E sinceramente é isso que agora, neste preciso momento, me incomoda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;. and the only thing keeping me dry is where i am .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Aparte de todo o vale que se apresenta diante do meu horizonte, de toda a planície deixada ao acaso, disposta ao meu alcance, de toda a invertida entre loucura e intensidade, incomoda-me. Sei que neste ponto tenho de virar para outra direcção. Direcção essa que não é tomada de uma forma tão ligeira como ‘esquerda, direita’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;happiness how did you get to be happiness&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Como sempre. No fundo todo o nosso percurso tem um objectivo. Tem um rumo. O mais correcto, o mais nosso. Normalmente personalidades avessas ao equilíbrio encontram esta tarefa dificultada, mas não impossibilitada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Sei que custará, e receio que não consiga. Por eternidades ou por momentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Contudo sei que agora, agora que tudo mudou, agora que me insiro num novo ano, agora que vejo o 30 cada vez mais próximo e fragilizo por com ele já não saber lidar nem identificar sabor ou brilho, agora que consegui singelamente aquilo que nunca pensei alcançar, agora que prossigo no caminho do fim de um desejo gigantesco, agora que me sinto rodeada, que preencho lacunas deixadas em branco, agora que as noites tem outra cor, que até os dias têm outra fachada, mas antes de tudo agora que me coloco em vários círculos....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Agora sei que há mais. E muito mais em mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. i want so badly to believe that 'there is truth, that love is real' .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. and i want life in every word to the extent that it's absurd .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SQNY-_5hF8I/AAAAAAAAAJM/MnD-K18coVE/s1600-h/eu+012.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StPKgPSyT9I/AAAAAAAAATo/AP4tDVUIgws/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StPKgPSyT9I/AAAAAAAAATo/AP4tDVUIgws/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391875834102566866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-812080779167814901?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/812080779167814901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/812080779167814901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/10/where-i-am.html' title='. where i am .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/StPKgPSyT9I/AAAAAAAAATo/AP4tDVUIgws/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-932006671642341377</id><published>2008-09-14T19:06:00.007+01:00</published><updated>2008-09-15T00:45:15.942+01:00</updated><title type='text'>. i'm deranged .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;. come . admit it to me. have i become your enemy? .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Triste se assim for. Lembrar-me...sim triste muito triste. Quando penetro dentro do meu espírito e vejo duas paredes opostas a dividir um meio que não tem fim. Dividindo um eu de um não-eu. Afinal quem é o verdadeiro eu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Boa questão, eu pergunto-me. Fantástica imposição, eu pertenço-me. Dilacero-me, existo, antes disso conjecturo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Há coisas fantásticas não há?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Viver. A vida é basicamente o quê? E será que só aqui eu não me encontro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Não me encontro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;is there a ghost in my house?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Acho que o senti, antes disso ouvi. Nesta leve, ténue, quase horrível dor de cabeça. Tipo deslizou e ecoou um som. Mas eu não quis saber. Estava tão absorta no meu sono, no meu encadear de sonhos que simplesmente deixei o som onde estava. Mas não. Ele nunca encadeia. Levantei-me. Acendi o candeeiro. Estava tudo normal. Em lugar algum podia ter deslizado nada, escorregado, caído, efectuado um mero distorcer da realidade. Aí, deitei-me, a luz apagou-se e concluí que eu é que distorço a realidade. Mas qual? Aquela que se me apresenta diante dos olhos? Mas como? Será que sou eu? Ou eu aqui? Será que já não consigo mais morar em mim ou comigo aqui? Será que em qualquer outro lugar tudo aconteceria normalmente ou sou eu que já não sei acontecer? Será que esgotei? Ou saturei? Será que me enjoei e já não consigo suportar mais? Será o quê? Não entendo. Não sei o que faz falta. Às vezes sei. Mas teimo em manter a ideia que as coisas tem de ser assim porque se foram assim um dia então não tem que ser de outra forma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Mas sinto a falta. Sinto a falta de um ânimo que me fugiu. Sinto a falta deles, delas, dele, dela, sinto a falta de euforias, sinto a falta de um movimento que parece que desacelerou na minha vida, mas que curiosamente é como se eu o tivesse abandonado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Na realidade, eu preciso de uma revolução. Uma estonteante revolução. Não sei se aguento até lá. Até porque quando esse lá chegar pode nada mudar. Sinto-me presa. Presa a arquétipos, a necessidades, a pensamentos, a sensações, a pressentimentos, a dia a dia, a uma vida que não me pertence mais, sinto-me totalmente presa. E pela primeira vez na vida reconheço a necessidade mais que urgente de dar um salto já, para um abismo, mas mais que tudo um abismo desconhecido, sinto a falta de um nada. De um tudo. Sinto a falta de algo que se calhar nunca tive, nunca aconteceu. Provavelmente sinto a falta de me reinventar a mim própria, de arriscar, de simplesmente viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Sinto a falta da intensidade que sempre morou em mim. Agora ela fugiu, escondeu-se. Emigrou. Agora eu sou louca. Não foi só naquele momento em que admiti sentir-me louca e dizer ‘agora sou louca’, nao foi só, agora não consigo conceber sequer certos passos, tão fáceis e certos do seu caminho. Parece que não os vejo, como se estivessem mesmo ao meu lado mas a minha miopia fosse demasiadamente elevada para me permitir discernir tal. Entre duas características comportamentais eu sinto-me completamente doente, psicótica, infernal. Quase até que uma repulsa por mim. Porque olho e não vejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;E pensando bem, nem sei o porquê de ter cedido oportunidade a situações que nunca se passaram. Como se elas apenas estivessem agendadas no calendário. Fosse algo marcado. Não sei o porquê. E quando se desconhece a razão.....Não sei porquê essa corda, essa ligação, essa força toda que me puxa sempre e para sempre com a mesma obsessão....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Ai se fosse tudo tão simples como um fácil, ‘esquece’. Esquece aquilo que és. Esquece aquilo que te consome. Esquece o furacão que não chega. Esquece apenas que existes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Como eu sinceramente gostava......&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SM1S3Av_ncI/AAAAAAAAAI8/ljietB6o7rw/s1600-h/kevindrew.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SM1S3Av_ncI/AAAAAAAAAI8/ljietB6o7rw/s400/kevindrew.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245940246004080066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-932006671642341377?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/932006671642341377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/932006671642341377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/09/is-there-ghost.html' title='. i&apos;m deranged .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SM1S3Av_ncI/AAAAAAAAAI8/ljietB6o7rw/s72-c/kevindrew.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-1346945965392022529</id><published>2008-09-02T19:07:00.007+01:00</published><updated>2008-09-02T19:52:19.390+01:00</updated><title type='text'>. too powerfull to fuck .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Talvez não tenha sentido, talvez as coisas não devam acontecer desta forma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Talvez não me deva forçar. Incrível. Existem coisas extraordinárias. E neste preciso instante teve a sua graça. Mas já passou. Tudo passa, assim rápido, curto e eficiente. De uma forma fantástica. Eu que gosto tanto desta palavra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Não sei e mantenho a ideia: não me devia forçar. Não são dias, nem horas. São incompreensões, são fugas. A um real que nunca me dará nada. E a pergunta é a mesma de sempre: e porquê? Cheguei a conclusão que a resposta é só uma: deve ser erro humano. A minha inteligência não é superior à minha ‘humanidade’. Que horror. Odeio esta palavra. Mas será que pode vir a ser? Inteligência ou noção da realidade? Aprendi em psicologia que inteligências existem muitas. E eu só devo ter algumas. Tu terás outras, o X outras e o Y outras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Tava aqui a pensar na pura jovem Marie. De quanto puro pode ter. E é curioso. Tenho apetite por mais do género, por muito mais do género, ai que fachada ridícula, seguiria eu pelo mesmo caminho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Hoje não, ontem sim. Amanha talvez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E aí está o talvez. Sinceramente não mereço mas também não entendo. E quando não entendemos como podemos merecer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E tudo se resume a um mapa, assim um mapa meio distorcido, em que cada país onde habita um sem número de ideias pode se localizar, confraternizar ou declarar guerra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E as vezes eu queria declarar guerra a mim própria de forma a que no final apenas restasse aquilo que tem de restar, sem mais acrescentos, demoras, hesitações e dúvidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Talvez eu precisasse de adormecer da forma mais retórica possível, todos os dias, todas as noites e nesse hábito, construir noite após noite um arquétipo constante que me permitisse destruir os meus pesadelos e transformá-los em manipulações. Talvez todos os meus pesadelos acumulem toda a minha libertação. Demónios, visões, loucuras, espelhos, reflexos, perseguições, luzes, descidas, subidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;É tudo tão claro, tão mais claro de se perceber....é tudo tão fácil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E é tudo tão presunçoso. No que pode ter a presunção de realismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Na realidade, é uma grande gargalhada. Porque dos pobres de espírito não reza a história, nem nunca rezará. E é cómico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Extremamente cómico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Tão cómico que não sei se a partir de agora não conseguirei fazer mais nada que rir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Rir disso, rir de tudo, de nada, do composto e do simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Daquele absoluto que nunca morará lá fora. E que encontrou toda a sua residência em mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-1346945965392022529?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1346945965392022529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1346945965392022529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/09/frio-o-tempo.html' title='. too powerfull to fuck .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5184852106914264116</id><published>2008-08-02T17:58:00.009+01:00</published><updated>2008-08-02T19:15:42.847+01:00</updated><title type='text'>. sexual suicide .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;. Hoje acordei louca. Mas eu sou louca no corredor da minha inocuidade. Hoje pensei no que sou. No que faço. Hoje acordei agoniada, hoje acordei morta. Hoje levantei-me e acendi a minha chama permanente. Hoje tentei distendê-la de forma a não apagá-la. Hoje deixei cair um copo onde se reunia toda a minha insensatez e a minha teimosia. Hoje deixei que a doença que padeço me obscurecesse a realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. if you find me, hide me, i don’t know where i’ve been . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;O caminho que sigo. O caminho que se perpetua perante o meus olhos. O horizonte salgado. A necessidade de mim. Eu corro por mim. Eu vivo por mim. Eu dependo de mim. E permitir que esse desejo seja destruído pela minha estupidez. Pela falta de controlo. Pela falta de sabor. O sabor da minha pele, do meu sangue, das minhas lágrimas. A cor do meu rosto, da distância amparada pelos vértices das minhas perdas, da rebentação das ondas. Um mar que clama por mim mas que não me sossega a existência. Porque eu entrei, eu mergulhei, eu dilacerei mas eu não senti. E apenas sentir esta ansiedade que me enoja a alma a incendiar-me o simples passar das horas. Dos minutos. Dos segundos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. she’s still calling around to find half an hour .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. she’ll always have a place in my mirror .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. she’s got no more time now she wants mine .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;. É como querer expulsar. Não conseguir. Não tentar. Não respirar. Porque somente ambicionava que este sufoco me fosse retirado, não como quem toma um comprimido para esquecer mas como quem projecta a 1000 km/h um calhau volumoso que nos isola o estômago do resto do corpo. Como se eu pudesse cuspi-lo para a Índia. Ou talvez Japão. Mas que iria lá ele fazer? Nada. É como rejeitá-lo para a terceira Via Láctea. Essa onde coabitam seres que pudessem facilmente exterminá-lo e digeri-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;. Realidade. Na realidade eu nunca soube digeri-lo. Nunca se tratou de gerir. Porque não havia nada para gerir. E se for sincera sim custa saber. Custa ver. Custa aperceber. Custa também não estar para ver. E de um momento para o outro, não esperei. Fui apanhada de surpresa. Ouvi, senti. Novamente. Sim era dela também. Mas aquelas palavras, aquela melodia atingiram-me.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;. but i’m all out too .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;to thy self be true&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;to thy self be true&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;to thy self be true .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;. De uma forma inexplicável mas passageira. Eu estava ali a lutar pelo meu último objectivo de vida, a correr atrás de um prejuízo que nunca promovi, mas a galgar montanhas e colinas. E depois parei. E ela desceu. Desceu e circundou-a tal como ele a circundou com a sua língua. Era fria. Estavam provavelmente uns 28 graus todavia eu sentia-a glaciar. Exactamente a mesma. Ela. Rodeou-a. Da mesma forma que aquele aparelho no dia anterior a esmagou. E da mesma maneira senti um aperto crispado. Um bater vil do meu pensamento, uma dor esquecida. Uma sintonia entre a razão e a emoção. Porque apesar dela ser imcomparável volumétricamente era como se pesasse como uma barra de ferro pesaria sobre o meu peito. Não era desespero, era honestidade, era um sentimento sincero, puro, promíscuo, sujo, real. Era uma memória, contudo uma memória apocalíptica. Não era complexa. Era bem simples. Expectável. Real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;. will we always be like little kids .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;running group to group&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;asking who loves me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;don’t know who loves me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;it’s pathetic&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;it’s impossible .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;. E se queres que te diga, eu sei. Eu confesso que sei. Sempre o soube. Porém que me adiantou saber? Mudou algo? Mudou a minha insanidade? Mudaram os meus horizontes? A minha perspectiva de vida? De fome, de luxúria, de sexo? Não mudou nada. E é curioso como me ofendo quando imagino que sempre fui um mero objecto sexual. No dele ou no pensamento de qualquer pessoa. Como se isso nunca fosse aquilo que eu procurava. Que eu sentia. Que eu queria. Que eu quero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;. there’s a new crime . let’s commit it . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 255, 153);"&gt;. while we’re waiting on the next day . to begin it in the best way .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;. Não, não sei explicar. Nem pretendo. Sei que me atravessam duas correntes opostas, em que me reviro de cada vez que uma delas me tolda a visão. Me escorraçam e atiram contra uma parede. Eu sei. Eu sempre soube. Eu estou cansada. Incrivelmente saturada de tudo aquilo que me preenche o espírito. Eu não estou cansada dele. Antes de mim. Anseio por mim mas já não sei viver comigo. Esgotei. Quero férias de mim. Gostava que estas férias não fossem apenas fisicas e circunstanciais, queria que elas fossem um instrumento que me proporcionasse a livre saída desta alma. Alma que me consome.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);"&gt;. please don’t be me .&lt;br /&gt;. there are so many skirts under the table .&lt;br /&gt;. none of these long legs are mine .&lt;br /&gt;. she calls around, finds me crying .&lt;br /&gt;. wish i were capable of lying sometimes .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;. Estupidez? Sim admito. Possibilidade? Sim depende apenas de mim. Continuo a acreditar em mim. Na força das minhas obsessões transpostas para outros patamares. Continuo a olhar para trás e a encarar toda a possibilidade que me fugiu entre os dedos. Aquela, não que eu não soube agarrar, mas a que larguei, como se quando pretendesse, me bastasse apenas estalar os dedos e ela se recuperasse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;. hide out . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt; . love is hell, hell is love . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt; . hell is asking to be loved .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt; . hide out and run when no one’s looking .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;. E sim eu detenho conhecimento que sou demais. Demais para ele, demais para mim. Demais para o mundo, que esse não restitui aquilo que perco todos os dias. Que ele nunca me restituirá nada que eu perderei, que basicamente isto não tem sentido nenhum. Que eu não tenho sentido. Que eu o perdi mas que alcanço. Que ele se fechou a um universo vasto que jamais terá capacidade para compreender. E mesmo assim eu deixo-me ir. Deixo-me invadir, deixo-me arrastar. Por mim é certo. Pelo que falta que me aparecerá um dia. Sexual suicide. É-o. Eu sei. Eu admito. Eu afirmo. Eu criei-o. Mais do que a doce voz da Emily. Eu sobrevivo com ele. E a única coisa que eu quero é libertar-me dele. De tudo. De mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;. i only wanted what everyone wanted&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;since bras started burning up ribs in the sixties&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;favors are flying, faces are falling&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;all i desire is to never be waiting .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;. there’s a new crime .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SJSSULKPFDI/AAAAAAAAAII/vgFUOecmEHg/s1600-h/emilyHaines.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SJSSULKPFDI/AAAAAAAAAII/vgFUOecmEHg/s400/emilyHaines.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229965942574748722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5184852106914264116?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5184852106914264116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5184852106914264116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/08/sexual-suicide.html' title='. sexual suicide .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SJSSULKPFDI/AAAAAAAAAII/vgFUOecmEHg/s72-c/emilyHaines.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-4460779868139165261</id><published>2008-06-30T18:17:00.005+01:00</published><updated>2008-06-30T18:53:35.714+01:00</updated><title type='text'>o meu segredo*</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Não queria perder a oportunidade de deixar aqui umas palavras, primeiro de desculpa sincera a todas as pessoas que vem cá, e segundo de pontuar este mês de Junho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;A epoca do ano é a pior, exames e trabalhos, sendo que este semestre é o mais complicado do curso, se bem que o próximo também se avizinha similar, mas não tanto, contudo sempre poderia ter sido possível uma actualização, nem que fosse discreta. A questão é que não é só a minha organização mental que nem é sempre exemplar, como este espaço perece de uma boa inspiração, inspiração que muitas vezes não surge. Com isto quero dizer que escrever, por mim fazia-o sempre só que o pouco tempo que me resta também não me permite o descanso mental necessário para fazer algo 'à altura'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Desejo ardentemente que toda esta epoca passe, a entrega da primeira parte do projecto e discussão, para poder, aí sim dedicar-me um pouco a mim e a este espaço =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Até la peço a vossa compreensão e mais uma vez agradeço a todas as pessoas que ainda cá perdem o seu tempo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Mas como referi, não vou deixar passar este ultimo dia de Junho sem dizer que sim, eu amo, eu venero, eu idolatro totalmente esta estação, este mês, este calor, esta calma, esta beleza, esta felicidade que invade a minha alma. Em Junho eu sou feliz, no Verão eu sou feliz. Muito. E não consigo que ele me abandone sem lhe dizer o meu obrigado! E que vou sentir muitas, mas muitas saudades! Porém...vem aí Julho e Agosto...e a estação continua. E como eu espero que ela se mantenha assim.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;sonhavas uma estrela peregrina&lt;br /&gt;uma clareira no meio da noite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;o canto cristalino da guitarra&lt;br /&gt;uma cama de folhas e silêncios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;e adoraste o fogo das palavras&lt;br /&gt;desafiaste o tempo e os seus mistérios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;meteste por desvios a horas mortas&lt;br /&gt;adormeceste em becos sem saída&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;sonhavas uma estrada sem regresso&lt;br /&gt;súbita de pontes e surpresas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;a vastidão serena dos desertos&lt;br /&gt;a tranquila majestade das falésias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;e a cada coisa que tocavas, davas-lhe outro nome&lt;br /&gt;outro sentido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;e era esse o teu tesouro, em ouro se tornava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;o teu segredo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SGkXXPXnV9I/AAAAAAAAAIA/Eh8p5FHBWqw/s1600-h/au6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SGkXXPXnV9I/AAAAAAAAAIA/Eh8p5FHBWqw/s400/au6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217727331315439570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-4460779868139165261?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/4460779868139165261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/4460779868139165261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/06/o-meu-segredo.html' title='o meu segredo*'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SGkXXPXnV9I/AAAAAAAAAIA/Eh8p5FHBWqw/s72-c/au6.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-1124807530268598816</id><published>2008-05-10T17:06:00.008+01:00</published><updated>2008-05-11T00:42:44.810+01:00</updated><title type='text'>. if i ever (can)feel better .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Porque as vezes lembrar não nos afoga a existência. Com isto recordo-me do vestido preto, que me ficava tão mal, das feridas que aquelas sabrinas me provocaram quando saí assolapada sem a minha identificação, dos possíveis 32 graus à noite enquanto enterrava a minha cabeça em orgânica, era um calor exagerado, possivelmente um dos dias mais quentes do ano. Da minha descentralização e da minha inadequação. Aquele espaço, aquele círculo de interesses e formas de ser. Sim ok, muitas delas legítimas, dinâmicas, merecedoras. Mas um meio no qual não me enquadrava. E misturando com vicissitudes emocionais resultou um caldo meio vasto e complexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Mas mesmo assim incomparável à actualidade. Como eu preferia sentir o ano atrás.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Talvez a culpa tenha sido minha. Talvez eu não tenha aberto os braços a este ano. Talvez eu tenha errado quando nem a cabeça levantei, talvez eu mereça. Talvez eu não possa pedir nada. Talvez eu apenas não consiga viver o óbvio. Porque tudo está vivo e eu, por mais que muitas vezes mergulhe, mantenho a saudade de um tempo sem fim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;I died a sudden death.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;I made an awful mess.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;I didn’t stand a chance&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Isto de sentir saudades de nós próprios tem muito que se lhe diga. Será que estas mudanças são como a evolução do PIB? Ou simplesmente como a evolução das temperaturas ao longo do ano? Em vários anos? Nem isso podemos comparar porque até estas não são fieis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Se for sincera, como sempre, mas mais que tudo sincera comigo propria:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Não entendo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;E tanta vez não há nada para entender. E quase sempre nem sequer paro para sentir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Hoje parei. Pela primeira vez dei-me conta que nunca parei no sentido do termo. Hoje quando me sentei, momentaneamente para fazer qualquer coisa, parei. E aí consegui perceber que nunca paro. E nao se fala em parar de ter algo para fazer ou nos ocupar a mente, sim parar. Não sei se isto também acontece com os outros ou se sou eu que não sei parar. Não faz parte. Sinto que é meu. É meu esse erro comportamental. Erro? Ou apenas coincidência? É uma boa questão. Fiquei assim uns segundos somente. E olhei de dentro de mim para fora. Sim o ruído interior, nunca o suportei, mas penso que nunca foi isso que me castrou esta possibilidade. Sentei-me e senti. Foi diferente. Foi novo. Completamente novo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Someway, somehow. i’m going out now. it’s all about myself.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SCXK7-WlEjI/AAAAAAAAAH4/iwIqIynMDcU/s1600-h/again+019.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SCXK7-WlEjI/AAAAAAAAAH4/iwIqIynMDcU/s400/again+019.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198784476567900722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;E não. Não pensei que não era para mim. Penso que isso pertence a qualquer ser que encaixe em si a vivência da tal vida. Aquela palavra que a todos pertence contudo que a poucos se pode aplicar. E aí vi que há mais. Há mais para além dos movimentos, dos percalços, das emoções, das descontinuidades, das questões, das inquietações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;i can't wait, i can't wait, i can't wait...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;E não serei eu uma pessoa inquieta? Demais? Sim o diagnóstico de ansiedade e o cloxam vão completar 5 anos em Agosto. Mantém-se? Claro! Ninguém disse que não. Posso eu culpabilizá-las? Tavez sim .Talvez não. Porque por mais que eu continue existirá sempre uma sombra a escurecer-me a alma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;There are things in my life that i can't control&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Dos momentos que deixo para depois, das necessidades prementes, de todas as vezes que até acordo bem-disposta mas que passados 10 minutos já estou a amaldiçoar o pão que estou a comer, do autocarro que se atrasou, do que perdi, da chuva que cai, do frio que se dispôs, dos ténis que escorregam, das pessoas na rua, do meu pai quando aqui entra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;As vezes é estranho. Very very strange. E mais que isso confuso. Mas domesticável. Pulsões, sempre vivi para e com elas. Todavia quando elas adoptam outra cor poderei eu simplesmente reconhecê-las?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Tell me please, tell me please, tell me please…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Talvez esteja tudo aqui e eu não veja. Talvez tudo seja perfeito e eu não interiorize. Talvez não haja tempo para isso. O suficiente. Aquele que me permita encarar de frente todas as possibilidades. Guardando as do passado, regulando as do presente e mergulhando nas do futuro. Sem atropelar estes três tempos simultaneamente.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;There's a part of my life that will go away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Dark is the night, cold is the ground&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;I am sure i'll come through i don't know how&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;They say an end can be a start&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Feels like i've been buried yet i'm still alive&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;I'm losing my balance on the tight rope.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-1124807530268598816?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1124807530268598816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1124807530268598816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/05/if-i-ever-canfeel-better.html' title='. if i ever (can)feel better .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SCXK7-WlEjI/AAAAAAAAAH4/iwIqIynMDcU/s72-c/again+019.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7488125209792881355</id><published>2008-04-10T17:14:00.010+01:00</published><updated>2008-04-13T19:40:46.072+01:00</updated><title type='text'>[it’s all wrong] . it’s all right.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;Por vezes olho pa este compartimento que é meu e onde me encaixo, de uma forma pueril. Como se ele fosse assim desde sempre e para sempre existisse. Como se nunca tivesse sido dividido com ninguém. Como se ele me transmitisse várias sensações e noções do exterior. Como se ele fosse apenas uma redoma que um dia se me assemelhará a uma estufa em tons doces mas antes de tudo inexistente. Como se ao olhar para trás, daqui a muitos, muitos anos, ele apenas me parecesse obra e arte da minha imaginação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;.and so we disconnect, the room grows quiet around us.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;.Existem coisas que fazem parte de nós, que intrinsecamente as ‘engolimos’ e as ‘defendemos’ como se alguém as atacasse constantemente, que invadem a nossa memória e constroiem um mundo onde diariamente assentamos o nosso percurso. Existem traços de personalidade que são irrepreensíveis e mais que isso são indestrutíveis. Intercruzam-se como desvios à nossa aprendizagem constante pela vida que nos assombram como figuras mitológicas, criadas à cem mil anos. Daquelas que surgem nos nossos sonhos para nos atormentar transformando um mero sonho num pesadelo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;.Evil was born and followed the b&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;oy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.E juro que tentei fugir. Fugir entre correntes de inatacáveis inconsciências, de turbulentas visões escondidas onde se recobria o ténue desejo de as ultrapassar. Às barreiras que nasceram, não as que criamos nem construímos, aquelas que apenas surgem, do nada, quando menos esperamos e quando menos precisamos delas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;.everything comes around. bringing us back again.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.E como ela, deixei-me conduzir por um caminho obscuro iluminado por uma luz dourada por entre cortinas brancas queimadas com uma ponta de cigarro. Como ela olhei por entre esse círculo e apenas vislumbrei quedas, terríficos medos, pulsares, ansiedades, latejantes dores de cabeça, porventura até desequilíbrios, esses que nunca se pensara em adoptar. De novo. Porque quando o contrário assoma nada nem ninguém o deve derrubar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;E juro que tentei. Tentei perder-me nas ruas paralelas ao meu desencanto, a essas que se interpunham constantemente diante dos meus olhos e tentei seguir uma linha recta. Eu juro que tentei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;.its called the life effect. will it always surround us?.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;.E ofegantemente desdobrei-me em mil parcelas distorcidas de uma vontade insaciável. Sentei-me e deixei o desespero apoderar-se de mim. Permiti que ela me suplantasse e em meros minutos cedi à minha loucura desmedida. Concedi-lhe que ela tomasse conta de mim e desfigurasse toda e qualquer racionalidade que ainda sobrevivesse em mim. Que sempre sobreviveu mais do que viveu. E como ela deslizei o meu corpo sobre aquele soalho desconhecido esperando que aquele momento se fechasse num cubo azul, num pano de linho branco queimado por uma ponta de cigarro. Contudo nem cheguei sequer a esperar. Ele encaixotou-se como se nunca tivesse existido e como se nunca uma força tão contida do meu ser se tivesse libertado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;.actions do have consequences. and yet, there is the magic.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;.E depois pensei nele, sim, neste espaço que um dia penso reencontrar como inexistente. Não foi só ele que me fez falta como toda a linha recta que tentei seguir estes meses todos e em que me perdi continuamente. No rasto ou na insensatez da minha honestidade, vulgo imaginação fértil e espiríto criador. Porque podemos fugir à realidade gerindo um parque de diversões chamado manipulação mas não podemos tão facilmente enganar a ilusão quando elas nos ampara a necessidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;E porque as necessidades criam-se e recriam-se. Destroiem-se e substituem-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;.here is when we start. and where we end.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R_49HUEbXdI/AAAAAAAAAHs/3FUBDezKcKo/s1600-h/INLANDEMPIRECAPTURES-----76r484vgfr.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R_49HUEbXdI/AAAAAAAAAHs/3FUBDezKcKo/s400/INLANDEMPIRECAPTURES-----76r484vgfr.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187651016633048530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Peço enormes desculpas a todas as pessoas que se dirigiram aqui estes meses, desde Fevereiro, e não encontraram textos nenhuns, de facto não tenho tido tempo para actualizar mas não pretendo deixar o blog morrer nem nada que se pareça, é o meu 'canto', é algo meu fez dia 15 de Fevereiro 3 anos, e não admito plausível esta pausa longa...por isso prometo que guardarei tempo para algo que me satisfaz e mais uma vez lamento a serio  às pessoas que perdem o seu tempo de bom grado neste espaço! =)))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7488125209792881355?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7488125209792881355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7488125209792881355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/04/its-all-wrong-its-all-right.html' title='[it’s all wrong] . it’s all right.'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R_49HUEbXdI/AAAAAAAAAHs/3FUBDezKcKo/s72-c/INLANDEMPIRECAPTURES-----76r484vgfr.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7782059847171006220</id><published>2008-02-12T23:43:00.001Z</published><updated>2008-02-14T00:03:30.630Z</updated><title type='text'>. portrait d'une femme .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;[can't stand by myself. hate to sleep alone. suprises always help]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Tu não sabes o que queres da tua realidade. Tu não investes o que anseias na tua marginalidade. Vertes as insónias do teu próprio abismo estrutural. Há mas que isso. São impropérios justos à tua medida. São vínculos dobrados, distorcidos, ambíguos, insensatos. São vértebras estilhaçadas no nada, na saturação inatingível, na estupidez desacelarada. São critérios escritos ao acaso. Numa imensidão metafísica. Antes de tudo absoluta. Como se numa folha em branco se dispussesse todo o teu disforme esforço, esforço em vencer mais uma intempérie, em ultrapassar as forças interfaciais entre ti e essa parede lateral, oblíqua na transmissão desses devaneios letárgicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);"&gt;Je sais que tu n'aimes pas ta realité&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt; É qualquer coisa como ver tudo a desmoronar sem tocar nas frágeis cordas que te ainda te sustentam nessa construção disfuncional. Como se nada se desequilibrasse quando tu propria já perdeste o controlo sobre ti há muito muito tempo. Como se essa palavra, controlo, nunca tivesse feito parte de ti, como se a ansiedade em que vives continuamente se repercutisse num vazio insano e preenchido por perfeitas indiossicrasias, fontes de linguagem cessadas, paradas, em caudal suspenso. E nesse vai e vem de metodologias estipuladas e seguidas, minuciosamente vinculadas no teu sistema autónomo, e mais que tudo nervoso, repousam vorazmente pequenas parcelas de suplícios malditos. Esses que também assentam no mar de necessidades dispensáveis, mas inquebráveis, gritantes mas extenuantes, essencialmente esquecidas e reconquistadas. Como podemos reconquistar algo que nunca tivemos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;[so don't get any big ideas,  they're not going to happen]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51); font-weight: bold;"&gt;you'll go to hell for what your dirty mind is thinking .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;E levemente levantas a cabeça e observas os fios, as cores, encarnadas e azuis que se distendem no teu céu, por ti arquitectado, apreendido, estendido. Levantas o olhar, ris alegremente, invades o teu corpo de uma certeza perene, semi.cerrando os olhos em seguida, apenas cheirando o doce aroma que se espalha, evaporando-se simultaneamente como se apenas fosse necessario utilizar um evaporador de um só efeito para o fazer desaparecer. E para nesse momento assimilares, entrando pelos teus poros, toda a inquietude que te dilacera as hormonas existenciais, e te adultera o aromático psiquismo. Podia precisar de somente três, três instantes, e tudo estava assegurado, calmamente a noção de espaço se perde, se destroi, se dimensiona.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.cause i know how it feels.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.filling in the blanks. looking on the bright side&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.when there is no bright side.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;São gargalhadas a ecoar num espaço redimensionado. Foi necessário um novo estudo. Uma nova projecção. Uma análise que permitisse de certa forma fechar o círculo, esse que desce em espiral para uma profundidade qualquer, já nem interessam os mecanismos através dos quais essa reconstituição poderia suplantar o que fosse. Só mandatório que dissociasse o indissociável. Quebrasse em dois a folha de papel amachucado, retido, queimado. Precisamente que quebrasse em dois, dividisse como se de uma linha recta se tratasse duas faces da mesma folha, para patamares diferentes, tais como no início. Só que essas partes tivessem um destino diferente. Que pelo menos assentassem na libertação enclausurada da sua displicência insadecida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.if you always get up late you'll never be on time.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Que pelo menos transformasse o ilusório sentido de sonho numa realidade suportável e desvinculada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.now that you've found it. it’s gone.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;.now that you feel it. you don't.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51);font-family:verdana;" &gt;you've gone off the rails.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;De afectos e de riscos. Porque nem sempre um leva ao outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;you paint yourself white.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;and fill in the noise.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;but they'll be something missing.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R7IvZZIvamI/AAAAAAAAAHk/N_dQd-bA8uc/s1600-h/haines_lg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R7IvZZIvamI/AAAAAAAAAHk/N_dQd-bA8uc/s400/haines_lg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166243835838163554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Peço desculpa a quem cá vem ver algum texto novo, estou mais de um mês sem escrever nada mas d facto não me foi possível antes. Epocas de exames...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7782059847171006220?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7782059847171006220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7782059847171006220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2008/02/portrait-dune-femme.html' title='. portrait d&apos;une femme .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R7IvZZIvamI/AAAAAAAAAHk/N_dQd-bA8uc/s72-c/haines_lg.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-2064762987337032348</id><published>2007-12-31T17:41:00.000Z</published><updated>2007-12-31T18:20:53.117Z</updated><title type='text'>*between the click of the light and the start of a dream</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Começou como devia ter começado. As barreiras que surgiram encontraram obstáculos a sua ascenção, foram derrotadas, por momentos assemelharam-se a quase intransponíveis, mas nada como o tempo, o tempo destroi tudo, o melhor e o pior. Foi fundamentalmente uma saturação. Inevitável, extenuante, disfarçada, vivendo como um camaleão ofegante e receoso. Era o de sempre misturado com o de nunca. Era o desiludir e as vivências usuais adormecidas em mantos surreais. Era uma luta, uma disponibilidade e uma perserverança. Mais que tudo isso era a viragem e a sensação de esgotamento. Fim. Necessidade de fim. Se bem que o fim abriu alas ao início.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;.eu provavelmente morro com o fim da luta mas se te faz feliz eu paro&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3ktbqUVnpI/AAAAAAAAAHU/_k4OzXaWI7w/s1600-h/003.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3ktbqUVnpI/AAAAAAAAAHU/_k4OzXaWI7w/s400/003.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150197602114182802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Necessidades, as vezes não temos noção do quanto podemos sacia-las e das várias formas que podemos destrui-las, penso até que temos umas ideias pré-concebidas cobertas de pó e bolor de como as redimir. E por vezes enganamo-nos. E outras vezes até seguimos pelo melhor caminho que poderiamos ter seguido mesmo que durante o percurso nunca acreditássemos em tal escolha. Escolha amaldiçoada, muita força seria precisa para transformar uma queda abrupta assente em cordas bambas numa passadeira vermelha para o infinito. E ela chegou. E ela veio. E eu peguei nela e metamorfosiei os podres restícios de uma angústia extrema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;wait! they don’t love you like i love you&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kuPaUVnqI/AAAAAAAAAHc/oxn92-lpRMM/s1600-h/YYYs.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kuPaUVnqI/AAAAAAAAAHc/oxn92-lpRMM/s400/YYYs.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150198491172413090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;E nesse mesmo vale de promessas flutuantes no ar, nessas mesmas ondas sonoras, nas construções que tão serenamente lançei sobre o oxigénio, esse limpo e distante da claustrofobia interna em que assentavam os meus membros esgotados, alcancei[entre vértebras de ligações estilhaçadas e pensamentos linguísticos desnivelados] a tão ansiada vivência de tudo num só dia, dias esses que nadavam numa ansiedade extrema mas que rapidamente se volatilizavam em partículas de realização máxima. Porque entre as montanhas íngremes da harmonia reinava um esforço árduo que coloria os meandros dos arbustos selvagens da minha insensatez. Da minha vontade e da minha força.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;it's not the way i'm meant to be it's just the way the operation made me&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kszKUVnoI/AAAAAAAAAHM/zW6ehSW3PyU/s1600-h/d1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kszKUVnoI/AAAAAAAAAHM/zW6ehSW3PyU/s400/d1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150196906329480834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Um vento sussurante, uma eclética comparceria de sons, dentro e fora de mim. O meu corpo deitado sobre uma imensidão de sentimentos obliterados, de raízes efervescentes distendidas em planos horizontais da minha inconsciência, vulgo essência, antes de tudo a possibilidade e a concretização. A total estabilidade e a loucura balançeada com a hipotética responsabilidade, a paixão. Uma paixão avassaladora que me consumiu o espírito. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;*between the click of the light and the start of a dream*&lt;/span&gt;. Eu deitada sobre um lençol cor de rosa com uns calções brancos, eram 3h da manhã e ouviam-se melodias, ouvia-se gritos por vezes, ouvia-se a voz da alma. A sussurar. Como ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;you know that, you’ll go soon. you’ll find out so take me with you. always.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3ksGqUVnnI/AAAAAAAAAHE/YMp29vk0fdk/s1600-h/au4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3ksGqUVnnI/AAAAAAAAAHE/YMp29vk0fdk/s400/au4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150196141825302130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;E no vasto espaço que se abriu perante mim, retrocede na minha insanidade. [&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;this could be a good time&lt;/span&gt;] Na química fina, nos interstícios ambíguos que fomentaram a minha languidez. [&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;it's like learning a new language&lt;/span&gt;]. Na ridícula adaptação a uma etapa que se esperava perfeita. E onde eu perdi a visão para a nunca encontrar? Foi algo raro não contudo desigual, nem aterrador, foi basicamente uma continuidade de um sofrimento oculto, esse que desprezei mas que nunca me deixou. E agora, porquê ver as coisas assim? [&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;if you don't bring up those lonely parts&lt;/span&gt;] Numa luta suprema perdida num interior obtuso? [&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;She broke away&lt;/span&gt;] Foi um período de uma subida e descida vertiginosa para terminar numa plena sensação de absoluto. De sorriso estúpido estampado na cara. Por qualquer coisa em que nem acredito e nunca acreditei. Ou teimo em esconder de mim própria. Por algo que sei que não é tudo como também sei que não é nada. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;used to be one of the rotten ones and i liked you for that&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;you come here to me. she says brief things, her love's a pony. my love's subliminal.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3krC6UVnmI/AAAAAAAAAG8/3r2Z8Fq5dao/s1600-h/interpol2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3krC6UVnmI/AAAAAAAAAG8/3r2Z8Fq5dao/s400/interpol2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150194977889164898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Na plena vivência de uma total integração fisico-mental assentei a minha vontade mas não baixei a minha defesa. Envolvi-me na minha contínua dependência dispensável. Porque ela sempre foi dispensável. Porque ela sempre foi conciliável. Porque ela pode ser gerida. E eu nao a soube gerir. Eu baixei e baixei-me indissociavelmente, retrocedendo dia após dia num devaneio amoral anacrónico. but if your life is such a big joke, why should i care? Mais que tudo quis ver o que nunca veria. Sabia que tinha ido mas que tinha passagem pa voltar e nem tombei na decisão, nem me assustou a infelicidade da chegada, muito pelo contrário, eu sentia apenas que me tinham cortado ao meio como o rasgar de uma folha em que eu estava do lado diametralmente oposto. E nessa posição eu sentia-me segura. Contudo permiti que me cortassem em mil pedaços de procuras constantes de um nada que nunca me desintegraria num todo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;when i stop thinking about it, it will come back to me&lt;/span&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kqNKUVnlI/AAAAAAAAAG0/fZVIKXeK52g/s400/kings.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150194054471196242" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;Só que agora, agora que o tempo passa, agora que eu vejo o tempo passar, agora que paro para assimilar tudo aquilo que me faz falta e me corrompe de uma forma exaustiva e limítrofe, consigo realmente estipular o nada que suplanta as bases do todo e nessa direcção inteirar o todo que pode ser meu.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;i left the others knowing, i had to work this by myself&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kp96UVnkI/AAAAAAAAAGs/5yq2sofuImk/s1600-h/gh+048.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3kp96UVnkI/AAAAAAAAAGs/5yq2sofuImk/s400/gh+048.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150193792478191170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E porque o tudo não tem que ter uma continuidade e porque nada se repete.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-2064762987337032348?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2064762987337032348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2064762987337032348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/12/between-click-of-light-and-start-of.html' title='*between the click of the light and the start of a dream'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R3ktbqUVnpI/AAAAAAAAAHU/_k4OzXaWI7w/s72-c/003.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-8662542045120749581</id><published>2007-12-10T21:52:00.000Z</published><updated>2007-12-10T22:12:27.053Z</updated><title type='text'>i'm so sorry</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Ela deitou-se perpendicularmente ao vazio adulterado dele. Naqueles lençóis corrompidos por aquela noite, iluminados por luzes ecléticas, dissonantes num espaço construído a partir dos seus elos carnais, observavam-se serenamente, como se fosse uma mera ilusão de óptica. As suas formas reflectiam num espelho meio enevoado, contudo podia se vislumbrar o contorno das suas silhuetas, as curvas esquecidas dela, o peito amplo dele, a fome renegada dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Ela abaixou-se, ficou junto do seu corpo, imóvel. Ele desenhou figuras ao acaso no ar, esperando que elas eclodissem em qualquer coisa de novo. Ela riscou a cinzento por cima das mesmas imagens, a tracejado marcou  uma linha recta que disseminou dois pontos equidistantes numa longitudinal crença. Ele acreditou. Pegou num pincel e desenhou o seu corpo, delineou as suas coxas, fitou a pulsação enquanto docemente descia no seu leito, perdia as fronteiras, agarrava-as e deixava-as fugir. Ela ligava um rádio velho que ornamentava uma poltrona suja, riscada pelo passar do tempo, e ouvia.se uma voz brasileira, uma voz quente mas leve, mesmo muito perene, com uma letra assustadoramente real. Os seus cabelos dourados escondiam umas feições sorridentes, mantidas pelo decurso da sua propria ignorância, ela preferia não ver, preferia não acreditar e aí ele apoderou-se dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;[eu assomava com um longo vestido branco, rodeada pelas luzes das vinte velas que circundavam a cama. Deitei-me, observei. Levantei-me senti-os. Circulei em espiral por aquele antro maldito, tentando assimilar o que dali restava e o que dali me podia suplantar. Eu necessitava de ser suplantada, ultrapassada no meu percurso enfatizado, arborizado pelas mesmas consciências absolutas que me colmatavam os vazios egoístas. Sensacionalmente os espaços deixados em branco pelo meu ego militante, aquele que já não dormia em mim e de mim se tinha afastado precocemente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Aspergi-lhe o perfume, recuperei-lhe a insanidade, dexei.me conduzir através da minha propria vertigem que ansiava, num depósito de insaciedade metafisica, esse encontro temperamental, essa evasão assente numa premissa promíscua, antes de mais obscena do meu ser. De todos os pequenos pormenores que nervosamente engolia e que demoniacamente se distendiam aos meus pés]&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R121a0K2ibI/AAAAAAAAAGk/CHev77HNKhg/s1600-h/emanuelle3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R121a0K2ibI/AAAAAAAAAGk/CHev77HNKhg/s400/emanuelle3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142465821812361650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ele reposou sobre ela, deleitou.se com as suas finas curvas, aconchegou as suas pernas entre as dela, percorreu-lhe o lânguido corpo, lambeu-lhe docemente o peito, puxou-o para si, para junto de si. tapou-a em seguida. Deixou-a guiar-se por uma escuridão profana, imperdoável na dissociação inesperada daquele compartimento, uma erva algures deixava-se queimar[eu parei e retrocedi na minha identidade, sentei-me, deixei-me sentir, pousei as maos sobre as minhas pernas e percorri-as serenamente], ele acariciou-a repetida e repetidamente até ela soltar um orgasmo material, fruto apenas do seu toque e da ascensão numa identidade já por ela empacotada em mil caixotes[caixotes esses que abri e respirei o odor que de lá transbordava, como se as debeis faces da minha loucura pudessem envolver a minha auto.contestação]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Os dois uniram-se, uniram-se em uníssono como numa bola de ritmos que balouçava de cada vez que ele perdia o controle sobre a sua orientação. E ela não mais podia fazer que baixar o volume à musica que perspassava e esticar os seus longos cabelos cor de mel num vasto lençol branco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Eram dois, eram dois perdidos numa hora maldita, compurscada por efeitos cada vez mais longínquos da esfera que nos integrava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;[de fora dela consegui preencher as lacunas deixadas por ela, ela que nunca soube enveredar pelo caminho certo e deitei-me sobre mim sentindo o meu ritmo cardíaco cada vez mais acelerado pela irrealidade daquela transposição metafisica. Era anatomia demais, era sexo sem pudor, eram actos enfatizados e continuamente estilhaçados por comportamentos ambíguos dilacerados em salas ocas, limpas por vácuo e com vácuo instalado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Era o forte odor a sexo, a entrega corporal, a transcendencia através da carne que se proclamava ali. Era eu a alimentar-me daquele espectaculo como se tudo pudesse agrupar em mil colecções de luxuria libertatária, era o observar daquele pedaço de imagem por ela invertido e por ele recriado. Era apenas o acto pelo acto de afuguentar o espirito enquanto acto de destruir a alma]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;[e eu fiquei. Calmamente a espera]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;why do you come here when you know it makes things hard for me?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;i'm so very sickened. oh, i am so sickened now.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-8662542045120749581?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/8662542045120749581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/8662542045120749581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/12/im-so-sorry.html' title='i&apos;m so sorry'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R121a0K2ibI/AAAAAAAAAGk/CHev77HNKhg/s72-c/emanuelle3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-3665285879540573186</id><published>2007-11-29T20:29:00.000Z</published><updated>2007-11-29T23:08:42.681Z</updated><title type='text'>.it will come back to me .</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Às vezes tenho a certeza que me deito sobre um corpo de uma imobilidade intolerável que me desconforta os sentidos e me cega a sensibilidade. Por vezes parece que a racionalidade é cada vez mais difícil de chegar, que cada vez se afasta mais para um porto longínquo, como se eu a engolisse assimilando imediatamente todos os resquícios pendentes. Muitas vezes tenho noção que não tenho noção nenhuma. Que me perco constantamente no mesmo círculo que diariamente construo. Como se os meus vai e vens de insanidade, de loucura, de humores, de altos e baixos, de ascendências e quedas vertiginosas pudessem justificar tudo. Pudessem balançar as necessidades e colmatar as faltas e as perdas abruptas assentes numa ponte débil e mais que tudo disforme. Porque nem a conheço nem almejo conhecer. Perco-me antes de a ver. De a encontrar. De a confrontar. E quando o faço parece que me falta a base, toda a base, todo o pequeno desconforto que me permita tocar-lhe nas feridas, levemente para não sangrar, como se isso fosse possível dado que todo o sangue dentro de mim congelou e endureceu num tornado de insensatez maldita. Como eu fosse imune a qualquer tentativa, a qualquer raiva que me dilacera o temperamento que por natureza é inquieto e mais que isso ansioso. there´s no name for us. como se tivesse sempre no abismo da minha própria inconsciência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E depois gera-se o medo. A raiva. Toda vinda de mim, de dentro de mim para fora de mim porque em mim não encontra lugar, onde se distenda. Onde se realize. E é ridiculo, a palavra é essa, é ridiculo, porque existem coisas que não se podem nem devem sequer pensar em brincar e eu brinco com elas todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R08hStGBOsI/AAAAAAAAAGc/eVgd4Ay7Bhw/s1600-h/smorton5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R08hStGBOsI/AAAAAAAAAGc/eVgd4Ay7Bhw/s400/smorton5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138362305079229122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;'Ela solta os seus longos cabelos, cor de ameixa, cor de mel, espalha a sua invejável liberdade numa plataforma ampla, limpa, branca, imponente na sua função de conjecturação, de procuras constantes de vida. Morte. Dor, ecléticas necessidades. É capaz de sentir, ate de relembrar. Pode até trincar de uma forma voraz aquele pedaço de maçã proibida, completamente amaldiçoada por venenosas promessas de uma identidade sem voz, sem alma, sem corpo. E aí procurar, constantemente, dentro de si, uma linha funda, até uns 400 m, onde se reveja como num espelho estilhaçado, nos seus 789 pedaços oblíquos que caem aleatoriamente sobre um soalho humido e enevoado por uma sombra qualquer. Para poder nesse exacto instante deixar escapar do seu todo essa vontade libertatária e aí encontrar entre pedaços de terra batida e paredes riscadas de azul forte, uma significante vertigem que a catapulte para o patamar que tanto pretende ver como pretende ignorar.'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;If it comes back to me i'll let you know&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Or why don't you call back to see tomorrow?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;I hope i can be the hand that you need&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;It's unlike a really good solution at the time&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;It's unlike a really good solution at the time&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;I've been giving a lots of thoughts...i was so pleased&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;You were so sad last time we spoke...it seemed...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;When i stop thinking about it...it will come back to me.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;When i stop thinking about it...i.t.w.i.l.l.co.m.e.b.a.c.k.t.o.m.e.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-3665285879540573186?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3665285879540573186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3665285879540573186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/11/it-will-come-back-to-me.html' title='.it will come back to me .'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R08hStGBOsI/AAAAAAAAAGc/eVgd4Ay7Bhw/s72-c/smorton5.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6671297568827180697</id><published>2007-11-19T21:53:00.000Z</published><updated>2007-11-19T22:03:35.123Z</updated><title type='text'>.she's lost control.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Sobre o meu corpo descansou uma lassidão imperdoável que me catapultou para aquele patamar maldito mas porém andrógeno na sua concepção mais primária. Subiram os primeiros vestígios de uma loucura invejável, vulgo sintonia adulterada, por entre as minhas veias e o meu sangue obliterado pelo desequilíbrio apoteótico do meu ser. Existencial, palavra solene, reflexão isolada, deixada num canto a sossegar o suplício linearizado. Muitas identidades, muitos ataques ao pensamento-mãe, mas poucos alcances, poucas displicências, poucas verdades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Muita dor, muita fome, muita sede de um infinito para além da nossa consciência horizontal.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R0IGEdGBOrI/AAAAAAAAAGU/oS2zW4tKlLA/s1600-h/au+revoir.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R0IGEdGBOrI/AAAAAAAAAGU/oS2zW4tKlLA/s400/au+revoir.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134673198754904754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;‘uma luz dormente, um apogeu musical, bastantes garrafas esvaziadas num nada, narcópticos perdidos num mar de uma imensidão imensurável, provavelmente lançado numa atmofera impregnada de cortes longitudinais na pele, ferindo a susceptibilidade de um silêncio apagado, adiado para um milénio depois. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Forced by the pressure, the territories marked, no longer the pleasure, oh i've since lost the heart&lt;/span&gt;. Paredes pintadas de um negro dourado invisível, divididas ao meio por ténues dilacerações insanas, rasgadas ferozmente naquele exacto momento, onde o apelo à impossibilidade se torna mais credível e suplicante no seu devaneio entusiástico. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corrupted from memory, no longer the power, it's creeping up slowly, that last fatal hour&lt;/span&gt;. Porque lançam-se gritos esquecidos no ambiente já saturado de uma impensável fome, alargada como fonte de uma promiscuidade gratuita, essa que apenas materializa a vontade como necessidade, pura e somente, saciável, inóspita, a cristaliza num limite de solubilidade já ultrapassado por vertentes intermitentemente distorcidas&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. Oh, i don't know what made me, what gave me the right, to mess with your values, and change wrong to right&lt;/span&gt;. Controle. Falta de controle numa sala abafada por vazios ecléticos, por vozes sonoras, terrivelmente elevadas a um exponencial máximo de uma amplitude inalcançavel, possivelmente nunca antes atingida. Vontade. Real empenho num atingir de patamares desprezados, mantidos em estados de absoluta inacessibilidade por demais compreenderem aquelas fronteiriças limitações onde nos propagam os resquícios de uma atribulada dependência. Para viver, para corromper, para morrer. E nesses três estados de alma ambíguos,  porque o erotismo é tão somente a aprovação da vida na morte, encontram-se os nossos mais singelos desejos, completamente renegados, atirados para um sem fim de obrigatoriedades humanas, para connosco, para com eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E nesse instante, nesse apelo, nessa perfeita consciência de uma queda abrupta, porque tao necessária ela é, distendem-se as verticalidades subestimadas, as mais ambiciosas colheitas de descentralização merecidas. E aí, onde nasce o medo, a hesitação, o desejo, a dor, o desespero, o vício, as promessas não cumpridas adiadas para um dia sem nome, onde se criam e destroiem simultaneamente as construções que tão arquetipamente elaboramos, perdemos o controle. Não só quando o precisamos, como o desejamos, como não podemos deixar de viver sem ele, como fazemos parte dele.’&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;but she expressed herself in many different ways&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;until&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;she lost control again&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Como o defendemos, o interiorizamos, o adiamos, o quebramos, o esquecemos, o recorremos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;São sobretudo suportes onde nos debruçamos como se da própria vida se tratasse ignorando que ela nunca os suportará como nunca se confundirá com eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;i could live a little better with the myths and the lies,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;when the darkness broke in, i just broke down and cried.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;I could live a little in a wider line when the change is gone.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;when the urge is gone.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;t&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o lose control&lt;/span&gt;. when here we come&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R0IF89GBOqI/AAAAAAAAAGM/yZtDCGDJtLw/s1600-h/ian1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R0IF89GBOqI/AAAAAAAAAGM/yZtDCGDJtLw/s400/ian1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134673069905885858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6671297568827180697?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6671297568827180697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6671297568827180697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/11/shes-lost-control.html' title='.she&apos;s lost control.'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/R0IGEdGBOrI/AAAAAAAAAGU/oS2zW4tKlLA/s72-c/au+revoir.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-3001446204931903035</id><published>2007-11-11T18:50:00.000Z</published><updated>2007-11-19T22:01:56.303Z</updated><title type='text'>one more night</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Numa saturação já esperada, encontra-se a mais terrena certeza da necessidade contra a ilusória força da independência. Num critério mais astuto da individualidade e da construção concisa do avançar dos dias, permanece aquela perene vontade de contrabalançar o peso de uma existência palpável. Porque podemos não conseguir medir mas ela existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E no meio de tantas incertezas misturadas ao acaso escapa-nos a vulnerabilidade de uma avaliação conscienciosa. E custa. Mas nestes dias invadidos por uma circustância que grita mais alto observamo-nos a afundar num mar de papéis invertidos, num oceano de ocupações gratificantes mas mais que tudo extenuantes que nos ocupam a mente e todas essas horas que passam por nós. E aí surge aquela palavra que por mais que a critiquemos e muitas vezes fujamos dela, por mais que a utilizemos sempre que qualquer encontro não se realiza, ela existe e preenche-nos a existência. A palavra escape.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Sabemos muito bem o quão efemero é até o pronunciar da dita. Contudo a necessidade de atear a sua chama perpetua-se indefinidamente. É como o correr atrás de algo que sabemos impossível. Mas ele é impossível? Não, escapes há muitos. Todavia existe sempre um demasiadamente especial tanto pela forma como nos alcançou como pelo impacto que posteriormente nos atacou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Existe tambem uma posição vazia que impensavelmente ele adoptou face a tantos outros que poderiam dissimular a satisfação sentida. Satisfação essa que infelizmente se propaga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;One more night, that was a good one.&lt;br /&gt;One more night, i dreamed it was a good one.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;One one one&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RzdP1HIWguI/AAAAAAAAAGE/i7z2hUufxuY/s1600-h/au+revoir+033.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RzdP1HIWguI/AAAAAAAAAGE/i7z2hUufxuY/s400/au+revoir+033.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131658074277708514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Faltam-me as cores, falta-me o riso, faltam-me as horas volvidas, as noites não dormidas, os acontecimentos acompanhados de não-acontecimentos, lembra-me a noite quente, os possíveis 32 graus, o alcool, a viagem demorada num autocarro que corria perpendicularmente à minha indisposição psicológica, falta a melancolia de um abatimento esquecido, falta a surpresa sem dúvida, faltam as mesmas noites, falta a alegria estúpida estampada no rosto apenas devido aquele momento, falta aquele momento, falta juntar até o que me lembro dele, falta sentir o sabor, o cheiro e a mão dele sobre o meu corpo. Atravessa-me o desejo, a saudade, as suposições, ideais, as conversas trocadas, o que passou e não volta a ser, entra dentro de mim uma interrogação perante o porquê e o como. Excitam-me as associações que poderiam se ter dissociado num fragmento convulso da minha mente complicada, os imprevistos que poderiam afundar na mesma pergunta retórica, provavelmente aquele olhar sereno e fixo na minha direcção, até mesmo o desespero de uma vontade fisica. Desengradece-me colmatar os espaços deixados em branco com obrigações, estipulações periódicas, com fugas à minha própria necessidade, desequilibra-me a ideia que tudo se evaporou, que afinal tudo tinha outra direcção, essa que eu nunca descurei, muito pelo contrário, que eu sempre a defendi realisticamente, mas essa que me impossibilitou de concretizar esse mero escape mesmo que fosse so essa a direcção que eu poderia escolher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;he starts with her back cause that's what he sees&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;when she's breaking his heart she still fucks like a tease&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;release to the sky, look him straight in the eye&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;and tell him that now, that you wish he would die&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;you'll never touch him again so get what you can&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;leaving him empty just because he's a man&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;so good when it ends, they'll never be friends&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;one more night, that's all they can spend&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;One more night, that was a good one.&lt;br /&gt;One more night, i dreamed it was a good one.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;One one one&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;One more, one more night, that was a good one&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;One more night, the end should be a good one&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;A good one&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-3001446204931903035?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3001446204931903035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3001446204931903035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/11/one-more-night.html' title='one more night'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RzdP1HIWguI/AAAAAAAAAGE/i7z2hUufxuY/s72-c/au+revoir+033.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5091240669873968854</id><published>2007-10-30T01:29:00.000Z</published><updated>2007-10-30T01:49:14.743Z</updated><title type='text'>7/4(shoreline)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;it's a shoreline….it's high speed…its a cruel world…&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;and it's time..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;[and you want to get away]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;oh where to go to..?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;when you want to get it out?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;oh how to get through&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;if you want to get it all?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;[you can own what you choose]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;[and you want to live a lie]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;and love what you lose&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;o&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;h oh oh….!!!!!!! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;it's a shoreline…&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.it's high speed….its a cruel world…&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;and it's time&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RyaJvTzEXfI/AAAAAAAAAF8/RBWz-cCgvRQ/s1600-h/feist.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RyaJvTzEXfI/AAAAAAAAAF8/RBWz-cCgvRQ/s400/feist.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126936671669214706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É tempo de seguir por essa linha enquanto o tempo ainda te permite que sigas por ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É como uma onda avassaladora indie em que eles os dois saltam enquanto gritam, esperneiam enquanto cantam, elevam-se enquanto emitem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;Sons, são melodias intrínsecas a cada momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É como uma carga surpreendentemente emocional de sentimentos trocados, de permutas esquecidas entre noites ultrapassadas, queimadas, relegadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É como um conjunto de euforia grotesta a assomar numa sala saturada onde o ar fica corrompido de uma promiscuidade que apenas pretende ir mais além.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É como procurar entre os meandros dessas mesmas salas, compartimentos abertos, uma fenda, uma abertura minimamente consciente daquilo que exasperamos mas que simultaneamente receamos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É como ter medos mas escondê-los atrás de um armário velho, com um cheiro adulterado pelo emancipar de tantos caminhos estilhaçados a meio. De tantas vezes que se mudou o percurso apenas com receio do futuro. Um futuro eternamente atrasado para um dia sem fim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;É como nos juntarmos à volta de uma mesa redonda e levantármo-nos a meio do que nem sabemos, indo de encontro. à realização das nossas pulsões adolescentes, porque elas não deixaram de existir, e vingarmos a frustração ressequida, a dilaceração quotidiana em pedaços gratificantes de luxuria e de um adiar do significado. Da palavra pecado. Porque ela nem existe. Apenas do viver aqui, onde aqui se fomentou esta discórdia momentânea do nosso ser, e mantermo-nos serenos à espera que a libertação se processe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;E é como se essa libertação se processasse e saltassemos vivamente em cima de uma cama, partindo, deixando, fugindo, e enviesassemos os nossos próprios desconhecidos percursos em algo que sempre desejamos insano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;E é como se essa insanidade nos invadisse e permanecesse serenamente no nosso corpo e na nossa vontade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;E é como se a nossa vontade se instalasse de vez sobre o nosso ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;E é como se simplesmente vivessemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;Acompanhados deste som.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;and you're walking away.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;and you try to get through.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;but you’ve got another life.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;from the lies they told you.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;and you try to do it right.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;and they all will see you.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;if you try to steal the beat&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ohh&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;the beat will steal you&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RyaJlDzEXeI/AAAAAAAAAF0/L9AG_lAB4mI/s1600-h/BrokenSocialScene.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RyaJlDzEXeI/AAAAAAAAAF0/L9AG_lAB4mI/s400/BrokenSocialScene.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126936495575555554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.porque este post é para uma musica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.porque este post é uma musica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.chama-se 7/4(shoreline)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.porque fala-se de Broken Social Scene&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.porque é incrivel que a representação musical se intercruze na perfeição com a demonstração literária&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.acho que já disse que este post é uma musica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.e nao se consegue dissociar dela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.porque ha posts sobre filmes, sobre mim, sobre tudo e sobre nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.este é sobre, com, e para uma musica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.e para um numero&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.30&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.e para os 365 dias que levaram invariavelmente a este numero&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.e para a passagem de um ano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.uma memória&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.uma fugaz tentativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;. este post é uma musica, ja vos tinha dito?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;[its coming]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;it's coming in hard&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5091240669873968854?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5091240669873968854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5091240669873968854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/10/74shoreline.html' title='7/4(shoreline)'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RyaJvTzEXfI/AAAAAAAAAF8/RBWz-cCgvRQ/s72-c/feist.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-3618120374517786782</id><published>2007-10-15T23:58:00.000+01:00</published><updated>2007-10-16T01:23:47.782+01:00</updated><title type='text'>choses secrètes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Coisas secretas escondem-se atrás do varão da nossa intelectualidade, pequenos segredos redimem-se no decorrer de uma descida íngreme pela escada da surrealidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Não existe luxuria sem poder nem dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Uma coisa implica a outra, não necessariamente uma vinculação antecede-se a outra. Já dizia o grande Marquês de Sade, autor esse que Brisseau se enfastia mas que o inspirou nem que fosse pelo prazer do próprio prazer da descoberta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Porque descobertas efectuamo-las todos os dias. O que se esconde por detrás, afinal, dos nossos recalcamentos mais íntimos? Porventura nem os queremos analisar, deixamos o inconsciente operar onde ele está, mas se em qualquer momento da vossa vida necessitassemos de deixar escapar uma sexualidade latejante que apenas se apoia na palavra ‘ousa’...deixavamo-nos ir.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RxPxHf0xs9I/AAAAAAAAAFs/UIZWz4brhNo/s1600-h/coisas_secretas03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RxPxHf0xs9I/AAAAAAAAAFs/UIZWz4brhNo/s400/coisas_secretas03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121702312354624466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Às vezes basta ousar para se atingir um patamar meio inacessível a nossa mente contaminada. Por vezes não são suficientes as nossas mais valias racionais que as coisas tem de ser como elas são. Porque sabemos muito bem o caminho e os seus meandros mas acabamos por nos emaranhar numa teia que desde sempre rejeitamos contudo que inevitavelmente sucumbimos. O saber não implica uma acção, mas a partir dele podem se efectivar mesmo muitas situações. O poder de decidir prosseguir por aquele caminho nem sempre se processa com sucesso mas cabe-nos a nós, em cada ponto de retrocesso, criar amarras que nos prendam a nossa realidade, aquela que construímos, sobre a qual adormecemos e acordamos. Porque só depende de nós não chegar ao ponto de aniquilar o exterior sem que isso nos incendeie por dentro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Porque apesar de tudo o que sabemos nada mudará. Nem lá fora nem cá dentro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-3618120374517786782?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3618120374517786782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/3618120374517786782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/10/choses-secrtes.html' title='choses secrètes'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RxPxHf0xs9I/AAAAAAAAAFs/UIZWz4brhNo/s72-c/coisas_secretas03.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7172235192500069610</id><published>2007-10-03T22:17:00.000+01:00</published><updated>2007-10-03T22:37:11.055+01:00</updated><title type='text'>accident &amp; emergency</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;i’m hungry now.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;i’m hungry for you&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;E é estupidamente anacrónico que seja assim. É inacessivelmente idiota que se se sinta a chuva lá fora como uma mera continuação de uma tempestade hormonal, passageira, casual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Porque as vezes só se necessita de um olhar consolador, de uma voz serena, de um estar lado a lado no mais perfeito acompanhamento do ser. De sentir que estamos realmente acompanhados e não um 'estou mais só do que sozinha'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Porque repentinamente tudo deixou de fazer sentido assim, assim como estava, como que se a desestabilização total de um extremo fosse prioritária em relação a um equilíbrio que nada deve a ninguém. Porque nada tem que se apoiar em escapes reinventados, reconstruídos, adulterados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Porventura nem sempre nos racionalizamos desse modo, até porque é fundamentalmente complicado, quase impossível, mantermos um poder absoluto sobre tudo o que nos ocorre. E aí nesses pequenos percalços, sorrateiro redemoinho de sensações, cores e visões surge uma voz cá dentro que susurra:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Porque eu só queria a milisémia atenção que não me dás, aquela que nem percebes que de desvanece completamente por entre ti e se dissipa com um coeficiente energético quase nulo por entre a barreira que nos separa, que agora me estilhaça mais para uma perpendicular acima da linha do impossível do que uma paralela à equatorial que nos desengrandece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Sim é possível desencantar, mais que isso é possível considerar que se errou, se exagerou, se levantou essa ténue fronteira entre dias cada vez mais longínquos, e aí nesse pequeno sentimento de culpa nem sequer ponderar uma mudança de direcção, até porque não existem direcções a tomar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;É como lembrar-me que foi muito estupido mesmo, desnecessário aquele virar de costas 'até já', que não se realizou, que se adiou até um dia, mas que dia? Que horas, que ilusões, que possibilidades, nenhumas, já se sabe, eu sempre o soube. Eu nem sequer cheguei a entrar nesse avião porque sabia que a viagem tinha terminado antes de começar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;It's you who puts me in the magic position, darling now.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Mas eu só queria apenas uma qualquer palavra, uma qualquer demonstração, uma qualquer segurança, uma qualquer confiança, embora só receba desvios relativos aquilo que eu queria. Sim porque eu ainda acredito que não tenho que somar a diferença que concebia uma indiferença absoluta. Provavelmente, porque como a pressão, não perspectivo exasperação maior, e nesse âmbito será impossível atingirmos um mero valor negativo. Porque não existe nada que distorça mais do que já está.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Porém mesmo porém, eu sinto algo como maior, mais forte, mais abrangente, sinto varias vertentes a convergirem para o mesmo ponto, a afundarem como um rio pesado mas original, excêntrico e ditatorial, vejo-me a mim encetando varias cores, adoptando aquele estar que tanto desejei, prosseguindo calmamente e evoluindo lentamente para patamares nunca antes vistos. Porque eu gosto e antes de tudo isto é mandatorio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;E fantasticamente feliz. São mil cores, mil hipóteses coabitando no vão mais louco da inteligência. E da necessidade. Da eclética vontade de ser diferente. E pela primeira vez...gostar-se de ser assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Accident! Emergency!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;To terrorists, catastrophe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Drop this agony, and misery&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Give me &lt;span style="font-style: italic;"&gt;accident&lt;/span&gt; and &lt;span style="font-style: italic;"&gt;emergency&lt;/span&gt;!&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RwQHOP0xs8I/AAAAAAAAAFk/HkLWqlK4FTY/s1600-h/today+014.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RwQHOP0xs8I/AAAAAAAAAFk/HkLWqlK4FTY/s400/today+014.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117223017947182018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7172235192500069610?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7172235192500069610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7172235192500069610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/10/accident-emergency.html' title='accident &amp; emergency'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RwQHOP0xs8I/AAAAAAAAAFk/HkLWqlK4FTY/s72-c/today+014.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6365802544522412972</id><published>2007-09-16T18:26:00.001+01:00</published><updated>2008-12-08T01:57:23.356Z</updated><title type='text'>always...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 204, 51);font-family:verdana;" &gt;.Play me a sad song because that’s what I want to hear.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 204, 51);font-family:verdana;" &gt;.I want you to make me cry. I want to remember the places that we left.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 204, 51);font-family:verdana;" &gt;.Lost to the mists of time.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Pode-se afirmar que foi naquele redemoinho de sensações que se instalou uma evasão pacífica do meu ser. Levemente me enrolava sobre mim e em mim, ansiando os dias e as noites, ansiando a calma e o equilíbrio que me podiam invadir, sonhava e imaginava os meandros da minha mente afagada pela mais sublime melancolia. A da vida e das suas dualidades. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Saí de la claustrofóbica, procurei-a desesperada, que poderia ela sossegar em mim se neste corpo só sobrevivia a mais negra das desilusões vigentes? Provavelmente nada. Sei que saí de la, saí com este corpo que me fomenta o espirito, andei, observei aquelas torres simétricas e consegui apreender a melodia, o início, o início de um fim que prometia, prometia mais que cumpria mas que efectivamente me corrompeu. Porque nem interessam já as noites passadas em stress constante e choro sub-humano, apenas importa o que encarnei naqueles singelos momentos. O que simplesmente parei para assimilar. E foi qualquer como isto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;i know that you’ll go soon. you’ll find out so take me with you.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;always.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;She broke away sempre. Acho que até nem consegui parar para compreender que sempre foi assim. Quebrar, partir, destruir, recalcar, criar, sempre me interiorizaram a alma. Porquê renegar isso? Porquê renunciar a uma preguiça mais mental que psicológica? Porquê nao sucumbir ao que letalmente me engrandece? Acho que fui demasiado ingénua. Mas prossegui. E aí no limiar da necessidade, que por visceral me colmatava os vazios esquecidos, consegui entrar dentro da minha pele e sentir o que até então eu renunciava sentir. E porquê tão tarde? Nem interessa, foi bom e por mais que me guiasse para a aniquilação absoluta, isso não alterava mais. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Because it's like learning a new language, helps me catch up on my mime. if you don't bring up those lonely parts. this could be a good time. it's like learning a new language&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Contudo ainda escutei dentro de mim: ‘&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;but you're so cute when you're frustrated, dear..yeah you're so cute when you're sedated, dear&lt;/span&gt;’, e aí aceitei os efeitos do alcool. Numa mente sedada pelo inacessível nem sempre se coadunam as prioridades da forma mais correcta, até aposto uma regressão, provavelmente uma linearização com um coeficiente de correlação de 0,85. anyway não pude assegurar nada. acabei por seguir. E não cumprir. E até esse ponto fui honesta. Como sempre. O problema é que me quis afundar. Na minha maior lástima e desejo de perda. A da vontade. E da impossibilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Hey, Hey, vejam só como podem ser irónicos os altos e baixos do temperamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E como eu gosto deles. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tick, tick, tick, tick...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Time you take it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Time you take it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;You make me, you make me….you make me, you make me….&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;You make me want to lose it.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Neste mesmo espaço reconstruí, foi bom. Foi muito bom. Depois ainda continuou. Estranho sentir desta forma. Perda, quero perder-me...não, quero me reconstruir. É essa a palavra. Correr atrás do que me fugiu. O que fugiu? you wanted a love song from me. now there´s a love song for you.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E neste mesmo espaço(pela segunda vez), a luz cegou-me, a cor inundou-me a vista, eu quase que retrocedi, intrisecamente tive sintomas de privação, mas de quê? Deste poço maciço de ideais crucificados, ou neste dia, que em míseras 24 horas se transformou no mais penoso possível. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;you come here to me. we'll collect those lonely parts and set them down.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;You come here to me...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;Rebolei, recusando sequer compreender as luzes e os sons que se misturavam neste compartimento, no fundo só queria deixar-me ir até que esta desilusão me arrastasse para nunca mais voltar, só queria...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;She says brief things her love's a pony. My love's subliminal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;Ponto final, olhei pra trás e sorri. Agora dá vontade de sorrir, de passar para o outro lado da ponte de uma forma inimaginável, porque ao recorrer fui eternamente feliz e ao atravessar a passadeira nem sequer notei, como foi possível, a dor, que é a dor, transformar-se e apenas me sussurrar ao ouvido...&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;stay out of trouble,  stay in touch. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;try not to think about me too much.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;E é complicado pô-la de parte nestes dias que me assolam o destino, esse que nem existe, porém que se distende aos meus pes. A dor a dor, essa fome linearizada do meu apocalíptico meio de perder a identidade, a necessidade, essa linha recta que não percorro. Ela sempre ela. A ansiedade. O apelo. Mas qual apelo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Seria possível?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;But now the feeling's growing, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;I would be better off with their help.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;E no fundo foi tudo tão estranho assim...mas fundamentalmente....meu.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Ru1ntF30GgI/AAAAAAAAAFc/VvEtXjvz2b8/s1600-h/11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Ru1ntF30GgI/AAAAAAAAAFc/VvEtXjvz2b8/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110855176503433730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6365802544522412972?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6365802544522412972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6365802544522412972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/09/always.html' title='always...'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Ru1ntF30GgI/AAAAAAAAAFc/VvEtXjvz2b8/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-2432801230064652888</id><published>2007-08-19T19:36:00.000+01:00</published><updated>2007-08-19T20:16:01.321+01:00</updated><title type='text'>she broke away</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;..:This one is call Stella was a Diver and She’s Always Down:..&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOaTZYasI/AAAAAAAAAFU/EqbC-Pf3DiQ/s1600-h/l1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOaTZYasI/AAAAAAAAAFU/EqbC-Pf3DiQ/s400/l1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100483160531561154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ela caminhou decididamente numa passadeira imponente na sua majestosidade eclética. Sentou-se algures, falava-se de extase epiléptico, de vicissitudes cardíacas, cheirava-se um odor a respiração ofegante, como se esta mesma albergasse cheiro, perdia-se o sabor algures, num monte dissonante, num vasto périplo de sombras imaterializadas. Deitou-se, batiam as 9h. Rodou sobre o seu próprio eixo, terminavam as 11h. Era capaz de sentir a luz ténue a bater sobre o seu corpo imóvel. Acendia um cigarro, libertava claustrofobia, eclodiam nuvens de poeira cinzenta. Ela, estava certa do seu caminho, por mais incontrolável que fosse. Por mais que ela soubesse que não podia envergar o anel. Qual anel? Afinal quem matou Laura Palmer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;when she walks down the street. she knows there’s people watching.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;the building fronts are just fronts to hide the people watching her.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;she once fell through the street. down the manhole in a that bad way.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;the underground drip.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;it's just like her scuba days&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOVzZYarI/AAAAAAAAAFM/Ry5pahQTOFI/s1600-h/l2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOVzZYarI/AAAAAAAAAFM/Ry5pahQTOFI/s400/l2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100483083222149810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Afinal o que se amontoa sobre aquele vasto encadear de recordações? Penso que meros recortes de paisagens esquecidas, fotografias infames de momentos alguns, tintas febris derramadas por corpos incandescentes, placards de madeira envergando superstições, cartolinas rasgadas sobre a luz apoteotica de uma ignóbil chama. De uma perene fonte de prazer irremediável. Fontes apagadas e incertas. Uma leve, não, uma forte dor de cabeça, uma força imensurável que me leva a continuar caminhos que não quero e que nem os percorro. Porque no limiar da fronteira apagada visionei o conjunto feroz em que se desbastava a minha imaginação. Leves cores replicadas com disléxicos sabores. São cheiros. São proposições. Admissões. Recordações. Ligações e conexões. Days. Daze. Days.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she was all right cause the sea was so airtight. she broke away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she was all right but she can't come out tonight. she broke away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she was all right yeah the sea was so tight, air-tight…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she broke away, broke away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she broke away, broke away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she broke away, broke away&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;she broke away&lt;/span&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOQzZYaqI/AAAAAAAAAFE/gOZmXA9PkqA/s1600-h/l3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOQzZYaqI/AAAAAAAAAFE/gOZmXA9PkqA/s400/l3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100482997322803874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;São impossibildades, vulgo cansaço. De forma, de materia, de horas e horas, e porquê? Uma evasiva raiva dissipada por encadeamentos sucessivos, provavelmente uma continuação de um cansaço inultrapassável, e porque essas barreiras são dificultadas e porque tudo não se constroi na medida em que se cria? Porque tudo não se realiza? Mas porque ela não descansa? Existirá uma plausível explicação? Mas qual? E depois? Não existe perturbação então prossegue sorrateiramente nesse percurso, mas qual?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;bottom of the ocean she dwells&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;bottom of the ocean she dwells&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;from crevices caressed by fingers&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;and fat blue serpent swells&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Stella..Stella!!! oh Stella….&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Stella I love you, Stella I love you, Stella I love you….&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Deitada nos tais mencionados lençois amarelos(e tudo foi mais fácil assim), ela consome o seu vício incisivo, ela mantém a vasta coberta dos sentidos acima do seu corpo. Ei-la. Ouve-se o mesmo. Sente-se ou tenta-se reproduzir em kilometros volvidos a mesma sensação. Até quase chego a acreditar que vejo o mesmo. Vi. Vivi. Senti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;well she was my catatonic sex toy lovedrug diver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;well she was my catatonic sex toy lovedrug diver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;she went&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;there into the sea&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;she went down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;there&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;down&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;there for me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;right on…oh yeah…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;right on&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;so good…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;oh yeah….&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;right on&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;so good&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;oh yeah…&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOHjZYapI/AAAAAAAAAE8/NDYlBhBee5Q/s1600-h/l4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOHjZYapI/AAAAAAAAAE8/NDYlBhBee5Q/s400/l4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100482838409013906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;there's something that's invisible&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;there's some things you can't hide&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;try to detect you when I'm sleeping&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;in a wave you say goodbye&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-2432801230064652888?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2432801230064652888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2432801230064652888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/08/she-broke-away.html' title='she broke away'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RsiOaTZYasI/AAAAAAAAAFU/EqbC-Pf3DiQ/s72-c/l1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-6581959786124972854</id><published>2007-08-06T01:48:00.000+01:00</published><updated>2007-08-06T02:38:07.159+01:00</updated><title type='text'>turn on the bright lights</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Obstacle 1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;Um círculo vicioso que se formou abruptamente entre vielas e avenidas, incongruentemente dissipadas pelo calor de uma noite, noite após noite, ela vem, ela caminha sobre mim. A inspiração. A inspiração. A expiração. Desce. Sobe. Pergunta. Sistematiza. Afoga em mim uma perene sensação sensaborona nesse pedaço de papel amachucado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Ainda se encontram caídas, reestabelecidas, as folhas, as ilustrações, os moldes, modelos matemáticos circuncisados por mim. Destruídos, vulgo a destruição maciça, ofegante, demolidoramente frustrante, cambaleante no seu desmedido suor. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Distance. I'll keep my distance. These things I never seem to mean. So I leave the murder scene&lt;/span&gt;. Este mesmo lugar que me devolve a calma perdida e amalgada por horas desgastadas, rebuscadas, inquietantes. Formou-se um círculo que rodou &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;a meu favor&lt;/span&gt;. Basicamente tudo se concretizou como o ansiado, simplesmente tudo se coadunou como o merecido, mas qual esperança, qual satisfação? Via-a nos olhos dela, olhos tristes atrás de um balcão das informações, atrás de uma barriga enorme que não para de crescer.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.: We can cap the old times make playing only logical harm..:We can cap the old lines make playing that nothing else will change..:&lt;/span&gt;, vi nele abruptamente tão instável quanto certo do seu caminho, vi em mim nas diferentes ascenções, nas subidas vertiginosas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Vi em mim quando saí e esperei por ele. Antes apareceram eles, graciosamente contornaram aquela ilha que construí a minha volta. Ilha que me limitou e me engoliu como me enrolasse inteiramente numa onda de 300 metros. Aí não conseguia obter vislumbre do redor, do que hermeticamente me fechou num quadrado obtuso, e impossível de destrinchar. &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;..: She puts the weight:..&lt;/span&gt; ela. Eu. Eu sempre atras eu atras, atras daquilo, do resto que sobrou de mim naqueles parametros, atras daquele momento, qual?, atras do ar, da simples brisa que me invade, naquela hora, naquele exacto momento, naquele mergulho, que por si só me transmite a calma que não esperava mas que nao reconstitui. Mas shh. Silêncio. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nothing to be scared of my dreams, they keep hold of me my guides when I can't see.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E sento-me. Na areia, sento-me. E nao desaparece. Este poço sem fundo nao me remete para nada. inspiro e expiro. E nada. porque ela nao chega ate mim. Ela bate a porta da minha pele mas nao penetra nem pelo minimo poro. Continuo a olhar. Pesadamente sobre o fio da navalha que me distancia de mim em mim e para mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Look at us &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Through the lens of a camera&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Does it remove&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;All of our pain?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Chego a encara-la de frente, contudo não a interiorizo, e ela docemente acena-me um adeus e permanece sentada a porta, à espera. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;got to be some more change in my life.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Vulgo designação corrente de felicidade, momento de extase e sobretudo de satisfação, ei-la a fonte de poder desmesurado que não sinto, que nao equilibro. Porque ela não me larga, porque ela vive em mim, nas multiplas benzodiazepinas as 3 da manha, porque elas nadam em mim, mergulham e so me socorrem nas 14 horas volvidas, passadas através de Sartre, de Duras, de Camus, até de um simples Suskind, o que é isso comparado com a doce Elfriede, gosto dela porque ela escreve como eu e ela emerge como eu. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;: But she can read, she can read, she can read, she can read, she's bad. She can read, she can read, she can read, she's bad, oh she's bad.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;O que eu mais ambiciono é emergir. É perder para ganhar. É ganhar e conseguir vencer. É encarar esta batalha ganha como algo que me transporta para um novo patamar. Que debilmente desprezo e envieso. Porque o faço? Mais uma, mais duas benzo. As vezes penso que ela escolheu muito bem, vistas as coisas, ele é fraquito, todavia acabo sempre por me redimir a dois.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; i know you've supported me for a long time somehow i'm not impressed&lt;/span&gt;. Três. São quatro. Cinco. Nunca cheguei a tanto. Se pensasse todas as noites no frio que aqueles pobres bebes apanham largados no jardim da Epal talvez fossem seis. Sete. Oito da manha.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;subway is a porno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;São gritos histericos. São ideias e prazeres que fogem como um relâmpago. Sao momentos, acontecimentos que crio no meu consciente que esvoaçam em direcção ao nada, são folhas, vejam só, são misturas de roupas, com cadernos, pentes e envelopes endereçados ao nada que tanto amo, redistribuídos por placas de madeira. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;There is love to be made. So just stay here for this while. Perhaps heartstrings recuscitate .The fading sounds of your life.&lt;/span&gt; São necessidades musicais, sao medos. Medos atrozes que não me interpelam, nem perguntam se lá fora está frio, isso não interessa, temos sempre Interpol para este momento. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;the pavements they are a mess&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RrZwLGPHgwI/AAAAAAAAAEs/eUAJt7ZjdR8/s1600-h/broadcasttop.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RrZwLGPHgwI/AAAAAAAAAEs/eUAJt7ZjdR8/s400/broadcasttop.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095383364371186434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Broad. Gosto mesmo muito. Se me pudesse definir diria que era totalmente este agrupamento musical. Sou totalmente Broadcast. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Constellation of orion. A picture with a past. A future so vast. A mnemonic game. On the arc of a journey.&lt;/span&gt; Nos instrumentos, nas melodias, na voz, nas letras, nos instrumentais, na definição interpessoal que surge, sou Broadcast, gosto deste avantgarde que passa deles para mim, do underground fantasmagorico que me assombra vertiginosamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E é incrivel, uma Sad Song que nao tem nada de Sad Song. Enquanto a ouvia pensava. Imaginava. O paraiso perdido que se espelha constantemente quando por lá passo, criteriosamente estendido a preceito quando avisto ao fundo as torres. E quantas vezes por lá passei. Chego até a ter um pequeno estremecimento quando me lembro de...sim deve ser disso. Sim pode-se dizer que sim. Depois passa. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I just close my eyes as you walk out. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Out. Out&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Após esses interregnos todos, creio que me reviro constantemente sobre a forma da expulsão do mais fraco e a predominância do mais forte. Acabo sempre por olhar para mim de frente e manter a velha visão de uma perfeição desenquadrada, confundida, desprezada e imensuravel. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;It's up to me now turn on the bright lights.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Termino por me rever nos risos de quem gosto, no sofrimento de quem perscruto com o olhar, na dimensão de uma mortalidade consciente mas estruturada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Ate podia falar dela mas isso não me chegava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Em certos momentos da nossa vida atingir um patamar apenas nos remete para a necessidade de atingir o imediatamente acima e a sede de absoluto consome-nos o espirito numa vasta imensidão de descontroles cerebrais. Porque não passam de automatismos estruturais. Que nos estruturam a existência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;.It's in the way that she walks, her heaven is never enough&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;She puts the weights in my heart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;She puts the, she puts the weights into my little heart.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RrZwVWPHgxI/AAAAAAAAAE0/kCMSw6odMhw/s1600-h/interpol.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RrZwVWPHgxI/AAAAAAAAAE0/kCMSw6odMhw/s400/interpol.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095383540464845586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-6581959786124972854?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6581959786124972854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/6581959786124972854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/08/turn-on-bright-lights.html' title='turn on the bright lights'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RrZwLGPHgwI/AAAAAAAAAEs/eUAJt7ZjdR8/s72-c/broadcasttop.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-733772938309824851</id><published>2007-07-24T00:22:00.001+01:00</published><updated>2010-02-03T19:48:37.822Z</updated><title type='text'>thank you</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ao longo destes anos, de todos estes anos que fazem de mim aquilo que sou hoje e do qual me orgulho bastante, ao longo de todos os consecutivos anos passados no mesmo colégio, no mesmo liceu, nas mesmas discotecas, nas mesmas noites, nas mesmas tardes de praia, nas mesmas aventuras, nas mesmas rotinas, na mesma faculdade, dei-me conta, do quanto os meus temas de afiada discussão se remetiam pura e simplesmente à incompreensão. Algo que sempre fui vítima, e no fundo, cada qual, é vítima. Algo que pode nos passar completamente ao lado ou entao enclausurar-nos numa tremenda avalanche de dor e desinteresse. Por vezes voltamo-nos ainda mais para nós proprios, outras vezes nem por isso. De qualquer das formas, a interiorização é aprazível e inteiramente necessária. Depois chegamos aquele ponto em que sim, não queremos de todo porque não precisamos de mais nada. Contudo comigo surgiu assim algo que eu já perdera a esperança que aparecesse. Apareceu um ser iluminado que me compreende. E perguntam vocês, o que ela compreende que nós não compreendemos, ou porque ela consegue e nos não?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Existe uma capacidade adicional, que eu confesso que não possuo, que se chama: saber ouvir. Não é qualquer pessoa aquela que nos ouve, porque nem qualquer pessoa tem a aptidão de se conseguir pôr realmente no lugar da outra esquecendo por completo a sua pessoa, porque de facto, está a posicionar-se noutro corpo espiritual, e aí ser-lhe-á impossível sequer, fazer qualquer comparação a meio que seja consigo próprio. E sim aí podemos dizer que quem o consegue, sabe ouvir. Saber ouvir remete para uma ponte entre a inteligência e  o universalismo, o saber observar, sair de si e regressar com muito mais do que entrou. E esta pessoa albergava todas essas características sim. Era mesmo como disse o Estrela, ‘uma pessoa reservada, silenciosa que sabe observar e que pertence à classe das pessoas mais inteligentes’.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Muitos dos meus ‘males’ nasceram exactamente da situação de nao ter quem me ouvisse mesmo. Quem pudesse entrar dentro de mim e aí compreender na perfeição o que se passava cá dentro. Não havia. Agora há. E agora que faz um ano precisamente que este ser entrou na minha vida não posso deixar passar a data em branco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Existem coisas mesmo muito surreais, porque as circunstâncias em que nos conhecemos não eram nada enquadradas numa perspectiva qualquer de vida minha, ou seja, nunca me imaginaria noutros tempos a ir como fui daquela vez. Depois vieram os depois e esses depois acabaram assim. Nesta amizade que aparte, de eu ter pessoas de quem gosto muito e que sim também sabem ouvir à sua maneira e muito me deram ao longo destes anos, nunca me conseguiram conceder a paz com que fico depois de falar com esta pessoa. E é fenomenal porque parece uma obra do destino qualquer. (destino?), depois de passar uma das fases mais complicadas da minha vida e ter tido mesmo pessoas do meu lado, incansáveis, e mais que tudo amigas, pergunto o que esta pessoa não teria feito por mim na altura. Parece que todo aquele conjunto de acontecimentos vieram tao simplesmente forçar a que nos conhecessemos porque, sim, eu atravessaria períodos tao complicados quanto aquele e sim, estava como se há-de dizer, já há muito tempo sem a encontrar. Nunca pensei sequer em encontrar...repito. a esperança tava perdida. Todavia eis que na Ribeira eu conheco a rapariguinha caladinha, muito sossegadita, a rir.se de vez em quando, e sobretudo a observar. Que teria ela observado de mim naquela noite? Não sei. Seguiram.se outras e uma bela tarde no tasco da Maia, ali o batido de pistacho LOL ou era d morango? Enfim, aí penso que fiz o que fazia com as pessoas. Ao mesmo tempo senti que podia. Sim porque no fundo, eu estava-me a comprometer a que tudo me saísse ao contrário, o meu desabafo podia não cair de todo bem, mas nunca fui pessoa de pensar em consequências dos meus actos, e de facto arrisquei sem pensar, saiu-me naturalmente e ela naturalmente ouviu.me e falou comigo como se me conhecesse há anos e como eu tivesse simplesmente a falar de algo que ela tão bem conhecia. E assim continuou. Até hoje. Esteve presente num momento particularmente dificil meu, não pessoalmente, mas esteve, e embora na altura eu tivesse recorrido a ela sinto que se fosse agora recorreria com maior intensidade visto a força da ligação que se formou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Não posso afirmar que depois deste acontecimento na minha vida, comecei a ver os outros de outra forma, ou a dar-lhes menos créditos, não de todo, apenas me vejo de outra maneira e me posiciono na vida e em mim de uma maneira que há totil (lol) que precisava. Porque por mais que eu acredite que a felicidade, os momentos, existem e se consolidam no vão da nossa solidão existencialista, no meu perene caso, sempre precisei de uma voz, uma voz não complexa, não sábia demais, uma voz apenas que agisse como uma unica chave para uma fechadura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E acreditando nas palavras proferidas por ela hoje, acredito que é recíproco embora muitas vezes não me pareça, como se eu fosse uma vampira sugadora e nem pensasse um pouco como as coisas são para ela. Parece que apesar de termos esta relação, esta confiança, somos pessoas muito diferentes. Talvez eu me sinta cada vez mais como ela. Talvez eu veja as coisas tão mais...pacíficas e menos necessárias de exposição. Isso sem duvida. Mas mais que tudo. Eu sinto que aquilo que nos une mesmo a 300 km de distância é especial, é unico e vai ser para sempre. Alias, acho mesmo que é indestrutível. O que até é arriscado de se afirmar. Mas se arrisquei tanto até agora, porque não arriscar no limiar? Sempre!!&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RqU4aGPHgvI/AAAAAAAAAEk/ULaESIDVmVY/s1600-h/paeque+serralves+2007+0202.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RqU4aGPHgvI/AAAAAAAAAEk/ULaESIDVmVY/s400/paeque+serralves+2007+0202.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090536974813987570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;lov u*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;e&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;como acabou por ser um testamento, deixo aqui uma musiquinha que gosto mesmo muito!! adoro, e penso que também gostas, ou não fosse ele o nosso Brian!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I wrote this novel just for you&lt;br /&gt;It sounds pretentious but it's true&lt;br /&gt;I wrote this novel just for you&lt;br /&gt;That's why it's vulgar&lt;br /&gt;That's why it's blue&lt;br /&gt;And I say thank you&lt;br /&gt;I say thank you&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: verdana; text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I wrote this novel just for Mom&lt;br /&gt;For all the Mommy things she's done&lt;br /&gt;For all the times she showed me wrong&lt;br /&gt;For all the times she sang God's song&lt;br /&gt;And I say thank you Mom&lt;br /&gt;Hello Mom&lt;br /&gt;Thank you Mom&lt;br /&gt;Hi Mom&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: verdana; text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I read a book about Uncle Tom&lt;br /&gt;Where whitey bastard made a bomb&lt;br /&gt;But now Ebonics rule our song&lt;br /&gt;Those motherfuckers got it wrong&lt;br /&gt;And I ask&lt;br /&gt;Who is uncle Tom?&lt;br /&gt;Who is uncle Tom?&lt;br /&gt;Who is uncle Tom?&lt;br /&gt;You are&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: verdana; text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I read a book about the self&lt;br /&gt;Said I should get expensive help&lt;br /&gt;Go fix my head&lt;br /&gt;Create some wealth&lt;br /&gt;Put my neurosis on the shelf&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: verdana; text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;But I don't care for myself&lt;br /&gt;I don't care for myself&lt;br /&gt;I don't care for myself&lt;br /&gt;I don't care&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: verdana; text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I wrote this novel just for you&lt;br /&gt;I'm so pretentious&lt;br /&gt;Yes it's true&lt;br /&gt;I wrote this novel just for you&lt;br /&gt;Just for you&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt; Just for you&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-733772938309824851?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/733772938309824851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/733772938309824851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/07/thank-you.html' title='thank you'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RqU4aGPHgvI/AAAAAAAAAEk/ULaESIDVmVY/s72-c/paeque+serralves+2007+0202.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5046935683440698342</id><published>2007-07-09T21:58:00.000+01:00</published><updated>2007-07-10T18:43:59.430+01:00</updated><title type='text'>we must never be apart</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Today is the greatest day i ’ve ever known&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RpKhuo8nBSI/AAAAAAAAAEc/SvlI9iLtjgo/s1600-h/corgan.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RpKhuo8nBSI/AAAAAAAAAEc/SvlI9iLtjgo/s400/corgan.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085304751892399394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E foi assim que Billy Corgan se apresentou na madrugada do dia 10 de Junho no festival Oeiras Alive. E nos primeiros acordes começou a chover.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Foi indescritível o momento por isso não vou sequer tentar descrever. Foi e apenas foi e sentiu o que sentiu quem desde anos e anos da sua juventude seguiu assombrosamente a história de uma banda épica de Rock and Roll.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os Smashing Pumpkins não foram aqueles que estiveram em palco. E Billy Corgan sabe disso. Sabe que depois de ter reiventado e introduzido uma lenda na historia da Música no Mundo dificilmente, depois daquela quebra relacional, poderia reverter situações irreversíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após um reconhecido &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gish&lt;/span&gt;, um lírico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Siamese Dream&lt;/span&gt;, um acolhedor&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Pisces Iscariot&lt;/span&gt;, um potente, fenomenal e incomparável &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mellon Collie and The Infinite Sadness&lt;/span&gt;, uma obra de pura e inultrapassável arte chamada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adore&lt;/span&gt;, um fogoso e apaixonante &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Machina The Machines of God&lt;/span&gt;, sem esquecer o curioso e brilhante &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Aeroplane Flies High-Turn Left Turn Right&lt;/span&gt;, Billy Corgan e Jimmy Chamberlin chamam três musicos e sobre a força da convicção do primeiro, apresentam-se como The Smashing Pumpkins. Lançam hoje &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Zeitgeist&lt;/span&gt;. Fazem uma digressão de apresentação ao álbum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Decorria o ano de 2000 quando Billy Corgan, D’Arcy, James Iha, e Jimmy Chamberlin anunciavam o fim da sua carreira. Com o visceral concerto no Estádio do Restelo, despediam-se assim dos muitos fãs portugueses que os acompanharam. Chorei bastante, não pude acreditar, recordava o momento que a Shame entrou na minha vida, os multiplos acontecimentos que me faziam recorrer ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adore&lt;/span&gt;, as desesperantes necessidades de ouvir a voz do Billy para conseguir ultrapassar muito do que até então vivia. A sua voz sempre foi a minha salvação. Em muitos momentos dela, desde os 12 e principalmente nos 15/16 anos, vivi intensamente o que se chama por amor a alguém, neste caso, à música, a um album, a muitos albuns, a um musico. Inegável é a excelência deste Senhor. Quer se goste quer não se goste, continua a ser das poucas pessoas que se pode apelidar de artista, de um génio. E como tal, tem um objectivo na sua vida. A perfeição. E aí sim. Ele sabe-o. Atingiu-a por muitas vezes. Mas como todos os prós também existem contras e foi exactamente esse feitio obsessivo que conduziu ao fim da sua carreira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;E eu continuava a recordar os momentos que inventava mil desculpas à Mourão para não lhe emprestar o Adore porque simplesmente não conseguia viver sem ele, a epopeia que foi o encontro com os amigos dela que rapidamente se tornaram meus amigos, aquelas peripécias que a ninguém mesmo, aquela fila enorme que passamos a frente nem eu sei como, eram umas 21h...enfim. o táxi táxi táxi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Zwan foi uma criação inóspita, vulgar e que não careceu de nenhuma atenção minha. Billy afundou-se e no buraco não conseguia visionar o fundo. Nem um ano volvido e proferia:’Nem sei como entrei nisto..’. Pois nem eu. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;2005 aparece &lt;span style="font-style: italic;"&gt;TheFutureEmbrace&lt;/span&gt;, o seu album a solo. Na Aula Magna o esperei e nela tive a certeza(como podem ler em:http://trustanyone.blogspot.com/2005_06_01_archive.html, post de dia 10 de Junho, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;curiosamente&lt;/span&gt;). Ele queria e precisava de voltar com os Smashing. O James Iha, a D’Arcy e o Jimmy Chamberlin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;Em 2007 é anunciado o seu regresso. Todavia não. Ele não conseguiu o que precisava porque D’Arcy e James Iha não se encontrão com ele. A vida continua e é feita de momentos. O seu poder criativo e toda a sua majestosidade só morrerão quando ele deixar este Mundo, por isso, acredito nele, neste homem que deu tudo de si pela Música e pela orgânica força que o acompanha. Sei que os Smashing Pumpkins neste momento são Ele e a sua grande amizade por Chamberlin. Sei que dificilmente vibrarei com algo que daqui nasca como vibrei ha anos. Também sei que a musica evoluiu para novos patamares e o que se ouvia em 1995 não é de todo o mesmo que se ouve agora. Porém existem coisas imortais. Fenómenos mesmo. Existe fome de criação e vontade de agarrar o momento por quem sabe que reune todo o talento para conseguir tal. Estarei sempre do lado dele. Sempre com ele. Agora e sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Because him is the greatest artist i’ve ever known….&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RpKhl48nBRI/AAAAAAAAAEU/aWapcnWLyQg/s1600-h/billyAlive.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RpKhl48nBRI/AAAAAAAAAEU/aWapcnWLyQg/s400/billyAlive.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5085304601568544018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;.De facto esta época não deu assim muitas tréguas e o tempo para actualizar o blog foi escasso mas ja reuni algum tempo! os exames ainda não acabaram contudo já estão mais perto do seu final. Peço desculpa a quem cá vem ler qualquer coisa de novo...a época é complexa :s =)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5046935683440698342?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5046935683440698342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5046935683440698342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/07/we-must-never-be-apart.html' title='we must never be apart'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RpKhuo8nBSI/AAAAAAAAAEc/SvlI9iLtjgo/s72-c/corgan.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-5102852146357232718</id><published>2007-06-07T23:36:00.000+01:00</published><updated>2007-06-07T23:39:30.915+01:00</updated><title type='text'>amorino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Make it whole. Heart and soul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Make it whole. Heart and soul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Make it whole. Heart and soul.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RmiIlr7uHQI/AAAAAAAAAEM/ya2XyVLq_zY/s1600-h/isobel3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RmiIlr7uHQI/AAAAAAAAAEM/ya2XyVLq_zY/s400/isobel3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073455161262611714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;E é assim, vou dar uma pausa no blog, que se espera breve, na medida em que esta época por qual passo, é de facto bastante intensa a nível de estudo/trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não deixo de salientar o grande Billy Corgan, faltam dois dias, para o Alive.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Un jour je t'emmènerai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Vers ce grand pays froid&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Là où l'été se tait&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;La nuit la pluie sans cesse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Engouffré par l'hiver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Et blotti contre toi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Je te raconterai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Cette envie qui fait vivre&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-5102852146357232718?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5102852146357232718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/5102852146357232718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/06/amorino.html' title='amorino'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RmiIlr7uHQI/AAAAAAAAAEM/ya2XyVLq_zY/s72-c/isobel3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-132157089145348481</id><published>2007-05-27T23:09:00.000+01:00</published><updated>2007-05-28T03:40:36.190+01:00</updated><title type='text'>Placebo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;Foi com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Special K&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;20 Years&lt;/span&gt; que conheci a voz entranhável de Brian Molko. Essa voz que sempre que ouvia, saía a ideia da minha boca ‘bem qualquer musica deste senhor eu gosto’. Rondava o ano de 2000. Até me lembro das palavras em estilo de convite do meu caro amigo Capelão:’Smashing não é muito a minha onda...mas Placebo gosto bastante...assim do tipo de bandas que tem mais que ver contigo...’. Estavámos de frente para um anuncio qualquer de um festival qualquer que eles iriam actuar. Ele continuou:”Nem me importava de os ouvir tocar’.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloKl6LfAhI/AAAAAAAAAEE/1-8zR2PXFWA/s1600-h/B37.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloKl6LfAhI/AAAAAAAAAEE/1-8zR2PXFWA/s400/B37.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069375976947778066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Em 1996, Brian Molko, Stefan Olsdal  e Steve Hewitt lançam o seu primeiro album. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Placebo&lt;/span&gt; começa com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Come Home&lt;/span&gt; uma bomba musical. A influência de Smashing Pumpkins era notória na bateria de Steve, uma forte predominância da parte instrumental que assola por completo a primeira musica de uma carreira invejável. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bionic&lt;/span&gt; consegue reunir os maiores créditos no album, tornando-se umas das melhores musicas que Brian e seus companheiros fizeram em todo o seu percurso. Tanto uma como a outra carregam em si uma inesgotável fonte de exaltação temperamental, uma mistura dinâmica de impulsos adolescentes carregados de desenfreada sexualidade com uma precoce procura de vida. Dois registos que sem duvida catapultam esta banda não só como uma percursora de rock puro e bonito de se ver com um premente existencialismo. Segue-se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I Know&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lady of the Flowers&lt;/span&gt;, como outros dois grandes momentos do trabalho acompanhados pela ininterrupta &lt;span style="font-style: italic;"&gt;36 Degrees&lt;/span&gt;. Aquele ‘i’ve never been an extrovert happily bleeding..’ não deixa ninguém indiferente....eu as vezes grito quando ele diz happily bleeding...mas não.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Placebo&lt;/span&gt; arrisca-se a ser um dos melhores albuns de rock de sempre e um consistente e fantastico album de Placebo. Não obstante, os dois singles escolhidos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nancy Boy &lt;/span&gt;e&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Bruise Pristine&lt;/span&gt;, ficam muito aquém do que este trabalho nos pode fornecer...mas lá está...singles :S anyway é dos albuns que mais roda na minha aparelhagem porque rock sempre foi a minha base. Além de que voz de Brian é voz de Brian. Um vício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Em 1998, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Without You I’m Nothing&lt;/span&gt;, vem glorificar uma carreira que se esperava mais que promissora. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ask for Answers&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Without you I’m Nothing&lt;/span&gt;, tornam-se em soberbas obras de arte musicais, com especial ênfase para a emotiva segunda musica citada que dá nome ao album. Aqui assiste-se a um atingir na perfeição musical da banda como um todo, com a força desesperante de Brian Molko na voz que lhe concede toda a sua alma. Maduro, indissociável, atípico, acaba por se tornar em algo diferente do primeiro registo, na medida também que nenhum outro trabalho deles se pode comparar ao primeiro, e a iniciação em outros domínios sai um sucesso. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;My Sweet Prince&lt;/span&gt; é provavelmente a musica mais original do conjunto, encerrando um apelo simultaneamente introspectivo como sarcástico. Arrisca-se a ser também considerado o melhor album da sua historia, pois no percorrer de cada faixa, ele nunca decresce de nível, assumindo contornos deliciosamente funcionais. Existem grandiosos momentos. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;You Don’t Care About Us. Summer’s Gonne. Every Me Every You. Brick Stickhouse.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloEeqLfAfI/AAAAAAAAAD0/uQtipE1Nymo/s1600-h/brian123.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloEeqLfAfI/AAAAAAAAAD0/uQtipE1Nymo/s400/brian123.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069369255323959794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Chegamos a 2001, e eis que explode, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Black Market Music&lt;/span&gt; com a imponente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Special K&lt;/span&gt;, provavelmente a musica mais conhecida do trio europeu. Curioso que foi com ela que os conheci mas foi este o ultimo album que dei ouvido. Terrivelmente inovador, Brian e seus companheiros enveredam por um estilo um pouco diferente, Brian até partilha a sua voz com um rapper em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Spite&amp;Malice&lt;/span&gt;, que resulta fantasticamente. Este projecto concretizado inclui uma diversidade de estilos e graduais representações artísticas, sem duvida que a linearidade de valor é um objecto a admirar e a elogiar. Temos um single menos bom(pois lá esta eu e os singles), chamado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Taste In Men&lt;/span&gt;, mas depois aceleram sem destino para voltar, até ao topo da irreverência musical. Temos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Special K&lt;/span&gt;(que me provoca orgasmos na parte Gravity), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Black-Eyed, Commercial for Levi, Haemoglobin, Narcoleptic, Peeping Tom, Days Before You Came&lt;/span&gt;. E depois temos dois registos intemporais e que para mim caracterizam e competem para o lugar de melhor música do album: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Passive-Agressive&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Blue American&lt;/span&gt;. A caminhada vai no adro e chegamos a 2003.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloJhqLfAgI/AAAAAAAAAD8/mmDyOeKtih8/s1600-h/Scan20002.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloJhqLfAgI/AAAAAAAAAD8/mmDyOeKtih8/s400/Scan20002.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069374804421706242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Se eu fizer uma avaliação pessoal, de facto, sim, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sleeping With Ghosts&lt;/span&gt; é o melhor album de Placebo. A mim transporta-me para outro mundo, por vezes aquele que entrei quando o conheci pela primeira vez, como para o mundo da exorcisão metafisica da premente pergunta retórica que fazemos ao mundo. Eles tocam no fundo da transcendentalidade das suas composições transpostas para uma realidade exultante e expectante. Sim dá vontade de lhes dizer:’ é isso aí!!!’, mas mesmo. Chegam a pegar nas bases de Sade, o grande Marquês de Sade e nas dissertações de Bataille. Este com certeza iria gostar de conhecer estes senhores e se pudesse escolher uma banda sonora para acompanhar as suas obras escolheria esta. Ultrapassam-se sim. Saliento  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;English Summer Rain,This Picture, Sleeping With Ghosts, Bitter End, Special Needs, Protect Me From What I Want e CentreFolds.&lt;/span&gt; Um video memoravel- &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Special Needs&lt;/span&gt;. Ai estavam mesmo inspirados =) de realçar a força de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;This Picture&lt;/span&gt;. E uma versão francesa não incluida neste album de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Protect Me From What I Want&lt;/span&gt; denominada &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Protege-Moi&lt;/span&gt;. E aí alcançamos um bico de obra porque esta juntamente com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bionic&lt;/span&gt; disputam o primeiro lugar na minha preferência pessoal. A mais atípica, a mais incomparavel musica de Placebo é esta, com uma certa queda pela versão french. Um video realizado pelo Gaspar Noe(só podia), um cenário de Bataille em cenografia de Christopher Honoré. As vezes as letras dizem o que dizem, fazem-no apenas mas aqui assiste-se a um aprofundamento da mais básica questão humana. E quando se atinge um patamar um pouco acima do que é esperado, é de marcar na história da Música.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloCO6LfAdI/AAAAAAAAADk/3TcG8cbfHEM/s1600-h/brian21.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloCO6LfAdI/AAAAAAAAADk/3TcG8cbfHEM/s400/brian21.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069366785717764562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Meds&lt;/span&gt; surge em 2006 com dois grandes momentos, um denominado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meds&lt;/span&gt; e outro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Drag&lt;/span&gt;, com uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;In the Cold Light of Mourning&lt;/span&gt; soberba. E só. Nem todas as bandas conseguem fazer sempre ilustres albuns e aqui apresenta-se um queda meio abrupta. O album menos luminoso e menos brilhante. Quem conheceu Placebo através deste album deve seguramente conhecer o que eles fizeram antes porque de certo terão outra perspectiva. Todavia não deixa de ser agradavel ouvir Molko em varios registos, onde a meu ver, nem todos se igualam e todos tem o seu carisma. Onde saliento sem duvida nenhuma a musica que faz revirar tudo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Drag&lt;/span&gt;. Obrigada Placebo =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Não esquecer os inebriantes covers, como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Johnny&amp;Mary, Bigmouth Strikes Again, Where’s My Mind &lt;/span&gt;e o actual&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Running Up that Hill&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Placebo é um tratamento inerte, que pode ser na forma de um fármaco, e que apresenta efeitos terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos da crença do paciente de que está sendo tratado. Pode ser eficaz porque pode reduzir a ansiedade do paciente, revertendo assim uma série de respostas orgânicas que dificultam a cura espontânea:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;· Aumento da frequência cardíaca e respiratória&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;· Produção e libertação de adrenalina na circulação sanguínea&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;· Contracção dos vasos sanguíneos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Pessoalmente a mim deixa-me louca. Addicted mesmo.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloB_qLfAcI/AAAAAAAAADc/BWOAe8r1N-E/s1600-h/cream+028.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloB_qLfAcI/AAAAAAAAADc/BWOAe8r1N-E/s400/cream+028.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069366523724759490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Foto by me na segunda fila do CreamFields Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-132157089145348481?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/132157089145348481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/132157089145348481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/05/placebo.html' title='Placebo'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RloKl6LfAhI/AAAAAAAAAEE/1-8zR2PXFWA/s72-c/B37.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7951612442132751188</id><published>2007-05-13T01:54:00.000+01:00</published><updated>2007-05-13T04:34:19.822+01:00</updated><title type='text'>waste on you</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RkZiQmzlSHI/AAAAAAAAADU/VMm6kVTTyrM/s1600-h/id.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RkZiQmzlSHI/AAAAAAAAADU/VMm6kVTTyrM/s400/id.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5063842868459030642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Era mesmo a única coisa que me apetecia quando desci e assentei no pulsar daquelas batidas. Era exactamente deixar-me esvair como o mar de sangue que periodiamente me escorre pelo corpo, num dilacerante descontrole da minha embriaguez mental. Era chegar aqui, e aqui não estar ninguém. Eu não queria ninguém. Eu queria apenas entrar e que este espaço fosse só meu e estivesse completamente vazio de almas, corpo, e material. Que fosse todo desapoderado de respiração alheia e de pulsações exteriores. Queria-o só para mim sem qualquer parede sequer de forma a que eu me evadisse totalmente sem as barreiras usuais da comunicação. Essas que me limitam e me transportam para aquela dimensão da incompreensão. Mas era algo mais. Aqui havia algo que realmente ultrapassava tudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Havia o cansaço, havia o fatalmente. Quando tudo é fatal, em qualquer momento da nossa vida, sentimos assim uma eclosão quase laboratorial em crescimento contínuo, numa perspectiva egoísta da nossa saciedade intelectual. Olhamos em redor todavia não identificamos nada que nos transmita aquilo que queremos ver porque, de facto, não queremos ver nada. Porque o nada, o vácuo que afinal nem existe e só nos estilhaça, clama pela nossa insanidade aleatória. Qual espaço, qual divisória, aqui nada nos separa. É estranho. Acaba por ser guturalmente monocórdico. Uma falta de palavras. Eu não sei comunicar pela falácia da linguagem, nem pelos intermédios que brotam da minha imaginação fértil(essa esconde-se atrás de um arbusto gigante e não me deixa assomar nem por um pouco), eu apenas naquele instante mantenho-me na minha posição que não avança nem recua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E depois? O que mudou? Mudou muito. De facto mudou imenso. Nem eu sei creio eu. Mas sim. O que eu queria mesmo era que este desgaste, este waste on you, penetrasse na minha pele e erradicasse por todos os poros, por todas as vias e me transplantasse para um terreno, o qual eu penduraria a minha cabeça por uma moldura de quadro castanha, e pendesse o meu corpo por igual numa linha simétrica onde me conseguisse ver pelo outro lado. Esse outro lado. Acaba por ser uma questão insistentemente metafórica. Eu acabo por me permitir ascender a esse porto inseguro, esse posto de passagem obrigatória, aí está a palavra, obrigatória. Não preciso nem me ressinto com as atitudes, elas passam-me ao lado e assusta-me o facto, não de passar ao lado, mas de tudo aquilo convergir para um ponto, que por mais que procure não encontro, dentro de mim. E aí dentro de mim, situa-se a encruzilhada que me consome o espirito e me engradece a existência. Dentro de mim saltam as necessidades primárias. O desejo mais visceral de me relacionar sexualmente com a minha intempérie freudiana, com aquele snobismo material que teme a presença de mim neste ponto onde nada se intersecta e tudo se sobrepõe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Sabe, sabe fundamentalmente bem a àgua e a luz ténue que ilumina essa circuncisão que efectuei propositadamente no meu corpo, na minha perna, no meu tornozelo, no meu peito. Agride puerilmente esse desdobrar consecutivo de imagens invertidas onde meras ideias se ligam a meros esforços alheios, onde afinal custa interiorizar mas não custa perceber, e nesse ponto, esse que desconheço assenta essa procura, essa força meio mal direccionada que decididamente desprezo. O que resulta dessa decisão? Pode resultar tudo como nada. Posso resultar eu. Eu resulto sempre. Que parte de mim? Essa que desceu, andou e sentiu tudo em cima de si? Não haveria suporte. Poderia ser comprado, angariado, leiloado, estaria simplesmente à venda? Creio que não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Eu desci não para isso, não para responder sequer, eu saí para me esvair, esvair num patamar qualquer, num chão qualquer, num branco, num azul amendoado, eu apenas fui anotando os restícios dos dias, ignorando as sensações, todas elas antigas e carregadas de pó. Porque não me faz falta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Eu cumulativamente nem cheguei a descer um degrau que fosse, na medida que aquilo que se me apresenta diante dos olhos não passa de uma mera percepção, uma súbita pertinência, uma indissociável característica comportamental. Mas quanto a isso....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;listening&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);"&gt;@&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);"&gt;Waste&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;/&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Archive.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7951612442132751188?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7951612442132751188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7951612442132751188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/05/waste-on-you.html' title='waste on you'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RkZiQmzlSHI/AAAAAAAAADU/VMm6kVTTyrM/s72-c/id.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7691950200841677834</id><published>2007-05-05T20:22:00.000+01:00</published><updated>2007-05-06T01:44:00.282+01:00</updated><title type='text'>where soul meets body</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;[i want to live where soul meets body]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);"&gt;[1:27] até [1:43]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Despoletou. Assim de forma abrupta, uma linha equatorial, que divide linearmente os dois pontos equidistantes que formam um plano metafórico entre duas consciências sobrepostas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Ela assim o pressentiu, seguiu por ela, fechando círculos à sua passagem. Parou e incendiou um pequeno recipiente de volume incalculável, volume esse que continha uvas misturadas com framboesas. Sentiu que no percurso que percorria nada mais a suplantava naquela dimensão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;I'm so glad I've found this&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;I'm so glad I did&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Era azul e amarelo que deslizavam numa corrente neo-post-punk. Fechou-se no quarto verde e sentou-se ao redor de uma mesa com um enorme jarro cheio de acácias, lírios gigantes que enchiam o compartimento com um aroma inebriante. Podia ser até exagerado mas aquele exagero consumia-o num vasto périplo de sinfonias a médio-som. Ouvia-se Debussy, mais para ali adiante, um Haendel. Sentado envergava um Maurier. Lia-o incessantemente como se aquela melodia de fundo o catapultasse num trém que o conduziria ao extase da sua inteligência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;People are fragile things, you should know by now&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Be careful what you put them through&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;You'll speak when you're spoken to&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Imóvel, sentada, fumando ao altar. Podia ser sim. Deitada, carregando o fardo dos nervos a descerem e a subirem pelo corpo todo. Provavelmente se se concentrasse um instante alcançava o aroma a hortênsias azuis. Conseguia pegar naquelas folhas mais uns minutos, adormecia sorrateiramente, no vão do seu projecto.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RjzZomzlSGI/AAAAAAAAADM/DT4X_ihs_K4/s1600-h/misc_89.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RjzZomzlSGI/AAAAAAAAADM/DT4X_ihs_K4/s400/misc_89.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061159372892489826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;We are the earth intruders, Muddy with twigs and branches, Turmoil! Carnage!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Que nada tenha de vão para um sem número de audiências adormecidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;With one hand you calm me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;With one hand I'm still&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Deliciosamente ouvi-o de uma ponta à outra, parece ser uma mistura de um &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Vespertine&lt;/span&gt; e de uma outra mistura de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Debut&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Telegram&lt;/span&gt;, assim umas faixas fashion na eclética comparceria de sons e umas vozes mais elevadas ao expoente como Unison  e Undo. Curioso e positivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Estava cansada. Penso que ainda se mantém. Aproximei-me dela, estava sentada ao balcão. Tive sorte. Os olhos sempre muito vivos, um sorriso agradável, a denúncia da sua loucura existencial sempre presente. Contou-me de si. De repente senti qualquer coisa como um riso, uma vontade súbita de rir, parei a tempo. Continuámos. Observei-a nos gestos, nas atitudes, nas falas, nas posições. Rimos as duas. A certeza que daquele material era que eu também era feita notabilizou-se na minha mente. Senti-me compreendida. Pouco desabafei porque agora, agora que ela enveredou por um caminho que tão pouco esperei para ela, ela nunca me compreenderia. Avançámos em direcções opostas. Concluímos que nunca fomos tão felizes quanto naquela altura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Here's my version of it, eternal whirlwind&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Era fantastica a sintonia que se estabelecia com aquele som. Era sobrenatural que tudo se encantasse e desenvolvesse de uma forma nunca vista. Fazia tudo ter uma onda de sentido, uma base estável em que ao assentar logicamente não nos feríamos. Por mais exaustivo que seja o processo ele sempre traz qualquer coisa de indissociável da corrente natural, dos humores, das disponibilidades, até das circunstâncias da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Intocável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;It breaks when you don't force it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;It breaks when you don't try&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7691950200841677834?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7691950200841677834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7691950200841677834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/05/where-souls-meets-body.html' title='where soul meets body'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RjzZomzlSGI/AAAAAAAAADM/DT4X_ihs_K4/s72-c/misc_89.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7805302014960413392</id><published>2007-04-16T00:46:00.000+01:00</published><updated>2007-04-18T19:36:10.474+01:00</updated><title type='text'>we have go to take cover</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Nos andamos lado a lado atravessando um vale recoberto de intempestivos fragmentos desconexos. O nosso caminhar soa ao estilhaçar de vidros no chão, por vezes, escondemo-nos atrás dos nossos arbustos existenciais e aí observamo-nos de frente para uma redoma de espelhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Partimos e enviesamos as nossas próprias esperanças, essas já amarguradas e disléxicas de sabor. Eu sei. Lá está, eu sinto. É complicado explicar-te por aqui, eu vivo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Here we got they're back again…look alive, warn your friends…we are warm and we are safe enjoy it while you can before things change&lt;/span&gt;. Sabes em momentos atrás, imaginava-nos ao som desta e outra música, acho que a exultação de uma paixão sexual se sente mais durante a vibração de uma melodia dos anos 80. Como se aquela música nos concedesse a tríade necessária para nos compreendermos e aí nos equivocármos docemente sem que essa constatação nos condenasse. Muito pelo contrário, estaríamos a ceder o nosso próprio espaço. Aparte de umas garrafas vazias, poderíamos nos debruçar sobre a nossa alma distorcida em palco coeso e fugazmente gritar o sentimento tão encarcerado e recalcado, depositado em planicies intemporais do nosso desejo simbólico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;A&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;praz-me admitir uma chamada da ilusão à sensação. À racionalidade perdida que tantas vezes esquecemo-nos de sustentar. Mas sabes é mais que isso. É a inexplicável sintonia que nos distende numa pergunta retórica, onde tu perguntas onde estás e eu interrogo-me quem sou....&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;we have got to take cover brother...e have got to take cover...brother...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RiK5qfqDuYI/AAAAAAAAADE/QtsHCRVMa0E/s1600-h/SM1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RiK5qfqDuYI/AAAAAAAAADE/QtsHCRVMa0E/s400/SM1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5053805871566666114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Na entoação e no embalo da nossa voz em uníssono, ouve-se o riso estridente que levanta pobres espiritos desfigurados, eu alimento-me do teu vil percurso enfático de libertação e tu assimilas uma mera elevação objectiva que te permita ascender sem cuidados a um nível um tanto ou quanto cerebral. Parabéns, fico eternamente feliz por ti, também por instantes alcanço esse patamar auspicioso. E talvez eu possa afirmar que somos iguais. Nos gostos, nas saciedades existenciais, na plenitude da nossa redoma de vidro hermeticamente fechada. Como o teu pensamento, ele é cerrado à minha constante enclausuração gutural. L&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ie down in a field if you can, look at the night sky oh, where does it end sometimes it hurts when you care about me but it's going to hurt more when &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;they take you away from me.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Eu como, tu sobrevives pedindo insistentemente esse pedaço maldito de circunstância  perene, eu entrelaço-me em ti sem que tu te dês conta. Afago o intriseco círculo que te intensifica e eu mesma preencho os hiatos deixados em branco pela ténue possibilidade que deixas fugir dia a dia. É exactamente a ligação a um electro-clash regado a alcool onde os nossos corpos evadem-se ponto a ponto num mapa contruído por literatura amaldiçoada, por períodos ferteis de arte barroca em que nos debruçamos por eles acima, e consumimos desenfreadamente essa fonte de cultura latente, vulgo arte, em que nos deixamos escorregar  e alcançar vitoriosos, batalhas a dois onde nos reunimos para a exasperação última.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Cortas por um pedaço ínfimo de destreza essa certeza absoluta. Certeza essa que desconheces e em quem eu confio. Tem graça porque não a sabes explicar e eu entendo-a na perfeição. Chega a ser curioso porque aquilo que eu sei se envolve de uma capa onde sobrecai tudo que desperdiças, destrois, ou ambicionas, fortalecendo os nossos laços de uma forma atrozmente brutal. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Here we go again, oh midnight knocks, oh explosions, maybe it's all made up in our heads, this happens to me when i'm bored or depressed.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Continuo no encadear de uma história em que sentados frente a frente em pontos diametralmente opostos, o teu olhar denuncia a nossa fraca fronteira de separação, em que a minha postura apenas remete para um desleixar da minha timidez, quando ajeito o cabelo e sorrio para o lado esquerdo,  em que o nosso sorriso se intercruza com a nossa necessidade de compreensão, e onde a tua libertação tão ansiada se espelha na minha insanidade libertatária. Em mim viste uma salvação e uma onda de vida. Eu em ti consegui ver qualquer coisa como uma imagem de euforia indie, de cruzamento de sons ambíguos, de poeira metafisica sobre as nossas cabeças, onde movimentamos os nossos membros com a potencialidade e a entrega de uma noite só, essa a noite, aquela em nos encontramos e onde dançamos ao som desta música ou da outra, onde te deitas cansado e eu esgotada deito-me sobre ti, sentindo o teu corpo pulsar com o meu, bebendo o ambiente em que vivemos e dilacerando os nossos clímaxes em meros segundos. Abafamos as vozes que se erguem cá dentro e rodamos simetricamente numa espiral de vidros, e em que em cada embate frontal, eu vejo-te a ti e tu ves-me a mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Sabes, é exactamente como estarmos virados de costas um para o outro de frente para um espelho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Here is the best part of the song&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Where i admit that i might be wrong&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Because if they are good and if they are right&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Then they'll have their rapture one&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Of these nights&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;But if they are wrong&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold;"&gt;The Organ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Brother&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7805302014960413392?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7805302014960413392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7805302014960413392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/04/we-have-go-to-take-cover.html' title='we have go to take cover'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RiK5qfqDuYI/AAAAAAAAADE/QtsHCRVMa0E/s72-c/SM1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7880597904879464602</id><published>2007-04-08T22:21:00.001+01:00</published><updated>2008-07-17T20:01:08.259+01:00</updated><title type='text'>Inland Empire</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;I don’t care about that...it is something more...&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RhldTTduQrI/AAAAAAAAAC8/cCCvgLAas98/s1600-h/inland_empire_smoke_large.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RhldTTduQrI/AAAAAAAAAC8/cCCvgLAas98/s400/inland_empire_smoke_large.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051171043296559794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;David Lynch nasceu a 20 de Janeiro de 1946 em Montana EUA, tendo inicialmente o sonho de ser pintor. Para isso partiu rumo à Europa de forma a encontrar inspiração para o seu trabalho. Porém viu-se obrigado a fazer trabalhos que não o agradavam e entrou para a Academia de Belas-Artes. Completamente absorvido pelas artes plásticas, realizou as suas primeiras curtas metragens: Six Men Getting Sick (1966), The Alphabet (1968), The Grandmother (1970) e The Amputee (1974). Em 1971 iniciou a sua primeira longa-metragem, Eraserhead que apenas terminou em 1977. Aqui já se observava o tão famoso mundo bizarro de Lynch e arte em stop-motion. O seu primeiro grande filme surgiu em 1980, The Elefant Man, que recebeu 8 nomeações para óscar. Seguidamente o seu trabalho envolveu nomes como: Duna em 1984, Blue Velvet em 1986, Wild at Heart em 1990, Twin Peaks: Fire walk with me em 1992, Lost Highway em 1997, The Straight Story em 1999, Mulholland Drive em 2001, e a consagrada série Twin Peaks em 1990..(quem matou Laura Palmer?..).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;E agora Inland Empire. 2007.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;O surrealismo existe em qualquer arte. Como na música temos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Beethoven&lt;/span&gt;, na pintura &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Van Gogh&lt;/span&gt;, na literatura &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bataille&lt;/span&gt;, na sétima arte, esta arte tão mal amada por vezes, encontramos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;David Lynch&lt;/span&gt;. Atípico, brilhante, metaforicamente sublime, é Inland Empire. Este estado usado como eufemismo de um mundo dentro de mundos e por aí adiante. Isso é Inland Empire. Um mistério que se desdobra no interior de vários mundos que se cruzam na mesma pessoa. E nesse desdobrar Lynch mistura fantasia, sonhos e ficção. Interliga a realidade com o ficticio. E poder-se-ia dizer que o faz repetidamente em todas as suas obras, ou nas mais bizarras, mas não, aqui assiste-se a um ultrapassar de todas as barreiras. Lynch não se excedeu, Lynch &lt;span style="font-style: italic;"&gt;superou-se&lt;/span&gt;. Conseguiu transformar Mulholland Drive numa brincadeira de crianças.  Não posso  sobrepôr a importância de cada um destes filmes,  embora  a complexidade do novo filme de Lynch  ultrapasse os limites da confusão mental do primeiro, e todavia também, que comparado a Mulholland apresente uma certa falta de emoção e envolvimento do espectador . O que se  estabelece é uma ligação  metafisica a nível fundamentalmente cerebral.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RhldKDduQqI/AAAAAAAAAC0/3LNiItXmSvk/s1600-h/inland-empire-4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RhldKDduQqI/AAAAAAAAAC0/3LNiItXmSvk/s400/inland-empire-4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051170884382769826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;Aparte. Encaremos as coisas como elas são, ou melhor, interpretemos o filme como ele é. E aí está, ele apenas é. Ele existe e apresenta-nos diante da vista independentemente se vamos ou não compreende-lo, se vamos reflectir sobre ele, se simplesmente o repudiamos ou amamos. Ele não se importa, para ele é-lhe irrelevante. O filme apenas é e desliga-se totalmente de qualquer tomada de consciência. E este posicionamento é invejável. Até é mais, é majestoso. Lynch simultaneamente que reuniu todo o seu universo sórdido, ofereceu-nos de bandeja a possibilidade de contemplação pura e somente sem questionar. Ora isso não retira a atitude de pegar em pequenos pormenores e juntar numa linha de raciocínio, mas Lynch é mais que isso, ele descarrega a espiral dos horrores familiares à nossa memória mas não deixa de estabelecer uma narrativa. Com lógica, pois claro. O que é feito baseia-se num arrancar do espectador, já mais que habituado a ter a ‘papinha’ feita, a escorregar pelo abismo da insanidade, tentando a todo o custo ligar as peças soltas, fragmentadas e indissociáveis umas das outras. E que não se esqueça isso, todas elas são indissociáveis. Mas mais, mais, pratica-se um “vale-tudo” elevado à exponencial libérrima condição de Lynch: manter consigo e somente consigo a chave que abre os fragmentos alucinogéneos que intercruzam a nossa mente. Súbito devaneio, instantâneo transe epiléptico, transfiguração orgânica de imagens invertidas em planos malditos, eis a combinação explosiva que eclode em uma bruta génese cinematográfica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Uma viagem apocalítica, sensorial, em que nos é fornecida a exaltação da nossa própria loucura psicológica, que nos revira pelas fronteiras da cerebralidade por um processo sem fim. Talvez eu tenha adoptado uma postura essencialmente vulnerável à percepção de um objecto que vive para si, e daí tenha saído esgotada como se tivesse passado um mês inteiro a estudar sem parar. Ele extenuou-me. Num cansaço grotescamente viciante, em que o corredor do vanguardismo contemporâneo lhe deve o primeiro lugar no topo da excentricidade artística. A arte. Às vezes tem destas coisas. Deixa-nos sem folêgo.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rhlc-jduQpI/AAAAAAAAACs/moiG15LCDtY/s1600-h/Inland_Empire_1.img_assist_custom.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rhlc-jduQpI/AAAAAAAAACs/moiG15LCDtY/s400/Inland_Empire_1.img_assist_custom.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051170686814274194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Lamento encarecidamente, que ainda existam seres vivos que se arrastam para as salas de cinema apenas porque sim e transformam a própria num antro de estupidez atroz. Não é compreensível que usem o riso para disfarçar a sua mediocridade intelectual nem muito menos que saiam a meio e digam:’Que Seca!’. De facto é uma seca. Lynch é uma grande seca. Uma seca tremenda que abate os mais infames desprovidos de inteligência e cultura, num poço de basicidade crua e dura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;De facto! Lynch é um embaixador do surrealismo no cinema e por consequência é complicado aconselhar vivamente quem seja de ver esta magnifica obra ou qualquer outra. Porém não recuo em eleger como soberbo este ‘objecto’ de pura arte.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7880597904879464602?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7880597904879464602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7880597904879464602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/04/inland-empire.html' title='Inland Empire'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RhldTTduQrI/AAAAAAAAAC8/cCCvgLAas98/s72-c/inland_empire_smoke_large.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-2629008444172646577</id><published>2007-03-30T01:34:00.000+01:00</published><updated>2007-03-30T02:33:41.314+01:00</updated><title type='text'>it's not hard to grow</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Sabe bem, sabe especificamente bem cada pedaço da nossa memória pendente. Sabe bem observar os desvios que diariamente fazemos para viver e sobreviver, para prosseguir confiantes no caminho projectado. Sabe bem o céu azul e o sol. Sabe bem o calor. Sabe bem o mês de Março. Degusta-se com uma saciedade intemporal o veraneio cheiro que nos assola o espírito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;A mim altera, a mim seduz. A mim insiste em bater levemente como quem não chama por mim, uma vontade avassaladora de sentir, de inspirar, de viver o que está lá fora. É incrível como cada fragmento do nosso passado nos intensifica tanto como o simples presente em que recordamos épocas e épocas passadas extremamente iguais. Iguais? Nada é igual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;E aí surge a doce utopia. Surge a vontade de pegar numa fruta madura e descascá-la até que fique totalmente seca, resta o respirar do ar lá fora que por mais poluído que seja nos devolve uma imagem pueril da estação que atravessamos. Os dias não são todos iguais e os meses também não. O que se sente em Março não se consegue comparar ao que se sente em Novembro. Existe um desabrochar da nossa individualidade, da nossa história, dos nossos sentidos. Existe de facto, uma porta aberta para o sonho e para a imaginação desenfreada, ávida de novas emoções. Ou existe de facto para mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;É tal e qual como ouvir episódios novos de pessoas do passado. Pessoas essas que preencheram a minha vida, a transformaram e a adornaram de uma forma muito especial. Pode-se afirmar que o retorno as velhas euforias de querer voltar atrás, não se repetem, apenas se valoriza o que se viveu de uma forma saudosista e racional. Aí sim, gera-se espaço para a admissão de um sem fim de vivências felizes, algumas até muito caricatas. Existe espaço para olhar para o ano passado como para 2000. Para 2001, para um 1999. Existe tanto para integrar na pessoa que hoje em dia somos, tanto que nos faz sorrir de boca cheia. Existe um sol que teima em não chegar defintivamente, um calor que tende a nunca mas se instalar, mas uma fonte de vida no exterior que não podemos desprezar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;E nas saudades do que se foi, do que se compartilhou, estendem-se inúmeras certezas que actualmente somos mais do que fomos no passado. Não se lastima apenas se integra numa identificação pessoal, o conjunto de folhas de papel que outrora descreveriam momentos exaustivamente existenciais. Porque no vai e vem de instantes, dias e noites, não nos apercebemos muitas vezes que podiamos parar para aumentar esse momento por si só tão insólito na sua plenitude de entusiamo pela vida, e acabamos por mais tarde, só mais tarde, encararmos o que fomos da forma mais consciente. Da forma que nos permitirá ascender a níveis tão elevados quanto inacessíveis, quando permanentemente apenas levamos atrás de nós os dias e as horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Um misto de saudade e de paixão pelo que somos, de enamoramento pela nossa pessoa neste mês sorrateiramente belo. De sabermos que ainda sobram nos interstícios da nossa alma, réstias do que naturalmente vivemos. Do sentir.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RgxbNor9TmI/AAAAAAAAACY/YpMVOEgsefE/s1600-h/d2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RgxbNor9TmI/AAAAAAAAACY/YpMVOEgsefE/s400/d2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047509572193701474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;There’s still a little bit of your taste in my mouth&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;There’s still a little bit of you laced with my doubt&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;It’s still a little hard to say, what's going on&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;There’s still a little bit of your ghost&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Your witness&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;There’s still a little bit of your face i haven't kissed&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;You step a little closer each day that i can’t see what's going on&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Stones taught me to fly&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Love taught me to lie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Life, it taught me to die&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;So it's not hard to fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;When you float like a cannonball&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;There’s still a little bit of your song in my ear&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;There’s still a little bit of your words i long to hear&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;You step a little closer to me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;So close that i can't see what's going on&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Stones taught me to fly&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Love, it taught me to lie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Life taught me to die&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;So it's not hard to fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;When you float like a cannon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Stones taught me to fly&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Love taught me to cry&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;So come on courage&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Teach me to be shy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Cause it's not hard to fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;And i don't wanna scare her&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;It's not hard to fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;And i don't wanna lose&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;It's not hard to grow&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;When you know that you just don't know&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Damien Rice&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-2629008444172646577?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2629008444172646577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/2629008444172646577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/03/its-not-hard-to-grow.html' title='it&apos;s not hard to grow'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RgxbNor9TmI/AAAAAAAAACY/YpMVOEgsefE/s72-c/d2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7418692501043102337</id><published>2007-03-21T21:12:00.000Z</published><updated>2007-03-21T23:40:33.732Z</updated><title type='text'>obscured</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Apetecia-me apagar-te. Como que com uma borracha, dilacerar todo e qualquer vestígio que me prende a ti. Pender cada momento por uns 1000 m acima da minha cabeca e deixá-los cair sem olhar para trás. Apeteciam-me esquecer que um dia vi azul e branco no mesmo espaço e que um dia parei e senti da mesma forma. I once fell in love with you just because the sky turned from gray into blue. Queria desprender de mim anos e meses que nunca se chegaram a passar. Queria dizer-te adeus e que esse adeus fosse para sempre mesmo que eu depois viesse a ver tudo de outra maneira. Gostava de entender como as coisas são e porque o são. Adorava avançar um comportamento ciente que era o único correcto. Sinceramente ambicionava que não existisses para assim não deturpares a minha realidade tão estável. Inevitavelmente não era esquecer nem me culpar. Não era recalcar nem sobrepor. Era apagar mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-family:verdana;" &gt;Gostava que um dia percebesses que não foste um sétimo inferno angustiante, muito pelo contrário, iluminaste uma sala esgotada e abafada num desgastante sufoco, em algo pueril e adormecidamente calmo. Algo que eu precisara desesperadamente por já não ter forças para continuar. Algo que me ressuscitou e me concedeu um alento não revigorante mas inesperado. Mas acabou por ser algo que eu própria construí. Algo que só eu fomentei. E depois de o apreender, concluí que o tudo podia ser meu através apenas e somente de mim. [conclusão maldita que todos renunciam até ao último dia da sua vida].&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);font-family:verdana;" &gt;Porém agora, agora, neste efémero instante temporal, apercebo-me que é mais. É mais do que uma simples linha recta que seguimos mandatoriamente, é mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa. E aí a necessidade de cortar a corda urge. Neste preciso momento, porque agora é a hora. E chega a ser irónico. Extremamente irónico.  On the anniversary of his death, she drew a beautiful picture of a whale. Porque não dá vontade de explodir num vácuo e deixar a poeira baixar mas sim entender que as nossas características inter-pessoais nos perseguem e nos invadem teimosamente até não resistirmos e cairmos por terra. Não vale a pena lutármos contra nós próprios, vale mais a pena sermos fiéis a nos próprios. Não nos sacia a consciência que se seguirmos por aquele caminho vamos ser incorrectos para com o exterior quando aquele é o único caminho que conseguimos seguir. And then i was strong but i have lost the flower and the innocence in this setting i feel lost because nothing has got anymore sense. Não vale a pena acreditar porque a palavra nem existe como não se espelha uma indissociável vontade de querer acreditar. De precisar. Porque não preciso. Nem quero. Todavia eles estão lá. E quanto a eles nada podemos fazer. Apenas contorná-los. E aí é que eu queria apagar-te. Levemente até que nenhum contorno da tua insensibilidade sobrasse em mim. Destoasse em mim. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pour l'anniversaire de sa mort...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RgGf4zstIBI/AAAAAAAAACQ/1pbXuGVKSWw/s1600-h/pisces.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RgGf4zstIBI/AAAAAAAAACQ/1pbXuGVKSWw/s400/pisces.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044488855930871826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;Lost your head, now you sleep on the floor &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;what you said, i don't want anymore &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;through the haze, make your eyes up to ache, out in space, days away &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;through these eyes i rely on all i've seen. obscured &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;through these eyes, it looks like i'm home tonight &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;left for dead as you sweep out the cold &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;things we said we don't need anymore &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;tale inside her like a fallen kite, hey, hey, yeah &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;through these eyes, i deny on all i see. obscured &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;through these eyes, it looks like i'm home tonight &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;what you said made a mess of me, what you said, i don't want &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);"&gt;obscured&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);font-family:verdana;" &gt;E ele fez anos no passado dia 17. De facto falha minha não ter escrito nada mas tempo...love him!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7418692501043102337?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7418692501043102337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7418692501043102337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/03/obscured.html' title='obscured'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RgGf4zstIBI/AAAAAAAAACQ/1pbXuGVKSWw/s72-c/pisces.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7828575416800614699</id><published>2007-03-16T23:00:00.000Z</published><updated>2007-03-17T02:50:52.621Z</updated><title type='text'>félicitation</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;‘Se não fosse Isabelle não teria feito este filme. É a maior actriz da Europa e se calhar do mundo. O filme resolverá todas as dúvidas que alguém tiver em relação a isso.’. Michael Haneke.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs7zTfa6wI/AAAAAAAAABQ/tbu-CsU3AfA/s1600-h/h1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042689960362830594" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs7zTfa6wI/AAAAAAAAABQ/tbu-CsU3AfA/s400/h1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:verdana;" &gt;Huppert é isso mesmo. É poder, é força, é instinto básico e visceral. Huppert é visceral aparte de qualquer instinto superior. De qualquer intempestiva necessidade eclética. Ela contempla tudo o que pode ser e não ser no mesmo papel, na mesma pele que encarna totalmente como se da própria vida se tratasse. Ela vive cada personagem como se fosse a última.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;"Isabelle Huppert tem o papel da sua vida e confirma ser uma das melhores (se não a melhor) actrizes da actualidade."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;"Mas o rosto que fica não estava em competição: Isabelle Huppert em "Deux", de Werner Schroeter (Quinzena dos Realizadores). É um filme com "e para" Isabelle, que interpreta duas gémeas, separadas às nascença (filhas de Bulle Ogier), em périplo de drama, sexo e ópera. As obsessões de Schroeter são as mesmas (incluindo a escatologia), mas quem se deixar levar pela colagem caótica de planos emotivos, há-de receber um plano que parece redimir tudo. Há anarquia infantil à solta em "Deux". E Huppert é rainha nesse jardim de infãncia."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;‘A Pianista’ de Haneke trouxe-lhe o rótulo de melhor actriz contemporânea/francesa, o que for. Fala-se de algo diferente que mesmo pouca gente consegue compreender. Fala-se de pequenos pedaços encaixados com uma ordem não-linear na nossa sub-consciência adormecida. Ela permite-nos ascender a ela e não ter medo das consequências. Ela acalma. Afaga a epopeia existencialista que nos consome o espirito muitas vezes, desconvexo. Com o simples olhar, do alto da sua imponente frieza, ela concede-nos o que procuramos muitas vezes e não encontramos. Um sensibilização pelos actos incongruentes de um interior em chamas exorcisado por comportamentos anacrónicos, uma transfiguração da espiritualidade versus exaltação carnal desenrolada por Bataille, duas gemeas em forma e dimensão promíscua, uma ironização sarcastica, uma aventura no poço rotundo que é a democratização dos sentimentos, enfim...Enquanto muitos a subestimam existem ainda muitos a quem ela lhes sussurra ao ouvido....&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs76Dfa6xI/AAAAAAAAABY/5CcUj0-5YgE/s1600-h/H2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042690076326947602" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs76Dfa6xI/AAAAAAAAABY/5CcUj0-5YgE/s400/H2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;"O grande destaque vai, sem dúvida, para o extraordinário desempenho de Isabelle Huppert, naquela que é uma das personagens mais marcantes de todo o cinema recente. Só ela é todo um programa psicopatológico, sociológico e de muitos outros temas. Só ela, ou elas (actriz e personagem) já justifica(m) um lugar na história desta arte."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;"Isabelle Hupert está magnifíca. A melhor actriz da actualidade e um desempenho esplêndido"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-family:verdana;" &gt;"Isabelle Huppert tem aqui talvez a sua melhor interpretação da sua carreria, a sublimação de todos os ensinamentos que tem recebido, muito em particular de Chabrol. Um só olhar, ou até um simples andar, define imediatamente a personagem que interpreta, e domina toda e qualquer cena do filme. Não precisa de gestos espalhafatosos nem de esgares. Numa palavra: portentosa!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;"Este filme devia se chamar 7 mulheres e um MULHERÃO. Isabelle Huppert és uma Deusa. Após este meu grito de admiração posso dizer que a película "8 mulheres" é uma obra simples, eficaz e bastante divertida (..) No meio de todas as actrizes da película, uma ofuscava no acto de representar qualquer outra. Isabelle Huppert, a ex-masoquista pianista, a fazer uma comédia. É impressionante a polivalência desta actriz e quanto a mim é sem dúvida uma das melhores (para mim é mesmo a melhor) actrizes da actualidade. Cada vez que tinha uma fala..enfim...onde estão as outras actrizes?. Cada cena, cada "roubo". Um must see. Só por sua causa vale a pena ver a película, ou teatro filmado, como lhe queiram chamar."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;"Ou: como filmar o que de mais contraditório, secreto e inconfessável existe dentro do ser humano, sem que isso se transforme num pretexto para uma quermesse de «porno-chic», num compêndio visual de fantasias obscenas ou num festival de voyeurismo. Ou: como fazer um filme de terror realista e «clínico» só para adultos, onde Bach e Mozart coabitam com o sexo duro e o sadomasoquismo. Ou: está inteiramente certo quem diz que Isabelle Huppert é uma das maiores actrizes do mundo. Desde já, e sem a menor hesitação, «A Pianista» é um dos acontecimentos cinematográficos do início do século e um dos melhores filmes do ano."&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs79Tfa6yI/AAAAAAAAABg/64pA_XzhY2A/s1600-h/H3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042690132161522466" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs79Tfa6yI/AAAAAAAAABg/64pA_XzhY2A/s400/H3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;"Uma proeza nos limites do próprio cinema. Ou como se filma o impulso amoroso nas suas gloriosas ambivalências — os actores são um prodígio e Isabelle Huppert surge, também ela, nas fronteiras mais radicais do próprio acto de representar."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;"O que Isabelle Huppert faz em "La Pianiste" - e não se fala só das "cenas" de figuração "arriscada" - poucas actrizes seriam capazes de o fazer. Como ela diz, este tipo de argumento, este tipo de desafio, ousar os limites do pudor, "não se deve aceitar de ânimo leve, e ainda bem que é assim". No caso dela, claro, houve Haneke; mas o caso dela é particular: o sacrifício e o prazer andam de mãos dadas, numa espécie de procura da perda de si própria. (...)O registo de Huppert nos filmes é habitualmente introspectivo porque, ela diz, "o cinema quer revelar o invisível, uma câmara é uma lupa, vem tirar-nos coisas que nós não sabemos que cá estão, por isso não vale a pena estarmos a reforçar o processo com mais coisas"."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;"E são os actores a pagarem o preço figurativo, também ele cruel, de tal ousadia: Louis Garrel (um dos «Sonhadores», de Bertolucci), através de uma comovente vulnerabilidade; Isabelle Huppert, habitada por uma perdição carnal e ao mesmo tempo fria como uma estátua, apenas uma das maiores actrizes contemporâneas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;"Perante a Hélène de MINHA MÃE, antecipa-se que se irá juntar a um percurso reconhecível de personagens indomáveis, sacrificiais, interpretadas por Isabelle Huppert. Não é por veleidade, mas a frase inaugural de Bataille em "O Erotismo" - "a aprovação da vida na morte" – parece feita para elas. E Já se pode falar do "efeito ”A Pianista”...  Mas é verdade que não vemos outra actriz no lugar dela&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;"Não resistimos a citar-lhe uma frase do livro: "Uma verdadeira grande actriz nunca tem medo de papéis de monstros".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Huppert; "Ela não tem medo porque nunca os vê como monstros. Se os visse, teria medo como toda a gente. Em todo o caso, uma actriz tenta aprisionar o monstro. Ou mostrar que o monstro pode fazer parte de nós."&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs8BDfa6zI/AAAAAAAAABo/h_PbZb63zuE/s1600-h/H4.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042690196586031922" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs8BDfa6zI/AAAAAAAAABo/h_PbZb63zuE/s400/H4.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;E assim comemora-se mais um ano de vida da melhor actriz do mundo. Huppert é luz. Huppert dissocia o indissociável e integra o já podre desintegrado chão miserável em que continuamente nos abatemos numa simples aparição cinematográfica. Sacrificio e prazer. Não há prazer sem culpa. O prazer não tem culpa. Necessariamente nada se coaduna. E porque haveria de ser coadunar? Trangressão e proibição. Eis a questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;16 de Março de 1953&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;.Pequenos trechos/criticas/exposições intercaladas por observações minhas =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7828575416800614699?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7828575416800614699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7828575416800614699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/03/flicitation.html' title='félicitation'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Rfs7zTfa6wI/AAAAAAAAABQ/tbu-CsU3AfA/s72-c/h1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-7668078825592703617</id><published>2007-03-06T20:44:00.000Z</published><updated>2007-03-07T00:30:50.552Z</updated><title type='text'>missed me?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;'Sarcasticamente ela lançou-lhe um olhar que o despiu dos pés a cabeça. Estavam subdivididos por barreiras intransponíveis de letalização orgânica. Mrs. G caminhava francamente nas suas direcções quando foi interpelada por uma gorvenanta despistada:’ deseja servir o chá?’&lt;br /&gt;Ouve-se no fundo do corredor um ruído ensurdecedor, um copo partira-se. Talvez uma chávena. Algo que sorrateiramente teria perdido o atrito que outrora detia. Ela sorri e rapidamente desata numa euforia grotesca rodeada de gargalhadas sonoras que ecoavam pelo salão fora. Ele levantara-se exausto e corria até um compartimento fechado.&lt;br /&gt;Ria-se. Ria-se. Gritava-se. Excedia-se. Agastava-se vezes sem conta num prelúdio emancipal da condição humana.&lt;br /&gt;Serenamente reluziam os cristais alinhados na prateleira de cima, essa mantida perenemente por estandartes equidistantes, ordenados por faixas pueris de discórdia momentanêa. Discutia-se longinquamente o que se deveria servir pelo jantar. Irritavam os gritos histéricos das empregadas afoitas que empunhavam panelas e tachos de uma forma tão disforme quanto aleatoria. Separavam-se os frutos secos e as entradas numa mesa aparte, os doces de travessa excêntricos que rodopiavam por prateleiras acima e abaixo. Ela assomava ao quarto. Um quarto lilás, decorado em tons de violeta escuro, quase roxo, sustentado por cortinas azuis, por paredes pintadas de lilás pálido e ornamentos colocados lado a lado, dispostos irregularmente. Estava de frente para ele. Ele estava de costas para ela. Limpou discretamente o ombro e sorrateiramente centrou-se no seu olhar. Virou-se de frente para ela. Ela balançou os membros e iniciou uma dança em que o seu corpo circundava cada local daquele espaço. Ele fitou-a durante 6 minutos. Ela continuou acabando-se por prostar a seus pés entoando: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me, Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Now you've got to kiss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;If you kiss me, mister, I might tell my sister&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;If I tell her, mister, She might tell my mother&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And my mother, mister, She might tell my father&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And my father, mister, He won't be too happy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And he'll have his lawyer, Come up from the city&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And arrest you, mister, So I wouldn't miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;If you get me, mister, see ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Now you've got to kiss me, If you kiss me, mister&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;You must think I'm pretty, If you think so, mister&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;You must want to fuck me, If you fuck me, mister&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;It must mean you love me, If you love me, mister&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;You would never leave me, It's as simple as can be !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Now you've got to kiss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;If you miss me, mister, Why do you keep leaving&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;If you trick me, mister, I will make you suffer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And they'll get you, mister, Put you in the slammer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And forget you, mister, Then you'll miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Won't you, won't you miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Won't you miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Won't you miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Now you've got to kiss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;If you kiss me, mister, Take responsibility&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;I'm fragile, mister, Just like any girl would be&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;And so misunderstood, So treat me delicately !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Missed me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Now you've gone and done it, Hope you're happy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;In the county penitentiary, It serves you right&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;For kissing little girls&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;But I'll visit, If you miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Say you miss me , 'Cause the food they feed you&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do you miss me , Will you kiss me through the window&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do you miss me, Miss me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Will they ever let you go&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;I miss my mister so&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Re3S4YmdMoI/AAAAAAAAABI/yM7iLQKBfp4/s1600-h/Dresden+Dolls-2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038915424215708290" style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Re3S4YmdMoI/AAAAAAAAABI/yM7iLQKBfp4/s400/Dresden%2BDolls-2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;Foram encontrados de gatas abaixados enfrentando os seus fantasmas, sem medos nem receios, foram rebolando pelos lençois enrolados sobre uma pirâmide concâva, encetando uma figura planar, fugindo e encontrando-se continuamente através dos mesmos lençois e das mesmas colchas. De repente desapareceram por lados opostos.&lt;br /&gt;Mrs. G levava agora, uma vela na mão direita e uma travessa recheada na esquerda e equilibrava aqueles dois objectos com a precisão de uma mente capta quando sintetiza o bom senso e a virtude alheia. Entrava no quarto agora destroçado pelos ultimos esquartejamentos materiais e eclodia numa nuvem de poeira eterea. Conseguia-se ouvir, porém, uma fonte de chamadas inquietantes de espíritos desavindos com a realização do concretizado final, e podia-se ainda adivinhar que aqueles que desapareceram por portas diametralmente opostas se teriam encontrado no átrio da consecutiva destruição de dejectos humanos, esses secretamente escondidos em armários exaltantes de luxuria esgotada. Nas secreções da atípica transfiguração carnal.'&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Oh my goodness! Fantástica composição musical by The Dresden Dolls oh yeah! ‘Missed me’. Many congratulations for the great performance of Amanda Palmer. Sim não consigo esconder a minha preferência pelo elemento feminino do duo americano =)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-7668078825592703617?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7668078825592703617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/7668078825592703617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/03/missed-me.html' title='missed me?'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/Re3S4YmdMoI/AAAAAAAAABI/yM7iLQKBfp4/s72-c/Dresden%2BDolls-2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-9136639168370598904</id><published>2007-02-26T20:55:00.000Z</published><updated>2007-02-27T00:53:21.164Z</updated><title type='text'>dentro de mim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E é extremamente curioso, chega a ser fantasmagoricamente surpreendente, que as correntes transportadoras de bom-senso e amadurecimento intelectual confluam no mesmo cais. Chega a ser terrivelmente positivo que tudo se circunde de uma premissa estável, se bem que tortuosa no sentido lato do ser existencial, e tudo se perpetue de uma forma imaginariamente permissiva de um comportamento alegórico montado em estandartes corrompidos por gritos ecléticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ela, a outra parte, aquela que se divide e multiplica por dois moldes distintos e individuais na sua certeza absoluta. Ela aquela que olha a sua semelhante com fervor e respeito, mas que timidamente a arrasta por caminhos incertos. Ela que destoa num conjunto de cores ambíguas que se confundem num espaço ilimitado pelo circuito fechado que se criou no quotidiano. Elas as duas de maos dadas por trilhas inimaginárias. Vão contentes. Vao cientes da realidade. Vao calmamente. Vao contornando as dimensões atléticas das circunstâncias passageiras, elas vão deslizando suavemente por vales de incertezas adulteradas acreditando serenamente na pureza de um estar alimentado com os destroços do pacífico e inevitável confiar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;'Acreditas? Deixa-me escorregar lentamente....parece que sinto o frio dessas paredes molhadas....estão de azul? O que isso importa? Quero sentir o odor que vem delas e com elas absorver o desgaste dos membros agastados. Quero atingir o patamar de esgotamento são, quero não aguentar as minhas pernas por mais que 10 segundos, quero arrastar-me e ver arrastar o meu corpo por entre compartimentos hermeticamente fechados. Desejo a plenitude de uma esgotamento atroz que me impeça sequer de saborear o gosto vazio da água, que me encurrale o espírito com placas oblíquas obliterando um cheiro a madeira opaco. Quero montar persistentemente várias cores e vários pontos de viragem, quero esquecer que o segundo que passa leva consigo o meu olhar, pulsar, enraivecer, respirar, quero deitar-me numa planície coberta de mil descobertas renegadas, e aí inspirar o ar saturado que transborda do meu corpo. Quero imaginar o que imagino quando  reflicto sobre as minhas próprias pulsões e aí constatar que expiro vilmente o teu doce e delineado corpo, essa fonte de excitação desleal e excedida por terrenos pantanosos de ideais irrealisticos. Gosto de supor apenas por supor, de me deixar evadir em lençois laranja numa cor ténue de desejos apocalípticos, esses que corrompem esta paixão avassaladora, mantida e ignorada por milhares de milisegundos passados e albergados por essa sensação continua e comtemplativa da minha existência normalizada. Por mim a descer e a subir andares desnivelados suscitando a catarse desta génese primordial. Ao ir.'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;E ai nesse precipício da vontade, elas coexistem uma com a outra. Estão dentro de mim e entoam uma para a outra:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/ReNJUR4IkuI/AAAAAAAAAA8/pHJtdzh-Ow4/s1600-h/dalila+2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5035949421075403490" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/ReNJUR4IkuI/AAAAAAAAAA8/pHJtdzh-Ow4/s400/dalila+2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;é pena quase não poder ficar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;és quente quando a luz te traz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;quase te vi amor , quase nasci sem ti, quase morri...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;ficas dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;por dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;estás dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;silêncio.lua.casa.chão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;és sitio onde as mãos se dão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;quase larguei a dor, quase perdi, quase morri&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;estás dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;por dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;ficas dentro de mim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;sempre sou mais um homem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;Mais humano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;Mais um fraco..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;sempre..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;sou mais um braço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;mais um corpo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;mais um grito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;sempre..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;dança em mim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;mundo, vida e fim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;dorme aqui&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;dentro de mim..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;é pena quase não poder ficar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;no sítio onde as mãos se dão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;quase fugi amor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;quase não vi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;vamos embora daqui&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;para dentro de mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;e sim é como ela tal e qual. Porque dá vontade de a abraçar quando ela interpreta aquele papel incutido, e dizer-lhe 'sim eu sei, sim eu vou, sim eu estou, sim eu sou'. Ela comove. Comove em qualquer papel que faz, comove em qualquer olhar que deita, ela incita em mim naquele singelo instante de assistência televisiva uma emoção comparada apenas aos melhores e mais exaustivos actores. Ela transpira na pele a emoção de um 'o problema é ter emoções a mais e não conseguir geri-las'. Dá vontade de a agarrar e levar para dentro de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Tiago Bettencourt/ Dalila Carmo (oh yeah versão indubitavelmente melhor)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;Música de filme&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-9136639168370598904?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/9136639168370598904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/9136639168370598904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/02/dentro-de-mim.html' title='dentro de mim'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/ReNJUR4IkuI/AAAAAAAAAA8/pHJtdzh-Ow4/s72-c/dalila+2.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-1338331443205309465</id><published>2007-02-18T23:58:00.000Z</published><updated>2007-02-19T17:45:45.937Z</updated><title type='text'>i'd curse my heart</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Pack up. I’m straight enough.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Oh say say say&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Oh say say say&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Oh say say say&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Oh say say say&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;Se pudesse encontrá-la dizia-lhe que é impossível uma fuga que não recaia sobre o próprio círculo de que ela pretende exorcisar. Diria-lhe que o arrastar de uma mala pesada sobrecarregada de acumulações grotescas do ser, nunca a conduziria ao patamar e ao encontro de um refúgio em si mesma, antes a um pulsar metafórico que insistentemente se extravasa por correntes impuras. Que a música que ela ouve depois de um amanhecer numa estação de comboios na fria Escócia, apenas imortaliza a sua imagem serena em tons de encarnado escuro. Em vozes perdidas num ambiente exageradamente saturado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Sentiria que ontem, tal como hoje, enveredamos caminhos que nos valorizam a nós e ao nosso espaço, ao que precisamos de encarar de outra forma e ao que esgotamos dele. Que um sair e entrar de nós mesmos nos leva escorregar numa espiral que pretendemos ao máximo evitar, mas em que nos agastamos cada vez que a encontramos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Fomenta-se mentalmente uma fuga baseada no ir. Sair. Mudar. Alguma sensatez em actos perdidos? Consciência de uma fonte promíscua a penetrar-nos o corpo, criando um poço de repulsa momentânea, um esgar de uma luxuria proibida mas que nos transcende e arranca do mais profundo nível uma agonia contida, um vómito dilacerante, uma criação soturna de um vasto conjunto de acontecimentos não evitáveis. De um suspirar por uma normalidade que nunca acontece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;A necessidade. A vontade. O procurar. Circundar esta sensação de loucura, de nojo estilhaçado, de recordações em locais passados, de ouvir um ‘bem-vindo ao passado’, de custar por mais que se pense que somos alheios a algo que não controlamos. De encararmos comportamentos e decisões, que por um breve segundo, nos reviram e nos estendem os membros numa forma disforme repleta de ambientes ambíguos e permissivos de um sufoco irascível. De gritar sonoramente calada enquanto acompanho o caminhar de um trilha qualquer para me conduzir a um local qualquer, o qual apenas o atingi com um único pressuposto, premissa essa inválida porque inantigível se cria e esgotadamente se destroi. Purple washes over me, seeping through my open seems, I’m stained all over.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Cansa. Chegamos a um ponto que satura. Não satura olhar para mim porque a mim me habituei, custa sair de mim e aí permanecer longe, silenciada, espectadora, do que me redundantemente foge, alcança e deteriora. Engana a observação de meros pedaços da minha essência a contradizerem-se por trechos rápidos de melodias criadas por compositores malditos, esses que vertem um suplício de cores, odores e sabores, de dimensões e gratificações, essas pagas na base do desgaste humano. Silence makes a girl talk fast speeding but I’m gonna crash, and burn for love sakes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;E no fim. No chegar. Do desejar ardente do espaço por mim contruído e por mim abandonado por meros instantes que me pudessem devolver a identidade amalgada, distorcida e recriada, por constatações incansavelmente duras de meses e dias passados, em que o exagero de uma intensidade sempre presente no quarto ao lado, me catapulta dia a dia para uma montanha-russa de pânico distinguido por etapas esféricas. Pela tridimensionalidade de uma transfiguração existencial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Pelo arraste de um sabor adulterado, pela corrente fria que me atormenta a alma e me entorpece o corpo, pelo vulcão carnal de uma desilusão assente em sentimentos (in)destrutiveis. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wait! They don’t love you like i love you&lt;/span&gt;. Por mesmo assim partilhar o que não compreendes, sabendo que uma palavra qualquer me afaga essa fraqueza, assolando fugazmente este momento, aquele onde colidem todos esses ideais, esses que lhes perdi o sabor e a visão, concedendo-lhes um vasto sentido de orientação em todas as direcções. You pretend we’ve started again, waiting for me to say when. But I say purple. Por me imaginar a evadir-me de uma sala fechada onde grito vorazmente simultaneamente que me invades freneticamente contra uma similar parede, mesa ou espelho fechado, onde aos meus olhos te manténs como objecto de saciedade mútua e onde eu te assemelho a algo que anseias ecleticamente no teu profundo poço de recursivos processos de recalcamento. Onde se mistura o teu odor pelo meu amor por ti, pelo teu cheiro, pelo teu corpo, pela tua voz, pela tua pele, pelo teu olhar, pela minha insegurança, pelo teu sexo. Duty keeps a lover loyal but is it really worth the spoils when i dream purple. Onde se captura um pequeno gesto de reciprocidade alheia aos nossos sentidos. Made off don’t stray. My kind’s your kind.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Mas o que resta sou eu a alimentar-me dessa ligação, no pedaço temporal de um mapa onde se estende o desassossego inquietante em que assentou esta ponte obscura, mas não oculta, das nossas racionalidades tão distintas. I’ll stay the same.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;She won’t go where i…I would go for you&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;I’d curse my heart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;For you&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RdizmrKmQ2I/AAAAAAAAAAg/4LvlgSQG-WQ/s1600-h/hjbh.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RdizmrKmQ2I/AAAAAAAAAAg/4LvlgSQG-WQ/s400/hjbh.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5032970060590105442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;@cansei de  comentários a seja o que for, de compreensivel ou indivizivel, e nesse âmbito perdi a vontade de manter comentários a qualquer coisa que escrevo, não me sinto à vontade que comentem muita coisa que não tem comentário possível, afinal crescer tem sido a palavra de ordem em mim e aprender a viver com a incompreensão também. Apenas sinto vontade de expor o que seja. Existem mesmo certas coisas que so servem para ser observadas. Admiradas. O que for.&lt;br /&gt;C&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;uriosamente o blog fez dois anos no passado dia 15 de Fevereiro e como não me foi possível escrever nesse dia dado que estive ausente, aproveito para dizer que é notorio uma nova etapa do blog com este novo ano, o que vem de acordo com esta decisão que tomei. Nunca pensei que continuasse a dispender tanto tempo pa escrever por aqui mas pelos vistos isso continuou. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Já agora agradeço as todas as pessoas, amigos, meros visitantes que aqui deixaram os seus comentários e a todas as pessoas que por aqui passaram, as 7392 visitas =) Obrigada =) Espero que continuem &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;por cá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;btw:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;Yeah Yeah Yeahs / Maps&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;Skin / Purple&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-1338331443205309465?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1338331443205309465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/1338331443205309465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/02/maps.html' title='i&apos;d curse my heart'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RdizmrKmQ2I/AAAAAAAAAAg/4LvlgSQG-WQ/s72-c/hjbh.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-4190523108430802711</id><published>2007-01-31T20:03:00.000Z</published><updated>2007-01-31T20:24:21.301Z</updated><title type='text'>wake up</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ff0000;"&gt;"Ela todos os dias percorre um caminho por ela traçado, marcado por passos atrás e sorrateiramente enviesado, por partículas infinitesimais de procura sã do mesmo pressuposto. Contudo ela pára, estaciona ligeiramente o avançar na perdição alheia para concentrar a energia num precipício de esforço incansável, pára de forma a se observar de fora de um círculo fechado. Conclui que toda a base da sua essência era um ultraje suportado pelos mesmos membros esgotados e queimados de tantas perspectivas vivenciais. Rendeu-se à voz da experiência, do que pode totalmente reter dela, do que ela lhe concedeu como princípio de vida. E aí prosseguiu.&lt;br /&gt;Completava os mesmos rituais que diariamente a enojavam e lhe indicavam o caminho da repulsa interior, o vómito contido, expulso em momentos inesperados de angustia, forças gritantes a deslocarem o seu sentido de orientação para um poço sem fundo, escuro e enganador. E nesse mesmo local, ela continua, dia após dia a perder mantendo a ideia que só está a ganhar. E está. Apenas assimila tudo que a realidade lhe escondeu estes anos e redime-se às evidências num processo compulsivamente excedido pela sua própria personalidade.&lt;br /&gt;Senta-se, observa as pessoas à sua volta, a entrarem e a sairem do autocarro, senta-se sob o seu próprio silêncio criado unicamente para a satisfazer naquele antro de ruído ensurdecedor provocado pela sua mente atribulada. Já não se consegue ouvir mais a si mesma. Doi sequer ouvir a voz de um mero desconhecido que passa cantarolante pela auto-estrada paralela. Custa sequer pender os membros agastados para um descanso merecido. Qualquer aroma alcança-a com um sabor adulterado e vinculativo no seu gosto indefinido.&lt;br /&gt;Ele olha-a da mesma maneira que qualquer outro dia como se fosse outro qualquer dia. Ela ignora, semi-cerrando-se no seu centro activo de preocupações, essa rotina forjada na qual assentou o seu fardo existencial, mas não consegue dissociar-se dele, permanecendo incolume à sua presença. Isso instiga-a. Incomoda-a numa proporção sem possibilidade de diluição possível. Isso torna-se um peso que ela tem de aguentar até um dia, que ela nem sabe quando chegará. Entra no autocarro, passa uma avenida, uma praça, uma travessa, a rotunda e o som cresce exponecialmente no seu interior eternecido por aquela presença. Sabe que ela não existe mas mesmo assim continua a declinar o seu espirito e a afaga-lo como se tudo fosse palpavel. Ele adopta a postura de ignorante como se isso o defendesse para a vida inteira e aligeirando a situação, retribui na mesma percentagem a desilusão inter-pessoal que criou nela.&lt;br /&gt;Hora após hora, quando ela contacta com os rituais que estipulou, tudo se evapora num ponto de ebulição abaixo de zero, e novamente a sua existência pesa.lhe impreterivelmente. Quando será que ela irá acordar deste pesadelo?"&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RcD2Zj7zthI/AAAAAAAAAAU/nRUK1Dg1IYc/s1600-h/intjune98p2.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026288103148729874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RcD2Zj7zthI/AAAAAAAAAAU/nRUK1Dg1IYc/s400/intjune98p2.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cc0000;"&gt;Something - filled up - my heart - with nothing - someone - told me&lt;br /&gt;not to cry. - but now that - i'm older - my heart's - colder -&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;and i can - see that it's a lie.&lt;br /&gt;children - wake up - hold your - mistake up - before they&lt;br /&gt;turn the summer into dust - if the children - don't grow up&lt;br /&gt;our bodies get bigger. but - our hearts get torn up - we're just - a million little&lt;br /&gt;gods causing rain storms - turning every good thing to rust&lt;br /&gt;i guess we'll just have to adjust.&lt;br /&gt;with my lighning bolts a glowing&lt;br /&gt;i can see where i am going to be when&lt;br /&gt;the reaper he reaches and touches my hand&lt;br /&gt;with my lighning bolts a glowing i can see where i am going&lt;br /&gt;better look out below &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;The Arcade Fire Wake Up&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-4190523108430802711?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trustanyone.blogspot.com/feeds/4190523108430802711/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10799848&amp;postID=4190523108430802711' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/4190523108430802711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/4190523108430802711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/01/wake-up.html' title='wake up'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/RcD2Zj7zthI/AAAAAAAAAAU/nRUK1Dg1IYc/s72-c/intjune98p2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-116900047547414111</id><published>2007-01-18T02:19:00.000Z</published><updated>2007-01-21T00:38:41.750Z</updated><title type='text'>i play dead</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;São momentos como estes que brotam de um segundo ilusório capaz de persuadir a alma da necessidade mortal de sacrificio. Mais devagar numa fenda aberta para o escorrer de um devaneio dilacerado, condenado à purificação divina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ao vermelho, ao encarnado, ao vermelho sangue, à necessidade, à prova pendente de auto-confiança explanificada numa segunda oportunidade. Qual? Disseminada? Retorcida visão agastada num excedente percurso enfático.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: center; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);"&gt;Acumulação. Deteriorização. Adulteração. Movimento. Estagnação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Darling, stop confuse me!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;With your wishful thinking…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Hopeful embraces, don’t you understand?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;I have to go through this&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;I belong here&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Where no-one cares and no-one loves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;No light no air to live in&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;A place called hate- the city of fear&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;I play dead::: it stops the hurting&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;I play dead::: and the hurt stops&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;it's sometimes just like sleeping&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;curling up inside my private tortures&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;i nestle into pain&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;hug suffering - caress every ache&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;i play dead : it stops the hurting&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/1600/67724/00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/400/216431/00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Consciência. Racionalidade. Essa voz penosa e efervescente que lineariza o sangue que nos corre nas veias orientando-o para os compartimentos seguros do nosso corpo, onde toda a nossa alimentação de carne etérea não penetra, porque assim não nos estilhaça irreversivelmente, sufocando-nos num grito de amargura concâva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Contém. Invade. Rejeita. Sufoca. Deita, circunda de pequenos restícios podres a imensidão dessa nuvem fantasmagórica que se tornou assombrosa no seu dialecto humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Esgota. Assenta os joelhos no chão. Admite. Abaixa-te, resiste mas redime-te.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Anseia. Espera. Pela redenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Ela virá ornamentada de dejectos multiplicados por duvidas adormecidas na decadência exagerada do teu tumulto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Porque chega o instante em que não consegues mais mas ainda avistas a moradia do desejo maldito que te crucifica ao esgotamento. À sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Play Dead&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(255, 153, 255);"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KROJB&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-116900047547414111?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trustanyone.blogspot.com/feeds/116900047547414111/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10799848&amp;postID=116900047547414111' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116900047547414111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116900047547414111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/01/i-play-dead.html' title='i play dead'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-116871282372794514</id><published>2007-01-13T18:19:00.000Z</published><updated>2007-01-13T19:15:39.626Z</updated><title type='text'>none of you can make the grade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);"&gt;Habituei-me a mim. Habituei-me à perene necessidade de solidão que recolho honestamente em compartimentos coplanares da minha existência.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Não parti mas já não sei voltar&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);"&gt;. Deitei-me sobre um terreno movediço apenas e somente para me observar a mim a vacilar por entre as amarras que me prendiam ao passar do tempo, dos segundos, da eternidade do tempo, da questão do tempo. Parei para fixar o sangue que docemente me escorria e se misturava com a àgua abundante, que se assemelhava a um fluxo estagnado da minha auto-sustentação. Habituei-me a mim, aos acordes momentâneos da minha loucura restabelecida em projectos estipulados por etapas lineares, adormeci o silêncio que me evadia nos pequenos resticios de uma paz ancorada no vulgar.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Ando as voltas a esquecer quem sou&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);"&gt;. Cedi em mim um espaço para a auto-contestação, para o viável e o indivisível, para o possível e o real arbitrário. Constatei que não preciso disso. Encarei a possibilidade de absorção no vulgar metafórico que me circunda. Prossegui dissociável. Porque o sou. Retrocedendo verifica-se que na base, no último segundo, o desespero de uma amargura contida durava segundos. Meros. Que o turbilhão experimental, que se transformou o meu livro aberto, se espelhou em escapes criados para uma fuga impossível.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Bebo a noite até o sol chegar. Ele sempre me encontrou&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);"&gt;. Mas mais levemente. Mais pausadamente vi que os laços que nos ligam uns aos outros são facilmente quebrados da mesma forma que os criamos para mero aproveitamento psicológico e espiritual. Porque pode-se ouvir a mesma musica e não se apreender da mesma maneira a mesma essência. Porque pode-se ser e não se ser no mesmo patamar, pode-se escolher ser e escorregar metodicamente por escadas criadas no nosso ‘eu’. Pode-se não compreender, pode-se pensar que se compreende demais e ficármos aquém das expectativas, pode-se inclusivamente atingir um limite para depois se admitir que ele não existia. Pode-se viver e apreender uma simples realidade que não corresponde à realidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;None of you can make the grade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Correr. Ficar. Perder. Querer mais&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;. E agarrada aqueles meros minutos, aquelas batidas, ao sintetizar de um pôr-do-sol adiado, ao esperar numa penumbra no raiar da manhã, estende-se a fome na indiossicrasia agastada dessa luz.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Já não sei viver sem ter que viver&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; Eleva-se, excede-se, compartilha-se dentro desse círculo fechado o próprio horizonte interior, penetra-se esgotadamente, e insiste insiste insiste. Escreve-se e deita-se fora. Fora para onde? Fora mas dentro deste poço obrigatório que se tornou a confusão mental baseada na vida real.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;E o que me dão já não sei gostar&lt;/span&gt;.&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; E é tão natural como a inevitabilidade do tempo. É tao incontestável como as construções patéticas que criamos para sobreviver no próprio lixo que fomentamos. E é tão humanamente estupido permanecer no acreditar dessa ridicula utopia.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Não se perde o que não se quer ter&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;. E depois? Depois advém a incompreensão. Advém o estar. O procurar estar no seu estar. O não fugir, muito pelo contrário, o enfrentar bem de frente, destruindo aos poucos a muralha que teimosamente alimentamos para nos escondermos de nós próprios. E quando a levantamos temos medo. Um medo dispensavelmente pertinente assente na farsa que dia a dia mantemos. Mas depois existem outras essências. E outros arquétipos contínuos. E é exactamente aí que me encaixo, e me habituo completamente a mim mesma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Habituei-me aos vãos de madeira que deliciosamente lambi a espera de me ver do outro lado do espelho.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Cada vez menos sem esperar&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Stuck between the do or die&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;I feel emaciated&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Hard to breathe i try and try&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;I'll get asphyxiated&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Swinging from the tallest height&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;With nothing left to hold on to&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Habituei-me a deslizar nessa asfixia incontornável&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;[2.35 até 3.09]&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);"&gt;Come Home&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Harder faster&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Forever after&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Harder faster&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Forever after&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Harder faster&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Forever after&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-family:verdana;" &gt;Forever after&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:verdana;" &gt;[4.24 ate ao fim] Come Home&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" &gt;[3.06 até ao fim] Bionic&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/1600/897403/radiomacauacordar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/400/356031/radiomacauacordar.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;e se for a primeira vez que os teus dedos tocam a luz da manha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;dá-me a tua mão. respira o ar do dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;talvez. nada. mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(192, 192, 192);font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-116871282372794514?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trustanyone.blogspot.com/feeds/116871282372794514/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10799848&amp;postID=116871282372794514' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116871282372794514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116871282372794514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/01/none-of-you-can-make-grade.html' title='none of you can make the grade'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-116822421932112429</id><published>2007-01-08T02:40:00.000Z</published><updated>2007-01-08T02:51:52.910Z</updated><title type='text'>concret</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;É possível chegar no segundo certo como conciliar o real e o ideal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Existem palavras que nos satisfazem a necessidade de evasão como cerejas deliciosamente apeteciveis, com a sua forma redonda e suave.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Pequenos equilibrares de faixas consecutivas, imersas na mais básica vontade. É bom ser-se apenas por se ser. É consolador sentir por se sentir independentemente da forma como se sente. É notorio o papel amarrotado colocado num canto, num local pouco frequente da nossa jornada diária. E aí derrama-se uma imensidão de certezas, duvidas, dubias questões, ultrapassadas, recalcadas, prementes ou simplesmente pertinentes. Desnecessárias. Desprezíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Conjuntos de mentes ocas, atabalhoadamente reinvidicando os mesmos direitos mas sem capacidade para os alcançar. E do alto sorrimos, observando o desvario entre tanto espirito inutil e concentrado de pobreza humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Hey! Um simples olhar, melancolico, diria triste, mas mais que tudo uma batida mais forte, um pouco mais forte, só fisicamente mais forte, levemente mais forte...esquerda, direita, entrar, sair. Pender, sussurar uma ideia tola, confusão mental associada a um vasto painel de obrigações. E assim se levanta e se encara a hipocrisia da espiritualidade alheia, da procura desenfreada de felicidade em dias impostos pela sociedade, da exposição de um exterior doente e sem consciência do que o desengrandece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;all those concret things like net and hold it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;you would like to spend more time…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;now that our days are full of people&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;and cars, and million species&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;all those concret things&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the concret things&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the trees and days&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the look and cook&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the object the subject&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;why and where are those concret things?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;so just get away, of this time&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;feeling all the nature…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the animals&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the fresh air&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;the blue sky&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;those nightlives are really gone…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;are really gone…are really gone, are really gone…are really gone, are really gone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;are really gone, really really really gone….&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;and now here i am&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;in this weird places with nothing more, nothing more&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;with air, with food, and natural flowers&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;waiting and waiting for hours&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;for those concret things…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;sitting and thinking in a problem, so normal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;in love or drama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;missing the TV near me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;million species, million cars&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;languid lights like the cinemas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;more than love, more than that&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;working and working for the word concret&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-116822421932112429?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trustanyone.blogspot.com/feeds/116822421932112429/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10799848&amp;postID=116822421932112429' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116822421932112429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116822421932112429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2007/01/concret.html' title='concret'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-116751220941955888</id><published>2006-12-30T20:49:00.000Z</published><updated>2006-12-31T20:36:09.666Z</updated><title type='text'>i'm not sorry there´s all to save</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;O semestre inédito que transpareceu segurança e optimismo, estabilidade e esperança. Mesmo quando perdia noites escrevendo, mesmo quando caí abruptamente e me segurava pelos cantos da minha construção. Mesmo quando o equilíbrio cedia em pequenos percalços a minha veia espiritual e fazia-me condescender num tumulto de ideais pré-objectivados. No fundo perdi uma batalha e reconhecia a perda de uma guerra que nunca foi minha. No mistério do seu não, descansava presa na similar premissa. Depois foi o que foi. E foi tarde. Atónitamente observei o soalho e as paredes riscadas de vazio, estremeci sem palavras, saí sem comer, contia, vertia, aglomerava esse impossível. Mas no fim consegui. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;It’s my song to say goodbye&lt;/span&gt;. Mas voltei atrás, e foi difícil mas ele estava lá. E juntos percorremos o caminho que foi traçado para nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Nunca senti, nunca excedi, nunca previ. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;When we both of us knew how the end always is&lt;/span&gt;. Poucos mas bons. Restícios mas fortes. E é curioso como me intercepto sempre com a vontade de expor esta situação. Porque acho que qualquer pessoa precisaria de apreender o que vivi e quiçá elevar o seu próprio padrão de plenitude. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I’m so hollow, i’m so hollow, i’m so, i’m so, i’m so...hollow.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 255); font-style: italic; font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Because I’m not sorry  there's all to save.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/1600/1148/morvern12.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/400/970624/morvern12.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);font-family:verdana;" &gt;Repentinamente senti o poder do efectivamente, da noite, e de uma visão salvadora. No fundo do túnel encontrei um farol quebrado mas operatório. Ele quis me ajudar inventando pontes de sustento no irreal, eu quis acreditar. Reciei, mas mantive a serenidade. No café, na esplanada, numa música intemporal. Na voz da Alison Goldfrapp em “Time out from the world” que inundava este quarto de azul claro e cheiro a algodão-doce cor de rosa. Da paz e do sentimento mais puro e sincero que alguma vez já senti. I&lt;span style="font-style: italic;"&gt; make a shrine for you&lt;/span&gt;.  De pegar no Abril para sentir o que sempre evoco que sinto. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;We change the world, just you and i&lt;/span&gt;. De construir noites mas antes de tudo de construir algo que não sabia que destino teria apenas que tinha de existir. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;On every world you&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ever said&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I’m dreaming of another time&lt;/span&gt;. Inusitadamente redescobri a voz e a entoação musical que recobre o psiquismo mais invariável. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Without you i’m nothing at all&lt;/span&gt;. Levantei-me, sentei-me vezes sem conta no combater do desígnio que tracei. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;You are always ahead of the game when i drag behind&lt;/span&gt;. Eloquente Brian Molko, visceral redescoberta que iluminou o meu inconsciente. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Baby did you forget to take your meds?&lt;/span&gt; E no limiar dos pássaros e das abelhas entoei um arrebatador declinar do que conseguira até então. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Protect me from what i want&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/1600/115988/Brian34.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/400/107197/Brian34.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;Após o descarrilamento não havia mais nada a fazer senão falar. Porém não obtive resposta. Foi duro mas foi estranho. E porquê? Até então nunca precisei de verbalizações somente de vivências. Contudo prossegui. Deixei-me ir. Tive momentos de pura satisfação e instantes que sentia o meu estomâgo efervescer se nele pensasse. Se o visse. Mas continuei numa mentira que podia a qualquer momento passar a realidade. Só que percorria uma trilha enganada, afinal todas vezes que me sentia injusta justificaram-se pela falta de carácter e conteúdo de outros. Neste caso de outro. E foi necessário sim. Porque deste modo a quebra e o vulcão que se abateram sobre a minha pessoa tomavam consciência que afinal tudo que sentira desde a doce primavera, era algo. Algo que posso afirmar orgulhosa que nunca senti. Porque podemos gostar do que alguém nos faz sentir mas também podemos gostar desse mesmo alguém por toda a sua unicidade. E aí estaremos a amar. E confesso. Foi estranho sentir. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E é tao dificil ouvir sem sentir&lt;/span&gt;. E tão bom conhecer alguéns que realmente merecem o nosso respeito e admiração, a nossa amizade, pessoas que não fazem parte do meu quotidiano fisico mas permanecem no mental. E aqui vou citar nomes. Márcia, Miguel e Estrela. Como podia citar inúmeros outros alguéns que estiveram lá mas que já fazem parte de mim há muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:verdana;" &gt;E na recta final desse ano, descobri Bjork no seu absoluto, através de ti, mas sabes que apenas por mim. Porque as vezes insistes em ideias tontas. E eu insisto em procurar o caminho que todos nós subentendemos alcançar. E foi através da sua voz como através de tantos copos erguidos pela minha languidez corporal neste compartimento fechado que encontrei caídas as minhas chaves circunspectas. E de outros locais fechados mas submersos na sua jornada perdida. Foi dificil, sim, foi tudo aquilo que pode ser mas também nunca poderia ser de outra forma se não fosse eu. Porque pelo menos sei que quando o sinto, lhe sou fiel. E nada como sermos fieis a nossa intempestuosa essência. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I go through all this before you wake up, so i can feel happier to be safe up here with you.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/1600/366761/misc_57.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/400/599653/misc_57.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);font-family:verdana;" &gt;Em 2006 saiu ‘Meds’ dos Placebo a meu ver um dos melhores albuns deste ano, onde saliento, como 3 melhores musicas do album: Meds (devido a superação da composição e a libertação existencialista), Drag (sem dúvida uma lufada de ar fresco, de levantar a poeira, eclodindo numa fantástica exorcisão), e In the cold light of mourning (a evasão sensorial numa balada só).&lt;br /&gt;Refiro também, "Fake Chemical State" de Skin, com a deliciosamente inebriante "Falling for you", tradução do choque irresistível da atracção apocaliptica, "Nothing but", uma honesta confissão musical e "Purple", eloquente e quente voz numa minimalista expressão verbal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-family:verdana;" &gt;Bom 2007 a todos =)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10799848-116751220941955888?l=trustanyone.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trustanyone.blogspot.com/feeds/116751220941955888/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10799848&amp;postID=116751220941955888' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116751220941955888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10799848/posts/default/116751220941955888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trustanyone.blogspot.com/2006/12/im-not-sorry-theres-all-to-save.html' title='i&apos;m not sorry there´s all to save'/><author><name>eia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07672394387746280201</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_CrbN92Ihl6U/SuXwPQWP1vI/AAAAAAAAAUA/tsOxvIlAjuw/S220/P9240061++new.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10799848.post-116571348072115583</id><published>2006-12-18T22:18:00.000Z</published><updated>2006-12-19T02:19:24.393Z</updated><title type='text'>and isn't it ironic?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);font-family:verdana;" &gt;‘quem for o último a chegar ali ao fundo é ovo podre!!’&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;E lá ia eu toda afogueada para não ser a última sendo sempre a mesma...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;“Apresento-vos Joana Barata!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;e lá entrou ela com o seu vestido aos folhos, azuis, brancos e rosa, que ela jura a sete pés que não sucedeu tal entrada, na turma B na 3 classe. Mas lá estava eu, aquela pobre alma, como diriam alguns agora, uma deslavada, que seria constantemente espicaçada por esse terramoto em estilo de dureza e inteligência, que me atirava a carteira verde dos Simpsons, ‘what the hell is this??’ pa cima do muro e ia o sapo, feijão e pintor, tirar, que colocava o pé em falso para de propósito a morta viva cair e depois jurava que era mentira, que corria comigo desesperadamente pelos 5º e 6º anos a gozar com os putos, a perguntar se conheciam o Gonçalo Chaveiro ou o Franscisco Cunha. Caso para dizer, é que ninguém se dava ao trabalho de perguntar por tal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E isto para quê? Porque hoje é um dia especial, porque hoje faz anos a Deusa Fictícia! Porque hoje me apetece falar do quanto as pessoas se podem tornar fundamentais na nossa vida e no quanto eu prezo esta amizade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Lembro-me de a consolidármos quando aquelas personagens das nossas amigas, que viriam a ser as “do nosso grupo”, criavam um grupo musical e eu era a manager!!! e eu e tu começavamos a gozar com o famoso ‘monstro vermelho’, iamos para o campo de terra fazer palhaçadas e depois eu tirava-te à má fé uma foto, que viria dias depois a ornamentar o meu quarto. Que valeu a minha mãe desconfiar de tal situação!!! Tipo ovos verdes, tás a ver?? LOOOOOOOOL “ai a alérgia, as desgraçeiras!!! Ai vão pa lá pas desgraçeiras!!”...enfim...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E sim ia eu toda contente para o nosso belo colégio uma hora e tal mais cedo do que era necessário, porque as aulas só começavam as 9h15, para a menina barata não ficar sozinha!! Sim que ela madrugava e lá ia eu e depois a Vanessa perguntava-me:”mas que vens fazer tão cedo para aqui?” e eu”para....tar com a barata!!” e pronto iamos po pátio dos do secundário gritar e fazer “palhaçadas” as 8h15 todas contentes....tirando as vezes que iamos jogar futebol, e os treinos para o corta-mato em que corríamos lado a lado o tempo todo mas quando entrávamos na recta final para a meta, aceleravas e deixavas-me SEMPRE PARA TRÁS!!! Burra era eu não?? Já se sabe...de todas as vezes que me gozavas com cenas tipo carteira e os papéis que ainda guardo religiosamente aqui na minha gaveta, estilo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);font-family:verdana;" &gt;‘Gostas verdadeiramente do Toni?’ &gt;&gt;&gt; eu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;Sim [ x ]      Não [   ]  &gt;&gt;&gt;&gt; tu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:verdana;" &gt;Qe riso o nosso naquelas ruas do Porto...e mais o famoso, que não chegaste a ver:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;‘Tou farta de ti!!! Vai para o ca.....” LOOOOOOL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;E as vezes fartavas-te sim. Especialmente quando ficavas sem me falar um mês!! Porque eu tinha dito:”barata a venda na feira a 300 escudos!” ou dava o teu número ao bernardo que era louro, alto e tinha olhos azuis. E só queria tomar café contigo na mexicana. Ou então quando tinha a panca de dizer a toda a gente que namoravam contigo ou que ainda iam namorar. Diz lá se isto é de uma pessoa normal...e de contar a todaaaaaaas as santas pessoas esta historia que idolatro e será para sempre A MINHA PREFERIDA!!:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;‘ então estamos todas na piscina e vamos todas a baixo a ver quem aguenta mais tempo debaixo de água, eu fico a ver. A barata vem ao de cima, expira e inspira bem e pumba again pra baixo sem antes dizer:”fui eu que ganhei ta??” e depois la vem todas acima e a barata AINDA LA EM BAIXO!! E pronto foi ela quem ganhou.....”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&gt;&gt;&gt;só de me lembrar que contei esta história completamente bêbada na fila pas wc's no meu primeiro arraial do IST 2002, que me valeu passar a frente pois haviam umas raparigas simpáticas que adoraram a minha espontaneidade! e a tua cara ao meu lado!! LOLOLOL sorry o resto do arraial que sabes...que exageras sempre tb =X ou nao...LOL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;immmmm porque nunca conheci ninguém tão directa, prática e concisa, que dissesse o que tinha a dizer sem qualquer problema, indo ao assunto de forma frontal e sem papas na língua. Porque a autenticidade sempre foi rara mas nesta rapariga não encontra forma de se reduzir...genuína é a palavra certa. Por cada lágrima que soltaste naquele barco que nos levava de volta para o Funchal, de cada música que inventámos, de cada sofrimento que ocultaste e enfrentaste sozinha, de cada estupidez que dizias só para me animar, de cada olhar de compreensão, de vez que te rias sonoramente de cenas minhas/tuas/nossas, da nossa intimidade que existe e é indestrutível. De todas as vezes que estiveste do meu lado quando mais precisei, a grande decisão do meu futuro universitário, do apoio, daquela vez que foi só rir nas inscrições no IST que foste comigo e tu “magda q?? Ferreira?? Ai troeira!!”, a tua simples presença. O pêssego que levaste da cesta e foste a comer rua fora, aquele dia que estavas cheia de fome e abriste livremente o frigorífico, os fonemas de horas que a tua mãe se chateava, quando me pediste para dizer ao Bernardo que tinhas caído só para ele te levar à Tercena para não ires de comboio, e agora recentemente o Rogérito!! E os fantásticos itens para a lua de mel que me saiu de certa medida furada mas tu sabes o quanto eu quis que saisse bem..ai LODI LODI!!! Tem aqui uma amiga......enfim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Apenas para dizer que te adoro para todo o sempre, Muitos Parabéns, serás sempre “aquela” pessoa, quero que sejas muito feliz e como sabes, grata fiquei por te sentir bem na decisão que tomaste e fundamentalmente feliz. Porque para terminar, A BARATA CASOU-SE!!! Ah pois é, uma data memorável, 1 de Outubro, amei cada minuto passado! Apenas lamento quem levei comigo, mas pa não interessa, as pessoas erram não é? Mas já passou! =) amo-te para sempre my best friend!&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/1600/123552/casamento%20036.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7318/850/400/672273/casamento%20036.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;E como não podia deixar de ser, deixo a nossa letra, ainda te lembras certo? =P&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;An old man turned ninety-eight&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;He won the lottery and died the next day&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;It's a black fly in your Chardonnay&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;It's a death row pardon two minutes too late&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:verdana;" &gt;And isn't it ironic... don't you think..?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;It's like rain on your wedding day&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;It's a free ride when you've already paid&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;It's the good advice that you just didn't take&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);font-family:verdana;" &gt;Who would've thought... it figures…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;Mr. Play It Safe was afraid to fly&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;He packed his suitcase and kissed his kids goodbye&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;He waited his whole damn life to take that flight&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;And as the plane crashed down he thought&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;"Well isn't this nice..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:verdana;" &gt;And isn't it ironic... don't you think..?&lt;/span&gt;&lt;br /&g
